Os exploradores mais famosos e destemidos da história

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Os exploradores mais famosos e destemidos da história
Fonte: listas.20minutos.es
Esta √© uma lista dos exploradores mais famosos e intr√©pidos que foram acima e al√©m para descobrir e descobrir o mundo em que vivemos. Mas, na √Ęnsia de explorar os inexplorados, muitos deles (se n√£o todos) violaram a soberania e os direitos dos nativos que encontraram no caminho e at√© derramaram o sangue de todos que n√£o concordavam com suas id√©ias. . Vote no que voc√™ considera ter feito as descobertas mais importantes da hist√≥ria

TOP 18:
Lewis e Clark (sugerido por Laura Williams)
Lewis e Clark (sugerido por Laura Williams)
A expedi√ß√£o de Lewis e Clark (1804-06), comandada por Meriwether Lewis e William Clark, foi a primeira expedi√ß√£o terrestre que, partindo do leste dos Estados Unidos, chegou √† costa do Pac√≠fico e retornou. A expedi√ß√£o Lewis e Clark foi a primeira expedi√ß√£o terrestre nos Estados Unidos a chegar √† costa do Pac√≠fico, mas mais de uma d√©cada antes, foi precedida por uma expedi√ß√£o brit√Ęnica (canadense), liderada pelo explorador Sir Alexander Mackenzie em julho de 1793. , que foi a primeira a ser conclu√≠da, por pessoas n√£o ind√≠genas, a primeira travessia do subcontinente norte-americano ao norte do M√©xico. "Sa√≠mos de Pittsburgh hoje √†s 11 horas da manh√£ com um grupo de 11 pessoas, sete das quais s√£o soldados, um piloto e tr√™s jovens em julgamento que se ofereceram para me acompanhar nesta jornada". Com essas palavras, escritas em 31 de agosto de 1803, Meriwether Lewis come√ßou sua primeira entrada em seu livro de viagens sobre a √©pica expedi√ß√£o de Lewis e Clark ao Oceano Pac√≠fico. Lewis proclamou que a foz do rio Dubois (na margem leste do Mississippi, em frente √† foz do rio Missouri) era o ponto de partida oficial da expedi√ß√£o, embora os dois meses e meio que levaram para descer o rio Ohio possam ser considerados o verdadeiro come√ßo. Clark fez a maioria dos preparativos atrav√©s de cartas enviadas a Jefferson. Ele comprou dois recipientes grandes e cinco baldes menores de sal, uma tonelada de carne de porco seca e rem√©dios.

TOP 17:
Juan Caboto
Juan Caboto
Giovanni Caboto (c.1450 - c. 1499), chamado em espanhol Juan Caboto e em ingl√™s John Cabot, era um comerciante, navegador e explorador italiano considerado um dos primeiros europeus dos tempos modernos a chegar ao continente em 1497 da Am√©rica do Norte. Ele era o pai do explorador Sebasti√°n Caboto. Juan Caboto nasceu por volta de 1450 em G√™nova, It√°lia, de acordo com documentos antigos sobre sua fam√≠lia, embora de acordo com outras fontes ele teria nascido em Gaeta. Por volta de 1461, Caboto estava morando em Veneza e veio para obter a cidadania veneziana, a cidade onde passou sua inf√Ęncia e juventude. Aproximadamente em 1482, casou-se com uma dama veneziana, Mattea, com quem teve tr√™s filhos: Sebasti√°n, Luigi e Santo. Como seu pai, ele se dedicou ao com√©rcio com os portos do Mediterr√Ęneo oriental, tornando-se um especialista em marinha. Bens valiosos da √Āsia, como especiarias, seda, pedras preciosas e metais, eram trazidos por terra ou pelo Mar Vermelho para serem vendidos na Europa. Os venezianos tiveram um papel importante nesse tr√Ęnsito. Enrique VII concedeu a Caboto e seus tr√™s filhos o direito de procurar ilhas e pa√≠ses pag√£os com 5 navios sob a bandeira inglesa, com a seguinte garantia: "autoridade plena e livre, permiss√£o e poder para navegar para todas as partes, regi√Ķes e costas dos mares do leste, oeste e norte, sob nossas bandeiras, bandeiras e bandeiras, com cinco navios ou navios da carga e qualidade que ele deseja e com quantos e quais marinheiros e homens ele deseja levar com ele nesses navios, √†s suas pr√≥prias custas e despesas, encontrar, descobrir e investigar, sejam ilhas, pa√≠ses, regi√Ķes ou prov√≠ncias de pag√£os e infi√©is, estar nas partes do mundo que antes daquele momento eram desconhecidas de todos os crist√£os ¬Ľ. Em 1496, Caboto deixou Bristol com um navio, mas n√£o conseguiu ir al√©m da Isl√Ęndia e foi for√ßado a retornar devido a disputas com a tripula√ß√£o. Em uma segunda tentativa, Caboto deixou Bristol novamente com um √ļnico navio, o Matthew, um pequeno navio de 50 toneladas com 18 tripulantes, pequeno, mas r√°pido e capaz. Ele partiu em maio (2 ou 20 de maio) de 1497 e navegou para Dursey (latitude 51 ¬į 36N), Irlanda. Ele chegou √† costa da Terra Nova em 24 de junho de 1497, acreditando que eram as costas asi√°ticas de Cipango. A localiza√ß√£o precisa √© controversa, com Bonavista ou St John's na ilha de Terra Nova e tamb√©m Cape Breton Island, Nova Esc√≥cia, Labrador ou Maine. Cape Bonavista √© o ponto de chegada oficialmente reconhecido pelos governos do Canad√° e do Reino Unido. Seus homens podem ter sido os primeiros europeus a pisar na Am√©rica do Norte desde os vikings, j√° que Crist√≥v√£o Colombo n√£o encontrou terras continentais na Am√©rica do Sul at√© sua terceira viagem, em 1498, e as cartas referentes a uma viagem de Amerigo Vespucci em 1497, geralmente acredita-se ser falsifica√ß√Ķes ou falsidades. Caboto desembarcou para se apossar dele e explorou a costa por algum tempo, saindo em 20 de julho de volta. Naquela viagem, seus marinheiros pensaram incorretamente que estavam indo para o norte, ent√£o Cabot navegou um curso mais ao sul, chegando na Gr√£-Bretanha em vez da Inglaterra, e em 6 de agosto retornou a Bristol. De volta √† Inglaterra, Caboto foi nomeado Almirante e recebeu 10 libras e uma nova patente real para uma nova viagem. Mais tarde, ele recebeu uma pens√£o de ¬£ 20 por ano. No ano seguinte, 1498, ele novamente comandou uma expedi√ß√£o de 5 navios. Um deles retornou a um porto irland√™s devido a danos causados por tempestades. Ap√≥s o reparo, o navio partiu novamente na dire√ß√£o oeste. N√£o havia mais not√≠cias de Cabot e sua expedi√ß√£o e sup√Ķe-se que eles alcan√ßaram a Groenl√Ęndia no norte e a Ba√≠a de Chesapeake no sul. A partir de 1499, n√£o h√° mais not√≠cias dele. As descobertas de Caboto foram a base das reivindica√ß√Ķes inglesas na Am√©rica do Norte.


