Os 12 cientistas mais importantes da história

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Os 12 cientistas mais importantes da história
Fonte: listas.20minutos.es
Eu tenho sido muito curioso por alguns meses agora. Quem s√£o os cientistas mais importantes da hist√≥ria? Quem contribuiu mais ou √© mais famoso? Quais personagens merecem uma posi√ß√£o no "top ten" da hist√≥ria da ci√™ncia? Depois de procurar em livros, amigos e at√© mesmo "San Google" e n√£o conseguir uma resposta satisfat√≥ria, tenho que ir aos 2000 leitores deste blog (que alguns saber√£o sobre ci√™ncia e querer√£o participar, eu digo). Sabendo que as listas dessas caracter√≠sticas s√£o subjetivas e dependem de qual campo da ci√™ncia o torna mais √ļtil, pe√ßo ajuda para elaborar este "Dez de Cientistas" em particular.

TOP 12:

Sigmund Freud

Sigmund Freud
Ele foi o fundador da psican√°lise, conhecido como o arque√≥logo da mente, nasceu em Viena (√Āustria) em 1856, filho de um segundo casamento. Seu pai era um comerciante de l√£, muito humilde, que morava em uma casa de um quarto. Era um ambiente familiar confuso para Freud, onde seu pai era muito velho. Ele o chamava de garoto de ouro e ele era o filho favorito. Estudos e medicina foram uma constante em sua vida, chegando a dominar 6 idiomas, incluindo o espanhol que ele aprendeu quando crian√ßa a ler o Quixote. Em seus estudos m√©dicos, ele destacou seu desinteresse pela patologia org√Ęnica a que ele se refere, estuda com mais ou menos prazer, mas ficou fascinado de uma forma irremedi√°vel tudo relacionado √† mente e √† psiquiatria. Ele se apaixonou aos 25 anos com um amigo de sua irm√£ e eu tenho um romance vitoriano. Ele era muito t√≠mido e n√£o tinha experi√™ncias sexuais. Freud a viu seis vezes em quatro anos, mas ele escreveu para ela mais de novecentas cartas de amor, onde ele a chamava de "# 147"; princesinha & # 148; .

TOP 11:

Crick / Watson

Crick / Watson
James Watson e Francis Crick transformaram a biologia com a descoberta do DNA em 1953 e deram o primeiro passo para o que seria mais tarde os avan√ßos do genoma humano e a clonagem de organismos. Mas a hist√≥ria da dupla h√©lice esconde muito mais do que o trabalho duro de dois cientistas. A histeria da Guerra Fria e o chauvinismo masculino tamb√©m desempenharam seu papel. Nenhum dos dois cientistas era bi√≥logo. Watson era um zo√≥logo americano, enquanto Crick era f√≠sico ingl√™s. Em 1951, ambos impetuosos, arrogantes e altamente competitivos, decidiram trabalhar juntos no Laborat√≥rio Cavendish (Cambridge, Inglaterra), para resolver um dos principais problemas da biologia da √©poca: o DNA e sua capacidade de codificar informa√ß√Ķes. Compton Crick, OM, FRS (Northampton, Reino Unido, 8 de junho de 1916 - San Diego, Estados Unidos, 28 de julho de 2004) foi um f√≠sico e bi√≥logo brit√Ęnico. Ele recebeu, juntamente com James Watson e Maurice Wilkins, o Pr√™mio Nobel de Medicina em 1962 para a descoberta da estrutura do DNA, bem como a medalha Copley em 1975. Primog√™nito em uma fam√≠lia de sapateiros, Harry e Elizabeth Crick (com o nome de solteira Wilkins ), em Weston Favell, uma pequena cidade em Northampton, onde ele cresceu. Desde a inf√Ęncia, ele tinha interesse em ci√™ncia e aprendeu tudo o que podia com livros. Quando crian√ßa, ele foi levado √† igreja da Congrega√ß√£o por seus pais, e aos 12 anos ele disse √† m√£e que n√£o queria mais comparecer. Ele preferiu a pesquisa cient√≠fica √†s cren√ßas de qualquer dogma. Ele freq√ľentou a Northampton Grammar School (hoje Northampton School for Children) e depois de 14 anos recebeu uma bolsa para estudar Matem√°tica, F√≠sica e Qu√≠mica na Mill Hill School, em Londres. Ele estudou f√≠sica na University College London, ap√≥s ser rejeitado pela Universidade de Cambridge, graduando-se em ci√™ncia em 1937 aos 21 anos. Seus contempor√Ęneos na pesquisa de DNA Rosalind Franklin e Maurice Wilkins frequentaram a Universidade de Cambridge, em Newnham e St. Johns, respectivamente