TOP 16:
Bartolomé Díaz
Bartolomé Díaz
Bartolom√© D√≠az (em portugu√™s, Bartolomeu Dias - 1450 - perto do Cabo da Boa Esperan√ßa (hoje √Āfrica do Sul), 29 de maio de 1500) foi um navegador portugu√™s conhecido por ser o primeiro explorador europeu a virar a ponta sul da √Āfrica no in√≠cio de 1488 , alcan√ßando o Oceano √ćndico a partir do Atl√Ęntico, um dos eventos mais importantes da hist√≥ria da vela. Bartolom√© D√≠az foi o primeiro navegador a navegar para longe da costa no Atl√Ęntico Sul. Sua jornada, continuada por Vasco de Gama, uma d√©cada depois (1497-99), contribuiu para a descoberta da rota mar√≠tima para a √ćndia. Em 1486, o rei Jo√£o II confiou-lhe o comando de uma pequena frota para viajar pela √Āfrica atrav√©s do sul, com o objetivo p√ļblico de aprender not√≠cias sobre o m√≠tico reino crist√£o de Preste Juan, com o qual o rei queria estabelecer rela√ß√Ķes amistosas e teve enviado no mesmo ano, por terra e em miss√£o secreta, a P√™ro da Covilh√£ e Jo√£o Afonso da Aveiro. O objetivo n√£o declarado da expedi√ß√£o era investigar a verdadeira extens√£o das costas do sul da √Āfrica, avaliar a possibilidade de uma rota mar√≠tima para a √ćndia. Diaz levou dez meses para preparar a expedi√ß√£o e ele deixou Lisboa no final de julho ou in√≠cio de agosto de 1487, com duas caravelas armadas de 50 toneladas e um navio de suprimentos. Ele seria acompanhado nessa viagem por P√™ro de Alenquer, como piloto do capit√£o de navio, S√£o Crist√≥v√£o, que contava a primeira viagem de Vasco da Gama; Jo√£o Infante, no comando da caravela S. Pantale√£o, pilotado por √Ālvaro Martins; e P√™ro Dias, irm√£o de Bartolom√©, comandando o navio de suprimentos, com Jo√£o de Santiago como piloto. Jo√£o Grego tamb√©m participou da expedi√ß√£o e foram acompanhados por dois negros e quatro mulheres, capturados por Diogo C√£o na costa oeste da √Āfrica, que serviriam como int√©rpretes para explicar aos nativos o objetivo da expedi√ß√£o. Bem alimentados e vestidos, eles seriam libertados na costa leste para testemunhar √†s popula√ß√Ķes locais dessas √°reas a bondade e a grandeza dos portugueses, enquanto coletavam informa√ß√Ķes sobre o reino de Preste Juan. A expedi√ß√£o navegou para o sul ao longo da costa oeste da √Āfrica, navegando pela primeira vez at√© a foz do rio Congo, descoberta em 1486 por Diogo C√£o e Martin Behaim. Eles foram fornecidos na fortaleza portuguesa de San Jorge de la Mina, na Costa do Ouro (atualmente Elmina, veja o mapa). De l√°, percorreram a costa africana de Angola e, em 8 de dezembro, D√≠az chegou ao golfo de Santa Maria da Concei√ß√£o (Walbisbaai, Walvis Bay, na atual Nam√≠bia), o ponto mais ao sul mapeado pela expedi√ß√£o de Diogo Cao. No final de dezembro de 1487, eles chegaram a um lugar perto da foz do rio Orange e ergueram um padrao de pedra e chamavam de Angra dos Voltas. Continuando para o sul, ele descobriu Angra dos Ilh√©us e em dire√ß√£o a Port Nolloth, no noroeste da atual √Āfrica do Sul, eles se afastaram da costa e foram varridos por uma tempestade violenta durante o m√™s de janeiro de 1488, passando pelo sul a capa que Atualmente, √© chamado Cabo da Boa Esperan√ßa, sem realmente v√™-lo. Treze dias depois, aproveitando os ventos da Ant√°rtica que sopram fortemente no Atl√Ęntico Sul, navegaram para o nordeste, redescobrindo a costa, que j√° estava orientada leste-oeste e norte (j√° a leste do Cabo da Boa Esperan√ßa) e eles continuaram para o leste, mapeando v√°rias ba√≠as da costa da atual √Āfrica do Sul (√ļteis no futuro como portos naturais). Eles chegaram √† Aguada de S√£o Br√°s (hoje Ba√≠a de San Blas) (hoje Mosselbaai, Mossel Bay) em 3 de fevereiro de 1488, a que batizaram Bahia dos Vaqueiros (Ba√≠a dos Vaqueros). Eles seguiram a costa leste e alcan√ßaram a Ba√≠a de Algoa (700 km a leste do Cabo da Boa Esperan√ßa) e depois alcan√ßaram o rio Groot-Visrivier (ou rio Fish), que chamaram de rio Infante, em homenagem a Jo√£o Infante, comandante da a segunda caravela. A expedi√ß√£o de D√≠az alcan√ßou seu ponto mais distante no Oceano √ćndico em 12 de mar√ßo de 1488, quando ancoraram em Kwaaihoek, perto da foz do rio Bushman, onde foi constru√≠do um padr√£o - o Padr√£o de S√£o Gregorio. D√≠az queria continuar navegando para a √ćndia, mas foi for√ßado a retornar quando sua tripula√ß√£o se recusou a ir al√©m, devido √† escassez de provis√Ķes e os navios foram seriamente danificados pela tempestade. A tripula√ß√£o revoltante obrigou o capit√£o a retornar a Portugal seguindo a costa em dire√ß√£o ao oeste. No caminho de volta, sempre √† vista da costa, descobriram o Cabo Agulhas, o ponto mais ao sul do continente, e o Cabo das Tormentas, agora Cabo da Boa Esperan√ßa, por ser o local onde os tempestade e eles haviam delineado pelo alto mar na jornada para o exterior. Nesta viagem de volta, ele colocou padr√Ķes de pedra nos principais pontos descobertos: a atual Ilha Falsa (Ilha Falsa), a ponta do t√°xi

TOP 15:

Leif Eriksson

Leif Eriksson
Leif Eriksson (em n√≥rdico antigo Leifr Eir√≠ksson), apelidado de The Lucky One (Leifr hinn heppni) (c. 970 - c. 1020), era um explorador viking, considerado um dos primeiros europeus a chegar √† Am√©rica do Norte. Seu patron√≠mico, Ericson, tamb√©m pode ser escrito como Ericsson, Eir√≠ksson ou Erikson. Nascido na Isl√Ęndia, Leif foi o segundo dos filhos do explorador noruegu√™s Erik the Red, que por volta de 985 fundou o primeiro assentamento viking na Groenl√Ęndia, logo ap√≥s ser exilado da Isl√Ęndia. Por volta do ano 1000, guiado pelas contas do comerciante Bjarni Herj√≥lfsson, seguiu para o oeste e passou o inverno em uma terra que chamou Vinland, que ele descreveu como abundante em salm√Ķes e pastagens. Seu campo constituiria o primeiro assentamento europeu na Am√©rica, quinhentos anos antes de Crist√≥v√£o Colombo, acredita-se que ele foi um dos primeiros a descobrir o continente americano sem saber o que havia descoberto. Seu irm√£o Thorvald Eriksson foi o primeiro europeu a ter contato com os amer√≠ndios e tamb√©m sua primeira v√≠tima. O campo, Leifsb√ļ√įir, estava localizado no extremo norte da ilha de Terra Nova, no local conhecido hoje como L'Anse aux Meadows e durou apenas algumas d√©cadas antes de ser abandonado, devido √† agressividade, saques e, acima de tudo, ao continuum. ass√©dio sofrido pelos colonizadores pelos ind√≠genas (possivelmente algonquiano).

TOP 14:

James Cook

James Cook
James Cook (Marton, North Yorkshire, 27 de outubro de 1728 - Hava√≠, 14 de fevereiro de 1779) era um navegador, explorador e cart√≥grafo brit√Ęnico. Ele fez tr√™s viagens pelo Oceano Pac√≠fico, durante as quais grandes √°reas foram descritas com precis√£o, e muitas ilhas e costas foram documentadas pela primeira vez em mapas europeus. Suas maiores realiza√ß√Ķes foram a reivindica√ß√£o da Gr√£-Bretanha na costa leste da Austr√°lia, descoberta pelos espanh√≥is no s√©culo XVI; as ilhas do Hava√≠, descobertas pelo espanhol √Ālvaro de Saavedra em 1527 e a circunavega√ß√£o e cartografia da Terra Nova e da Nova Zel√Ęndia. Durante a Guerra dos Sete Anos, Cook participou do site na cidade de Quebec, antes da Batalha das Plan√≠cies de Abra√£o, em 1759. Ali ele demonstrou sua capacidade de topografia e cartografia, e foi respons√°vel por desenhar mapas de grande parte da entrada do rio San Lorenzo durante o cerco, permitindo ao general Wolfe lan√ßar seu ataque surpresa √†s plan√≠cies de Abra√£o. Entre 1763 e 1767, Cook desenhou cartas nas margens irregulares da Terra Nova; entre 1763 e 1764, atrav√©s do estreito noroeste; entre 1765 e 1766, a costa sul entre a pen√≠nsula de Burin e Cape Ray; e, finalmente, a costa oeste durante o ano de 1767. Essas cinco temporadas de Cook resultaram no primeiro mapa em grande escala e altamente preciso do local. Eles tamb√©m deram a Cook um grande dom√≠nio da pr√°tica topogr√°fica, realizada sob condi√ß√Ķes adversas, que chamaram a aten√ß√£o da Marinha Real e da Royal Society, em um momento crucial, tanto na carreira pessoal de Cook quanto na postura brit√Ęnica do rosto. para descobertas no exterior. Em 1766, a Royal Society o contratou para viajar para o Oceano Pac√≠fico, com o objetivo de observar e documentar o tr√Ęnsito de V√™nus sobre o Sol. Em 1768, Cook partiu sob o HMB Endeavour da Inglaterra, cercou o Cabo Horn e seguiu para o oeste. atrav√©s do Pac√≠fico, at√© chegar ao Taiti em 13 de abril de 1769, onde as observa√ß√Ķes deveriam ser feitas. O tr√Ęnsito de V√™nus estava previsto para o dia 3 de junho daquele ano; portanto, at√© aquele momento, ele estava encarregado de construir um pequeno forte e observat√≥rio. O astr√īnomo designado para a tarefa de observa√ß√£o foi Charles Green, assistente de Nevil Maskelyne na Casa Real. O principal objetivo da miss√£o era obter medi√ß√Ķes que pudessem ser usadas com maior precis√£o para calcular a dist√Ęncia entre V√™nus e o Sol. Se isso fosse alcan√ßado, as dist√Ęncias dos outros planetas conhecidos poderiam ser calculadas com base em suas √≥rbitas relativas. Green, Cook e Solander fizeram medi√ß√Ķes separadas, que apresentaram varia√ß√Ķes maiores que as margens de erro esperadas. A instrumenta√ß√£o utilizada foi adequada para o tempo, mas os m√©todos utilizados n√£o eliminaram os erros. Mais tarde, quando seus resultados foram comparados com outros observadores do mesmo evento de outras partes do mundo, o resultado n√£o foi t√£o conclusivo ou preciso quanto se esperava. Conclu√≠das as observa√ß√Ķes, Cook partiu para o segundo objetivo de sua jornada: procurar no Pac√≠fico Sul sinais do continente mais ao sul: Terra Australis. A Royal Society, e especialmente Alexander Dalrymple, acreditavam que ela deveria existir; no entanto, Cook tinha suas pr√≥prias d√ļvidas sobre isso. Com a ajuda de Tupaia, um taitiano que possu√≠a grande conhecimento da geografia do Pac√≠fico, Cook conseguiu chegar √† Nova Zel√Ęndia, sendo o segundo europeu a chegar l√°. Abel Tasman, em 1642, foi o primeiro. Cook mapeou toda a costa da Nova Zel√Ęndia, cometendo apenas alguns pequenos erros. Ele tamb√©m descobriu o Estreito de Cook, que separa a Ilha Norte da Ilha Sul, que Tasman n√£o tinha visto. Ele ent√£o partiu para o oeste, para tentar chegar √† Terra de Van Diemen (hoje Tasm√Ęnia), vista por Tasman, para estabelecer se fazia parte ou n√£o do lend√°rio continente sulista. No entanto, eles foram for√ßados a continuar indo para o norte devido aos ventos fortes. Quando avistaram a terra, Cook o nomeou Punta Hicks, pois Leuit Hicks foi o primeiro a avist√°-la. Cook pensou que poderia ser a Terra de Van Diemen, mas na verdade era parte da costa sudeste da Austr√°lia, e com isso eles se tornaram os primeiros europeus conhecidos a encontrar a costa leste do continente. O local avistado geralmente √© calculado como um ponto intermedi√°rio entre as atuais cidades de Orbost e Mallacota, no estado de Victoria. Uma nova pesquisa da √°rea, feita em 1843, renomeou o lugar Cape Everard. No anivers√°rio do avistamento, o nome foi oficialmente mudado para Punta Hicks novamente. O HMB Endeavour continuou para o norte, contornando a costa, mantendo a terra √† vista. Cook mapeou e nomeou v√°rios lugares com nomes diferentes. Depois de voc√™