TOP 10:

Max Planck

Max Planck
Max Planck (1858-1947) foi o descobridor da F√≠sica Qu√Ęntica. O mundo qu√Ęntico descoberto por Planck no ano 1900, junto com a teoria da relatividade, formulada por Einstein pouco depois (1905), gerou a maior revolu√ß√£o dos fundamentos da f√≠sica desde a √©poca de Newton. Max Karl Ernst Ludwig Planck nasceu em Kiel (Alemanha) em 23 de abril de 1858. Ele foi o sexto filho de Emma Patzig e Julius Wilhelm Planck, professor de direito constitucional na Universidade de Kiel. Tanto seu av√ī quanto seu bisav√ī paterno tamb√©m foram professores de teologia em G√∂ttingen. Na idade de nove anos, a fam√≠lia Planck mudou-se para Munique, em cuja universidade seu pai obteve um cargo de professor. Nesta cidade, Max recebeu sua educa√ß√£o b√°sica no Instituto Maximiliano, onde ele era um excelente aluno. Na idade de 17 anos, ele decidiu come√ßar a estudar F√≠sica na Universidade de Munique, mas n√£o antes de hesitar seriamente em escolher a m√ļsica como carreira. Depois de passar um ano de especializa√ß√£o na Universidade de Berlim, retornou a Munique, onde apresentou sua tese de doutorado sobre o segundo princ√≠pio da termodin√Ęmica, em julho de 1879, aos 21 anos de idade.

TOP 9:

Cajal

Cajal
O Instituto Valenci√† de Cinematografia Ricardo Mu√Īoz Suay (IVAC) - A Filmoteca descobriu as √ļnicas imagens em movimento que existem do vencedor do Pr√™mio Nobel Santiago Ram√≥n y Cajal. Trata-se de um fragmento de cerca de seis minutos pertencente a um filme de uma hora de vinte anos, encontrado em uma casa particular em Les Salines (Alicante) e √© um "marco para a hist√≥ria da documenta√ß√£o do filme", ‚Äč‚Äčcomo assegurado hoje em uma confer√™ncia de imprensa a secret√°ria regional da Cultura, Concha G√≥mez, que destacou a "grande conex√£o" do m√©dico com a cidade de Val√™ncia, onde desenvolveu uma boa parte de sua carreira. A descoberta √© resultado de meses de pesquisa e de um processo em que coincid√™ncias e trabalhos coincidiram, disse o diretor do IVAC, Jos√© Luis Rado. Segundo ele, o Valencia Film Archive recebeu a informa√ß√£o de que um vizinho da popula√ß√£o de Salines, em Alicante, mantinha em casa alguns rolos de filme que foram provisoriamente intitulados "¬ŅQu√© es Espa√Īa".

TOP 8:

Pasteur

Pasteur
Louis Pasteur (27 de dezembro de 1822 - 28 de setembro de 1895) foi um qu√≠mico franc√™s cujas descobertas tiveram enorme import√Ęncia em v√°rios campos das ci√™ncias naturais, especialmente em qu√≠mica e microbiologia. A t√©cnica conhecida como pasteuriza√ß√£o √© devida a ele. Ele nasceu em 27 de dezembro de 1822 em D√īle (regi√£o de Jura, Fran√ßa). Seu pai tinha sido soldado de Napole√£o, mas depois de deixar o ex√©rcito ele colocou em um curtume, onde a inf√Ęncia do pequeno Louis foi gasto. Quando jovem, ele n√£o era um estudante promissor; de fato, se ele demonstrasse alguma aptid√£o especial, seria pintura. Sua primeira ambi√ß√£o era ser professor de arte. Em 1842, depois de ter sido professor na Escola Real de Vejanc√≥n, obteve seu diploma de bacharelado, com qualifica√ß√£o "med√≠ocre" em qu√≠mica. Depois de se formar e frequentar as li√ß√Ķes do grande qu√≠mico franc√™s Jean-Baptiste Dumas, ele se interessou por qu√≠mica. Apesar desses princ√≠pios desfavor√°veis ‚Äč‚Äčna qu√≠mica, Pasteur insistiu que a qu√≠mica se tornasse o trabalho de sua vida. Em poucos anos, o estudante "med√≠ocre" liderou um programa de pesquisa que lhe deu fama internacional


TOP 7:

Arquimedes

Arquimedes
Geralmente, as biografias de Arquimedes apresentam suas contribui√ß√Ķes cient√≠ficas e nos dizem pouco sobre como era sua vida. Arquimedes nasceu em Siracusa em 287 aC Hoje √© uma cidade italiana, localizada na costa sudeste da ilha da Sic√≠lia, mas nos tempos antigos era uma col√īnia grega, por isso Arquimedes √© considerado um f√≠sico e Matem√°tico grego e n√£o italiano. Seu pai, Phidias, era um astr√īnomo, ent√£o acredita-se que ele tenha sido respons√°vel por introduzir Arquimedes no mundo da matem√°tica desde cedo. A sua forma√ß√£o vale a pena adicionar seus estudos em Alexandria (Centro Cultural da Gr√©cia Antiga), onde teve como professor Con√≥n de Samos e conheceu Erat√≥stenes. Quando Arquimedes retornou a Siracusa, dedicou-se inteiramente √† pesquisa cient√≠fica. Muitas vezes deixam de lado quest√Ķes b√°sicas para a vida, como √© comer e dormir, porque foi profundamente abstra√≠do em suas reflex√Ķes cient√≠ficas. Em torno da vida de Arquimedes existem anedotas que cont√™m ao mesmo tempo certa dose de humor e um claro sinal de seu desejo de conhecimento. √Č uma anedota bem conhecida que relata sua rea√ß√£o depois de descobrir o m√©todo que lhe permitiu verificar se havia uma fraude ou n√£o na fabrica√ß√£o de uma coroa de ouro encomendada por Hiero II, tirano de Siracusa e seu protetor.

TOP 6:

Darwin

Darwin
Charles Robert Darwin (12 de fevereiro de 1809, Shrewsbury, Inglaterra - 19 de abril de 1882), bi√≥logo brit√Ęnico. Ele lan√ßou as bases da moderna teoria da evolu√ß√£o, elevando o conceito de evolu√ß√£o das esp√©cies atrav√©s de um processo lento de sele√ß√£o natural. Darwin foi o quinto filho de uma fam√≠lia inglesa rica e sofisticada. Depois de se formar na escola em Shrewsbury, em 1825, Darwin foi para a Universidade de Edimburgo para estudar medicina. Em 1827 ele saiu e entrou na Universidade de Cambridge para se preparar para ser ministro da Igreja da Inglaterra. L√° ele conheceu duas figuras: o ge√≥logo Adam Sedgwick e o naturista John Stevens Henslow. Henslow n√£o apenas o ajudou a ganhar mais autoconfian√ßa, mas tamb√©m ensinou seu aluno a ser um observador meticuloso e cuidadoso dos fen√īmenos naturais e a ser um colecionador de esp√©cimes. Depois de se formar em Cambridge em 1831, Darwin, de 22 anos, foi convidado a bordo do navio de pesquisa ingl√™s HMS Beagle, na ampla recomenda√ß√£o de Henslow, como um naturalista sem remunera√ß√£o em uma expedi√ß√£o cient√≠fica ao redor do mundo.

TOP 5:

Galileo

Galileo
o caminho da vida e as descobertas cient√≠ficas de Galileu Galilei, f√≠sico e astr√īnomo italiano que, junto com Kepler e Cop√©rnico, iniciaram a revolu√ß√£o cient√≠fica que culminou no trabalho do f√≠sico ingl√™s Isaac Newton. Sua principal contribui√ß√£o para a astronomia foi o uso do telesc√≥pio para a observa√ß√£o dos fen√īmenos celestes, enquanto no campo da f√≠sica ele descobriu as leis que governam a queda dos corpos e o movimento dos proj√©teis. Clique nas miniaturas das fotos para ampli√°-las.