TOP 13:

Juan de la Cosa

Juan de la Cosa
Juan de la Cosa (¬ŅSanto√Īa?, Cant√°bria, Espanha; entre 1450 e 1460? - Turbaco, Col√īmbia; 28 de fevereiro de 1510) [1] foi um navegador e cart√≥grafo espanhol conhecido por ter participado de sete das primeiras viagens a Am√©rica e por ter desenhado o mapa preservado mais antigo em que o continente americano aparece. De la Cosa teve um papel de destaque na primeira e segunda viagens de Crist√≥v√£o Colombo √†s Antilhas e, em 1499, ele participou como piloto s√™nior da expedi√ß√£o de Alonso de Ojeda √†s costas do continente sul-americano. Em seu retorno √† Andaluzia, desenhou seu famoso mapa do mundo e logo depois embarcou novamente para as √ćndias, desta vez com Rodrigo de Bastidas. Nos anos seguintes, ele alternou viagens √† Am√©rica sob seu pr√≥prio comando, com ordens especiais da Coroa, incluindo uma miss√£o como espi√£o em Lisboa e participa√ß√£o na Reuni√£o de Pilotos de Burgos de 1508. Em 1509, ele empreendeu qual seria sua √ļltima expedi√ß√£o, de novamente com Ojeda, para tomar posse das costas da atual Col√īmbia. La Cosa morreu em um confronto armado com povos ind√≠genas antes de poder exercer seu cargo como xerife s√™nior de Urab√°. Em 1492, ele participou da Primeira Viagem de Crist√≥v√£o Colombo √†s √ćndias, a bordo de seu navio, que segundo os cronistas posteriores foi renomeado Santa Mar√≠a para a ocasi√£o. Ele ocupou o cargo de mestre, com Columbus sendo o capit√£o. O barco foi destru√≠do na noite de 24 a 25 de dezembro do mesmo ano, na costa haitiana. O jornal escrito por Bartolom√© de las Casas, supostamente baseado nas anota√ß√Ķes de Col√≥n, acusa pessoalmente La Cosa do incidente, dizendo que aconteceu sob sua guarda e que ele tamb√©m fugiu em vez de ajudar o navio. No entanto, em 1494, La Cosa recebeu uma compensa√ß√£o financeira dos reis pelo afundamento de seu navio na primeira viagem. Ele recebeu o direito de transportar "duzentas cahices de trigo" da Andaluzia para a Biscaia, isentando-o de pagar determinadas taxas. Este documento, que fala do marinheiro em termos louv√°veis ("bons servi√ßos que voc√™ nos prestou") faz os historiadores pensarem que, na realidade, Juan de la Cosa n√£o era o culpado pela perda de seu navio, ao contr√°rio do que o jornal afirma. Juan de la Cosa participou da segunda viagem de Colombo (1493-1496) e acredita-se que ele deve ter sido um dos cart√≥grafos da expedi√ß√£o. No entanto, de acordo com uma folha de pagamento datada em 1497 e descoberta por Montserrat Le√≥n Guerrero em 1998, La Cosa teria se matriculado como um simples marinheiro no Nao Colina, cobrando mil maravedis por m√™s. Tamb√©m se sabe que Juan de la Cosa participou da explora√ß√£o da costa cubana, uma vez que foi um dos signat√°rios do juramento em que Colombo obrigou sua tripula√ß√£o a declarar que Cuba n√£o era uma ilha. Nesse documento, datado de junho de 1494, La Cosa aparece como um marinheiro da caravela Ni√Īa, embora ele tamb√©m pudesse ser um dos "mestres das cartas tonto" mencionados no texto. Alguns documentos da segunda viagem de Colombo mencionaram um marinheiro chamado Juan Vizca√≠no, que alguns historiadores confundiram com Juan de la Cosa. A descoberta da folha de pagamento de 1497 mostrou que, na realidade, n√£o uma, mas duas pessoas chamadas Juan Vizca√≠no e tamb√©m Juan de la Cosa participaram dessa expedi√ß√£o, de modo que finalmente eram tr√™s pessoas diferentes. A maioria dos historiadores acredita que Juan de la Cosa n√£o participou da terceira viagem de Colombo √†s √ćndias (1498 - 1500). No entanto, Bartolom√© de las Casas escreveu que La Cosa "naquela √©poca (1500) era o melhor piloto que, para aqueles mares, havia viajado em todas as viagens que o almirante havia feito", o que incluiria a terceira viagem. H√° tamb√©m uma declara√ß√£o de uma testemunha nos processos colombianos que afirma ter visto La Cosa com Colombo "quando Paria foi descoberta", que normalmente deveria ter acontecido na terceira viagem. Por esse motivo, o historiador Jes√ļs Varela Marcos acredita que La Cosa participou da terceira viagem de Colombo e deveria ter retornado √† Europa antes do almirante.

TOP 12:

Basco de Gama

Basco de Gama
Vasco da Gama ou Vasco de Gama, conde da (de) Vidigueira (Sines, Portugal, ca. 1460 ou 1469 - Cochin, √ćndia, 24 de dezembro de 1524), era um famoso navegador e explorador portugu√™s. Na Era dos Descobrimentos, ele se destacou por ter sido o comandante dos primeiros navios que navegavam diretamente da Europa para a √ćndia, a mais longa viagem oce√Ęnica realizada at√© agora, a mais longa (ida e volta) do que uma volta completa ao mundo em o equador. No final de sua vida, por um breve per√≠odo em 1524, ele foi governador da √ćndia portuguesa com o t√≠tulo de vice-rei. Em sua homenagem, a grande comunidade portuguesa da cidade do Rio de Janeiro nomeou seu time de Regatas Vasco da Gama, hoje um dos mais importantes times de futebol do Brasil e, consequentemente, da Am√©rica Latina. Vasco de Gama e sua esposa, Catarina de Ata√≠de, tiveram seis filhos e uma filha: Francisco da Gama (conde de Vidigueira); Estev√£o da Gama (1505-76), 11¬ļ governador da √ćndia; Paulo da Gama; Cristov√£o da Gama (1515-1542), m√°rtir na Eti√≥pia; Pedro da Silva da Gama; √Ālvaro de Ata√≠de, capit√£o de Malaca, e Isabel de Ata√≠de da Gama. Vasco da Gama foi um dos respons√°veis pelo sucesso de Portugal como pot√™ncia. O √©pico nacional portugu√™s, Os Lus√≠adas, de Lu√≠s Vaz de Cam√Ķes, refere-se principalmente √†s viagens de Da Gama. Eles s√£o chamados Vasco da Gama: uma cidade portu√°ria em Goa; Uma grande cratera lunar; Tr√™s times de futebol brasileiros e um time de Goa, o Vasco Sports Club; Uma igreja em Kochi; Uma ponte e uma torre em Lisboa. Vasco de Gama est√° em 86¬ļ na lista das 100, as figuras mais influentes da hist√≥ria, de acordo com Michael H. Hart. Em 1994, foi representado nas notas portuguesas de 5.000 escudos. Em 1998, os projetos preparados para comemorar o V Centen√°rio da chegada de Vasco da Gama √† √ćndia pelo governo portugu√™s tiveram que ser abandonados devido √† raiva p√ļblica que causou o evento.