TOP 4:

Marie Curie

Marie Curie
Seu nome de solteira era Sklodowska. Ela nasceu em Vars√≥via em 7 de novembro de 1867 e morreu em Sallanches, em 4 de julho de 1934. Ela foi a quinta filha do casamento de Ladislas Sklodowska, professor de f√≠sica e matem√°tica no Lyceum, e Bronislawa Boguska, que foi professora, pianista. e cantor. Desde tenra idade, Marie mostrou uma excelente mem√≥ria e uma grande capacidade de estudo, era um amante da leitura, hist√≥ria natural e f√≠sica. Embora sua inf√Ęncia j√° tenha sido quebrada aos 9 anos, quando sua irm√£ mais velha, Sophie, morre e, dois anos depois, sua m√£e, por causa da tuberculose. No entanto, esses golpes duros n√£o diminu√≠ram nela o desejo de estudar. Estudante brilhante e madura, com excepcional capacidade de concentra√ß√£o, Marie sonha em fazer carreira cient√≠fica, um sonho inconceb√≠vel na √©poca para uma mulher, ainda mais em seu pa√≠s, porque as universidades eram proibidas √†s mulheres. Mas, como carece de recursos econ√īmicos, ela se torna preceptor e se sacrifica para ajudar sua irm√£ Bronia, que deseja estudar medicina em Paris. Ent√£o ser√° o √ļltimo que ir√° apoi√°-la. No entanto, quando Marie terminou o ensino m√©dio, seu desejo vocacional levou-a a se matricular em um instituto particular onde ensinavam ci√™ncias. A situa√ß√£o econ√īmica prec√°ria que Marie teve de viver em seu pa√≠s se devia √†s repres√°lias pol√≠ticas que afetaram seu pai, o que afetou a obten√ß√£o dos meios necess√°rios para o sustento de sua casa. Implicava a Marie ter que deixar a casa paterna e p√īr a servi√ßo da governanta. No outono de 1891, a t√≠mida Marie mudou-se para Paris para estudar na Sorbonne. Ambiciosa, autodidata, sua √ļnica obsess√£o √© aprender. Em um s√≥t√£o do Quartier Latin ele passou fome e frio (diz-se que no inverno ele n√£o precisava de um arm√°rio, porque n√£o tinha mais roupas do que vestia). No entanto, sua vontade inabal√°vel permite-lhe obter um diploma em f√≠sica e, em seguida, matem√°tica. Al√©m disso, ele foi capaz de descobrir a liberdade intelectual e independ√™ncia que ele ansiava.

TOP 3:

Da Vinci

Da Vinci
Leonardo Da Vinci nasceu em 15 de abril de 1452, em Anchiano, uma aldeia perto da cidade de Vinci no vale do Arno, dentro dos territ√≥rios de Floren√ßa, embora para outros ele nasceu em Vinci, da√≠ o seu "sobrenome", antes que as conven√ß√Ķes de nomes atualmente em vigor na Europa foram adotadas, de modo que o nome de seu pai (Ser Piero) e o local de nascimento foram adicionados ao seu primeiro nome, sendo ent√£o "Leonardo di Ser Piero da Vinci". No entanto, Leonardo costumava assinar seus trabalhos como Leonardo ou Io, Leonardo (eu mesmo Leonardo), isto √©, sem usar o nome de seu pai, o que o leva a pensar que ele era um filho ileg√≠timo. O nome de sua m√£e era Caterina, e o av√ī paterno, Antonio, escreveu que: "Um neto meu nasceu, filho de ser Piero meu filho no dia 15 de abril na segunda-feira [√†s 20h30] [...] Seu nome √© Lionardo. Ele o nomeou Piero di Bartolomeo da Vinci, na presen√ßa de Papino di Nanni, Meo di Turim, Pier di Malvolto, Monna Lisa di Domenico di Brettone ¬Ľ. [2] No cadastro de Vinci, nas notas do ano de 1457, reflete-se que o chamado Antonio tinha 85 anos e morava na cidade de Santa Croce, marido de Lucia, 64, e teve dois filhos Francesco e Piero, 30 anos , casada com Albiera, de 29 anos, e com eles viveu ¬ęLionardo filho do dito n√£o leg√≠timo Piero nascido dele e de Chataria actualmente casado com a Achattabriga di Piero da Vacca da Vinci, de 5 anos¬Ľ.