TOP 11:

Pedro √Ālvares Cabral

Pedro √Ālvares Cabral
Pedro √Ālvares Cabral (ou Pedro √Ālvarez Cabral, como √© tradicionalmente conhecido em espanhol) (Belmonte, 1467 ou 1468 - Santar√©m, 1520 ou 1526) era um nobre e navegador portugu√™s conhecido por ter comandado a segunda frota portuguesa para a √ćndia , em cuja viagem ele fez a descoberta do Brasil em 22 de abril de 1500. Em 22 de abril de 1500, uma quarta-feira da semana ap√≥s o domingo de P√°scoa, ap√≥s quarenta e tr√™s dias de viagem ap√≥s deixar o litoral Africano, Cabral avistou o Monte Pascoal, no litoral sul do atual estado da Bahia. No dia seguinte, ocorreu um primeiro contato com os povos ind√≠genas. Em 24 de abril, ele navegou ao longo da costa para o norte em busca de abrigo, fundando na atual ba√≠a de Santa Cruz Cabr√°lia, nos arredores da atual cidade de Porto Seguro, onde permaneceu at√© 2 de maio. Convencido de que a terra rec√©m-descoberta era uma ilha, Cabral chamou-a de Vera Cruz (ilha de Vera Cruz) e se apoderou dela construindo uma cruz e mantendo um servi√ßo religioso, a primeira missa em Brasil, oficiado em 26 de abril de 1500, domingo de P√°scoa, por um franciscano, padre Jos√© de Anchieta, mais tarde bispo de Ceuta. (A cruz de ferro usada nesse servi√ßo √© encontrada na Catedral do Tesouro em Braga e foi trazida de volta ao Brasil para a inaugura√ß√£o de Bras√≠lia em 1960). Cabral tomou posse da terra descoberta, em nome da Coroa Portuguesa, e enviou um dos navios menores, o navio encarregado de suprimentos sob o comando de Gaspar de Lemos, de volta a Portugal, com as not√≠cias, incluindo a Carta de Pero Vaz de Caminha.


TOP 10:

Erik, o Vermelho

Erik, o Vermelho
Erik the Red ou Erik Thorvaldsson (filho de Thorvald; em noruegu√™s antigo: Eirikr rau√įi √ěorvaldsson), tamb√©m conhecido como Erikur Raudi (* 950 - 1003), pirata, comerciante e explorador viking. Ele fundou o primeiro assentamento viking na Groenl√Ęndia. Ele nasceu no distrito de J√¶ren, Rogaland, na Noruega, filho de Thorvald Asvaldsson, motivo pelo qual tamb√©m √© conhecido como Erik Thorvaldssen. O apelido do vermelho √© provavelmente devido aos massacres que causou nas cidades atacadas. Enquanto a hist√≥ria popular credita Erik como o fundador da Groenl√Ęndia, o povo n√≥rdico antes dele j√° havia descoberto e at√© tentado se estabelecer nessas terras antes. A tradi√ß√£o diz que um homem chamado Gunnbj√∂rn Ulfsson foi o primeiro a ver essa massa terrestre. Um s√©culo antes da chegada de Erik, ventos fortes teriam arrastado Gunnbj√∂rn para aquela terra, que ele chamou de Gunnbj√∂rnarsker (ilhas Gunnbj√∂rn). A natureza acidental de tal descoberta, no entanto, faz de Erik the Red o maior cr√©dito da hist√≥ria da Groenl√Ęndia, como seu descobridor oficial. Depois de Gunnbj√∂rn, Snaebj√∂rn Galti tamb√©m visitou a Groenl√Ęndia. Segundo os registros da √©poca, a tentativa deste homem de estabelecer uma popula√ß√£o ali terminou em desastre. Nesse contexto, em aproximadamente 982 dC, Erik navegou para esta terra misteriosa e desconhecida. Ele circulou a capa sul da ilha (mais tarde conhecida como capa de despedida) e navegou pela costa oeste. Com o tempo, alcan√ßou uma parte da costa razoavelmente livre de gelo e, portanto, tinha - como a Isl√Ęndia - condi√ß√Ķes que lhe davam a chance de prosperidade e desenvolvimento futuros. De acordo com a saga acima mencionada, Erik passou tr√™s anos de seu ex√≠lio explorando esta terra. Ele o nomeou "Groenl√Ęndia" ("Terra Verde"). Ele passou o primeiro inverno em Eiriksey e o segundo em Eiriksholmar (perto de Hvarfsgnipa). No ver√£o seguinte, ele explorou toda a costa para lugares ao norte, como Snaefell ou Hrafnsfjord. Quando seu ex√≠lio terminou, ele retornou √† Isl√Ęndia e trouxe consigo hist√≥rias magn√≠ficas sobre aquela "terra verde". Erik batizou aquela terra com um nome muito mais sugestivo do que "Isl√Ęndia" ("Terra do Gelo"), a fim de atrair colonos islandeses, pois acreditava que com ela as pessoas se sentiriam mais dispostas a participar da coloniza√ß√£o. Para criar um assentamento duradouro na Groenl√Ęndia, Erik precisava de tantas pessoas quanto pudesse atrair. Seu plano funcionou muito bem, e muitas pessoas - particularmente aquelas "pessoas pobres da Isl√Ęndia" e aquelas que sofreram os estragos da recente fome - estavam convencidas de que a Groenl√Ęndia poderia ser sua grande oportunidade. Depois de passar o inverno na Isl√Ęndia, Erik retornou √† Groenl√Ęndia no ver√£o seguinte, em 985 DC, desta vez com um grande n√ļmero de colonos, que estabeleceram os dois primeiros assentamentos na costa sudoeste: o assentamento oriental (Eystribygg√į), no qual hoje √© Julianh√•b, onde Erik tinha sua fazenda chamada Brattahl√≠√į; e o assentamento ocidental (Vestribygg√į), em Godth√•b atual (com o tempo, um assentamento intermedi√°rio se desenvolveu, mas muitos especialistas acreditam que fazia parte do ocidental). Ambos os assentamentos, localizados na costa sudoeste, acabaram sendo as √ļnicas √°reas em que a agricultura era poss√≠vel. Durante o ver√£o, quando o tempo estava mais ameno, os colonos enviaram ex√©rcitos verdadeiros para o norte, na Ba√≠a de Disko, sobre o C√≠rculo Polar √Ārtico, para ca√ßar. Dessa maneira, obtinham carne de foca, cuja pele tamb√©m era utiliz√°vel como vestu√°rio e marfim de morsas, narvais ou baleias presas na costa, se tivessem sorte. √Č prov√°vel que nessas expedi√ß√Ķes eles tenham encontrado os inu√≠tes, que ainda n√£o habitavam a parte oriental da ilha. A hist√≥ria diz que Erik e sua esposa Theodhild tiveram quatro filhos: uma filha, Freyd√≠s Eir√≠ksd√≥ttir, e tr√™s filhos, o tamb√©m famoso explorador Leif Eriksson, Thorvald e Thorsteinn. Erik era um fervoroso defensor do paganismo n√≥rdico, ao contr√°rio de seu filho Leif e sua esposa, que constru√≠ram a primeira igreja crist√£ na Am√©rica no p√°tio de sua fazenda. Apesar do que se especula, parece improv√°vel que Leif tenha sido o pioneiro do cristianismo na Groenl√Ęndia. Leif Eriksson se tornou o primeiro viking e europeu a explorar a terra de Vinland (hoje parte de Terra Nova e Labrador, Canad√°). Diz a lenda que Leif convidou seu pai para a viagem, mas que ele caiu do cavalo no caminho e, considerando isso como um mau press√°gio, decidiu ficar. Erik morreu no primeiro inverno ap√≥s a partida de seu filho.