TOP 2:

Newton

Newton
O f√≠sico e matem√°tico brit√Ęnico Isaac Newton √© a figura principal da revolu√ß√£o cient√≠fica do s√©culo XVII. Newton concentrou sua aten√ß√£o em uma ampla gama de fen√īmenos. Ele estudou √≥ptica, mec√Ęnica, matem√°tica e at√© alquimia. No campo da √≥ptica, ele experimentou o prisma que lhe permitiu demonstrar que a luz branca √© composta de radia√ß√Ķes coloridas cuja refratibilidade √© diferente. Suas investiga√ß√Ķes, que n√£o estavam isentas de controv√©rsias e disputas com o conhecido cientista Robert Hooke, permitiram a funda√ß√£o da moderna f√≠sica √≥ptica. Igualmente importante foi a contribui√ß√£o de Newton para a matem√°tica. A partir das t√©cnicas cartesianas de tra√ßado tangencial, ele desenvolveu um algoritmo de c√°lculo diferencial aplic√°vel a curvas alg√©bricas. Mas suas maiores realiza√ß√Ķes ocorreram no campo da f√≠sica, que alcan√ßou uma s√≠ntese da f√≠sica terrestre e da mec√Ęnica celeste, que lan√ßou as bases da ci√™ncia moderna. As fotografias seguintes ilustram v√°rios aspectos de sua vida e suas descobertas cient√≠ficas. Clique nas miniaturas para ampli√°-las.


TOP 1:

Einstein

Einstein
Albert Einstein continua sendo uma figura m√≠tica do nosso tempo; mais, at√© mesmo, do que veio a ser na vida, se levarmos em conta que sua imagem, na forma de um cartaz e exibindo um gesto incomum de ridiculariza√ß√£o, foi elevada √† dignidade de um √≠cone dom√©stico, junto com os √≠dolos de a m√ļsica e as estrelas de Hollywood. No entanto, n√£o √© seu g√™nio cient√≠fico ou sua estatura humana que melhor o explica como um mito, mas, talvez, o ac√ļmulo de paradoxos que encerram sua pr√≥pria biografia, acentuada com a perspectiva hist√≥rica. Einstein, o defensor do pacifismo, ainda √© lembrado como o "pai da bomba"; e ainda √© comum ser creditado com a demonstra√ß√£o do princ√≠pio de que "tudo √© relativo" a ele, que ele lutou ferozmente contra a possibilidade de que conhecer a realidade significasse brincar com a galinha cega. Albert Einstein nasceu na cidade b√°vara de Ulm em 14 de mar√ßo de 1879. Ele era o primog√™nito de Hermann Einstein e Pauline Koch, ambos judeus, cujas fam√≠lias vieram da Su√°bia. No ano seguinte, mudaram-se para Munique, onde o pai foi estabelecido, juntamente com seu irm√£o Jakob, como comerciante nas not√≠cias eletrot√©cnicas da √©poca. Little Albert era uma crian√ßa quieta e egoc√™ntrica, que tinha um lento desenvolvimento intelectual. O pr√≥prio Einstein atribuiu essa lentid√£o ao fato de ter sido a √ļnica pessoa a elaborar uma teoria como a da relatividade: "um adulto normal n√£o se preocupa com os problemas colocados pelo espa√ßo e pelo tempo, pois considera que tudo o que existe √© que sabe disso j√° o conhece desde a inf√Ęncia. Eu, por outro lado, tive um desenvolvimento t√£o lento que n√£o comecei a fazer perguntas sobre o espa√ßo e o tempo at√© estar mais velho ‚ÄĚ.