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Americius Vespucci

Americius Vespucci
Americo Vespucci (em italiano Amerigo Vespucci - 9 de mar√ßo de 1451, Floren√ßa, It√°lia - 22 de fevereiro de 1512, Sevilha, Espanha) foi um navegador italiano que trabalhou a servi√ßo do Reino de Portugal e da Coroa de Castela. Ele foi considerado o primeiro europeu a entender que as terras descobertas por Crist√≥v√£o Colombo formaram um novo continente; por esse motivo, o cart√≥grafo Martin Waldseem√ľller usou o nome "Am√©rica" em sua homenagem como designa√ß√£o para o Novo Mundo em seu mapa de 1507. O relato muitas vezes extravagante e contradit√≥rio de suas viagens o colocou como uma das figuras mais controversas da era das descobertas. Desde que Vespucci anunciou a descoberta do novo continente, ele recebeu v√°rios nomes, cuja aplica√ß√£o e aceita√ß√£o eram geralmente regionais. Assim, os castelhanos chamavam de "√ćndias" ou "A grande terra do sul"; os portugueses "Vera Cruz" ou "Tierra Santa Cruz". Alguns cart√≥grafos usaram "Terra do Brasil" (que, no entanto, aludiu a uma ilha imagin√°ria), "Terra dos papagaios", "Nova √ćndia" ou simplesmente "Novo mundo". Na prensa de impress√£o da abadia de Saint-Di√©-des-Vosges, em Lorena, Fran√ßa, v√°rios editores trabalharam impressionados com a leitura das publica√ß√Ķes que tentavam narrar as fa√ßanhas vespucianas: uma c√≥pia traduzida para o alem√£o da Lettera e outro franc√™s de Mundus Novus, um dos muitos que circularam na Europa. Martin Waldseem√ľller, Universalis Cosmographia (1507). Eles decidiram publicar as novas not√≠cias na forma de um pequeno tratado chamado Cosmographiae Introductio, acompanhado de uma tradu√ß√£o em latim da Lettera sob o t√≠tulo "Quattuor Americi navigationes" ("Quatro viagens das Am√©ricas") e public√°-las na forma de um panfleto. Em 25 de abril de 1507, as duas primeiras edi√ß√Ķes deixaram a oficina. No cap√≠tulo IX do texto, sugeriu-se que o nome do Novo Mundo fosse "Am√©rica" (feminino por analogia com "Europa", "√Āsia" e "√Āfrica") em homenagem a quem o reconheceu como tal: "ab Americo Inventore ( ...) quase Americi terram sive Americam "(" De Am√©rico o descobridor (...) como se fosse a terra de Am√©rico ou Am√©rica "). N√£o se sabe com certeza qual das impressoras √© a criadora do nome. A Gymnase Vosgien ("Academia dos Vosges") era composta por Vautrin Lud, Nicholas Lud, Jean Basin, Mathias Ringmann e Martin Waldseem√ľller. Os especialistas s√£o a favor de Ringmann ou Jean Basin de Sandacourt, tradutor do Novus Mundus para o latim. Mart√≠n Waldseem√ľller, um proeminente professor de humanismo e cartografia alem√£o que atuou como desenhista e revisor do grupo, inscreveu o nome sonoro em um grande mapa de parede intitulado Universalis Cosmographia que ele incluiu no panfleto. L√°, parece aplicado √† Am√©rica do Sul (a primeira das tr√™s americanas a ser chamada assim). No topo do mapa, √† esquerda, ao lado de um globo em cujo hemisf√©rio o Velho Mundo est√° representado, aparece um retrato de Ptolomeu; √† direita, pr√≥ximo a um globo semelhante ao do Novo Mundo, o de Vespucci. [38] Al√©m disso, Waldseem√ľller fez uma vers√£o globular, a ser projetada em uma esfera met√°lica, uma das quais c√≥pias seriam doadas ao Duque de Lorena. [8] A voz tem tanto eufonia e √© t√£o consistente com as palavras "√Āsia" e "√Āfrica" que se estabeleceu imediatamente nas l√≠nguas do norte da Europa. No entanto, o pr√≥prio Waldseem√ľller corrigiu um mapa um pouco mais tarde, dedicado exclusivamente √† Am√©rica, intitulado Tabula Terre Nove, e n√£o usou esse nome novamente em mapas posteriores, que tamb√©m levaram tempo para serem adotados na pen√≠nsula Ib√©rica e suas col√īnias, onde os O nome mais usado permaneceu por muito tempo "√ćndias Ocidentais". De fato, o nome da Am√©rica n√£o foi usado novamente em um mapa at√© o aparecimento da c√≥pia do mapa de Waldseem√ľller publicada por Petrus Apianus em 1520 com o t√≠tulo Tipus Orbis Universalis. Mil c√≥pias foram feitas da Cosmographiae Introductio, mas todas foram perdidas e permaneceram assim por tr√™s s√©culos e meio. Por volta de 1890, enquanto preparava sua G√©ographie du Nouveau Continent em Paris, Humboldt conseguiu encontrar o paradeiro do panfleto. O mapa-m√ļndi foi encontrado logo depois, em 1901, quando o professor Joseph Fischer o descobriu em um livro esquecido no castelo Wolfegg. Os capacetes usados para fazer a esfera foram recuperados em 1871. Em 9 de abril de 1511, Am√©rico Vespucio ditou sua vontade ao not√°rio: deixou a maior parte de sua propriedade para a esposa e pediu que seu corpo fosse enterrado na igreja de San Miguel de Sevilha ou, se n√£o for poss√≠vel l√°, na de S√£o Francisco. Ele ordenou uma missa de requiem e trinta e tr√™s para o Santo Amador, e deu dois mil maravad√≠es para orar por sua alma: enviou a Sant√≠ssima Trindade a Santa Maria da Merced e aos outros comandos acostumados a cada um.

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Juan Sebasti√°n Elcano

Juan Sebasti√°n Elcano
Juan Sebasti√°n Elcano, tamb√©m escrito Juan Sebasti√°n del Cano ou Juan Sebasti√°n de El Cano (Guetaria, Guip√ļzcoa, Espanha, 1476 - Oceano Pac√≠fico, 4 de agosto de 1526), foi um marinheiro espanhol que participou da primeira turn√™ do mundo, permanecendo no frente da expedi√ß√£o ap√≥s a morte de Fernando de Magallanes. Nascido em Guetaria (Guip√ļzcoa), Espanha, em 1476, filho de Catalina del Puerto e Juan Domingo Elcano. Desde muito jovem, ele se matriculou em barcos comerciais e de pesca, e ganhou grande experi√™ncia no mar. Em 1509, ele fez parte da expedi√ß√£o militar contra Argel, liderada pelo cardeal Francisco Jim√©nez de Cisneros. Ao voltar, ele se estabeleceu em Sevilha, e foi l√° que ele soube do projeto que o marinheiro portugu√™s Fernando de Magallanes estava se preparando para descobrir uma rota para as √ćndias pelo oeste, por uma passagem ou estreito pela Am√©rica do Sul , que o levar√° √†s ilhas das especiarias, sem ter que fazer fronteira com o continente africano ou atravessar os dom√≠nios portugueses. Foi assim que em 1519 Elcano se alistou na expedi√ß√£o de Magalh√£es como contramestre do navio Concepci√≥n, um dos cinco que compunham o esquadr√£o. O rei Carlos I da Espanha concedeu a ele uma renda anual de 500 ducados de ouro e, como escudo, uma esfera do mundo com a lenda latina: Primus circumdedisti me ("O primeiro que me virou"). O navio de treinamento da Marinha espanhola Juan Sebasti√°n Elcano recebeu esse nome em homenagem ao seu papel destacado na primeira circunavega√ß√£o da Terra. Depois de emitir um testamento em 26 de julho [5], ele morreu em 4 de agosto de 1526 a bordo do navio Victoria, quando participou da expedi√ß√£o de Garc√≠a Jofre de Loaisa √†s Ilhas Molucas.


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Fernando de Magallanes

Fernando de Magallanes
Fernando de Magallanes, tamb√©m conhecido como Hernando de Magallanes (Sabrosa, Regi√£o Norte, Portugal, primavera de 1480 - Mact√°n, Filipinas, 27 de abril de 1521) (em portugu√™s Fern√£o de Magalh√£es), era um navegador portugu√™s. Ao servi√ßo do rei da Espanha, ele descobriu o que hoje se chama Estreito de Magalh√£es, sendo o primeiro europeu a passar do Oceano Atl√Ęntico ao Oceano Pac√≠fico, at√© ent√£o chamado Mar do Sul. Come√ßou a expedi√ß√£o que, liderada por Juan Sebasti√°n Elcano em sua morte, alcan√ßaria a primeira circunavega√ß√£o da Terra em 1522. Em 10 de agosto de 1519, foi anunciada em Sevilha a partida do esquadr√£o de cinco navios, liderado por Fernando de Magallanes. Descendo pelo Guadalquivir, chegou a Sanl√ļcar de Barrameda, um porto com vista para o Oceano Atl√Ęntico. Nas semanas seguintes, o esquadr√£o terminou de suprir e outros assuntos foram resolvidos, enquanto o pr√≥prio Magalh√£es concedeu um testamento em Sevilha em 24 de agosto. Em 20 de setembro, a expedi√ß√£o partiu definitivamente de Sanl√ļcar de Barrameda (C√°dis), com a inten√ß√£o de encontrar a passagem mar√≠tima para os territ√≥rios das √ćndias Orientais e procurar o caminho que chegaria sempre pelos mares castelhanos (segundo o Tratado de Tordesilhas). para as Ilhas das Especiarias, qual era a chamada rota para o oeste, que Crist√≥v√£o Colombo j√° havia procurado. Depois de visitar as Ilhas Can√°rias, eles passaram em frente √†s ilhas de Cabo Verde e √†s costas da Serra Leoa, tocando as terras do que hoje √© o Rio de Janeiro em 13 de dezembro. Eles seguiram para o sul, passando pelo Rio da Prata (j√° descoberto por Juan D√≠az de Sol√≠s em 1516), em mar√ßo de 1520, e chegaram √† ba√≠a de San Juli√°n, que eles exploraram em busca de uma poss√≠vel passagem. Magalh√£es, em vista da chegada do inverno, decidiu ficar l√° at√© a primavera. A natureza in√≥spita desses lugares e o racionamento de alimentos a que foram submetidos provocaram descontentamento entre a tripula√ß√£o e o desejo de retornar. Houve uma conspira√ß√£o contra Magalh√£es liderada por Gaspar de Quesada, capit√£o da Concei√ß√£o, e o vidente Juan de Cartagena, que havia sido dispensado do comando de San Antonio. Embora a insurrei√ß√£o tenha ca√≠do em tr√™s navios, Magalh√£es conseguiu sufoc√°-la. Um dos capit√£es rebeldes foi assassinado e o restante foi julgado, no qual Quesada foi condenado √† morte e Cartagena abandonada na costa. Azulejo comemorativo da expedi√ß√£o Magallanes-Elcano, em Sanl√ļcar de Barrameda, ap√≥s o evento chegaram em 1¬ļ de novembro de 1520, at√© o que chamariam de "Estreito de Todos os Santos" (em homenagem a esse dia), que mais tarde ser√° chamado de estreito de Magalh√£es. Atravessar foi muito dif√≠cil, dado o terreno dif√≠cil. Para fazer isso, um navio avan√ßou na explora√ß√£o procurando o melhor caminho e refazendo seus pr√≥prios passos para seguir o restante at√© a √°rea explorada. Uma vez conclu√≠das essas etapas meticulosas, eles conseguiram sair do "labirinto" em dire√ß√£o ao Oceano Pac√≠fico, que eles batizaram com esse nome (que permaneceria, fazendo-os esquecer o anterior do Mar do Sul) devido ao fato de n√£o encontrarem tempestade no caminho. A Expedi√ß√£o Magalh√£es-Elcano foi atormentada por contratempos e dificuldades. A m√° sorte de Magalh√£es queria que, durante tr√™s meses entre o Estreito de Magalh√£es e as Ilhas Molucanas, ele n√£o descobrisse nenhum ponto de terra firme, de modo que a fome e o escorbuto atingiram sua tripula√ß√£o, a tal ponto que pagaram moedas grandes por um simples rato para devorar. A √°gua apodreceu, escorbuto apareceu, e os homens at√© comeram couro amolecido e serragem. Antonio Pigafetta relata: "O biscoito que comemos n√£o era mais p√£o, mas um p√≥ cheio de vermes que devoravam toda a sua subst√Ęncia. Al√©m disso, tinha um odor f√©tido insuport√°vel porque estava impregnado com urina de rato. A √°gua que beb√≠amos era podre e fedia. Para n√£o morrer de fome, fomos for√ßados a comer os peda√ßos de couro que cobriam o mastro principal, para que as cordas n√£o estragassem contra a madeira ... Muitas vezes, est√°vamos reduzidos a nos alimentar com serragem; e os ratos, t√£o repugnantes para o homem, haviam se tornado um alimento t√£o procurado que meio ducado foi pago por cada um deles ... E n√£o foi tudo. Nosso maior infort√ļnio ocorreu quando fomos atacados por doen√ßa que inflou nossas mand√≠bulas at√© que nossos dentes estivessem escondidos ... ". Antonio Pigafetta. Cronista da expedi√ß√£o do Monumento a Magalh√£es em Mactan (Filipinas) erigida pelo governo de Elizabeth II La Nao Victoria de Magalh√£es Est√°tua de Lapu-Lapu, her√≥i nacional das Filipinas por matar Magalh√£es em Mactan. Este chefe tribal √© considerado o primeiro filipino a repelir a chegada dos ocidentais. Embora os historiadores considerem que n√£o era ele, mas dois outros assuntos

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Juan Ponce de León

Juan Ponce de León
Ponce de Le√≥n e Figueroa (Santerv√°s de Campos, Valladolid, acredita-se que em 8 de abril de 1460 - Cuba, julho de 1521) ele foi o conquistador espanhol de Porto Rico e o descobridor da Fl√≥rida. De ascend√™ncia nobre, era uma p√°gina de Fernando, o cat√≥lico, na corte de Juan II de Arag√≥n, e lutou na conquista do reino de Granada. √Č duvidoso que sua primeira viagem √† Am√©rica tenha sido feita com Crist√≥v√£o Colombo em 1493 ou com Ovando em 1502. De qualquer forma, ele colaborou com ele na conquista de Hispaniola e recebeu dele a tarefa de conquistar a ilha vizinha de San Juan Bautista. ou Borinqu√©n (Porto Rico) em 1508. Apesar da oposi√ß√£o de Diego Col√≥n, ele conseguiu ser nomeado governador em 1510. A ilha se submeteu sem dificuldade, gra√ßas √† convers√£o do cacique Ag√ľeyban√°; Ponce de Le√≥n p√īde dedicar-se √† funda√ß√£o de cidades e √† explora√ß√£o de ouro. Mas, ap√≥s a morte do cacique, os amer√≠ndios se revoltaram contra a domina√ß√£o castelhana e o regime de encomienda que havia sido submetido a trabalho for√ßado. Depois de uma luta dura, Ponce de Le√≥n prevaleceu sobre os nativos e retaliou sangrenta. Mais tarde, ele descobriu uma √°rea ao norte que chamou de La Florida, uma vez que foi descoberta no domingo de P√°scoa, chamada na Espanha "Pascua Florida", por sempre tocar no in√≠cio da primavera. Ele passou o resto de sua vida procurando a fonte da eterna juventude, que segundo uma lenda estava naquele lugar. √Č prov√°vel que Ponce de Le√≥n tenha chegado pela primeira vez ao Novo Mundo, onde atualmente est√° localizada a cidade de Cockburn, na ilha de Gran Turca, em Turks e Caicos, mas logo se estabeleceu em Hispaniola. Ele colaborou na conquista do povo Ta√≠no, na parte oriental de Hispaniola. Por essa participa√ß√£o, ele foi recompensado com o cargo de governador da rec√©m-criada prov√≠ncia de Higuey. Durante sua estada, ele ouviu as hist√≥rias da riqueza que existia em Borinqu√©n. A partir desse momento, ele concentrou todos os seus esfor√ßos em poder ir a esse lugar, recebendo a permiss√£o necess√°ria. Em 1508, Ponce de Le√≥n fundou o primeiro assentamento em Porto Rico, Caparra, atual San Juan. Ele foi recebido de bra√ßos abertos por Ag√ľeyban√°, um chefe de Ta√≠no, e rapidamente assumiu o controle da ilha. Por esse fato, Ponce de Le√≥n foi nomeado governador de Porto Rico em 1509. Ponce de Le√≥n, juntamente com outros conquistadores, for√ßou os Ta√≠nos a trabalhar nas minas e a construir fortalezas. Um grande n√ļmero de Tainos morreu devido √† exposi√ß√£o a doen√ßas trazidas por marinheiros europeus e por falta de imunidade a essas doen√ßas. Ponce de Le√≥n, no entanto, tornou-se rico ao servir como governador. Em 1506, ap√≥s a morte no convento de S√£o Francisco de Valladolid, em Crist√≥v√£o Colombo - que havia sido nomeado governador militar de suas descobertas - as autoridades espanholas se recusaram a conceder o mesmo privil√©gio a seu filho Diego. A Coroa ent√£o selecionou Ponce de Le√≥n para colonizar e governar a ilha de Porto Rico. Enquanto isso, Diego Col√≥n havia apresentado uma queixa no tribunal superior de Madri e conquistado seus direitos: Ponce de Le√≥n foi destitu√≠do do cargo em 1511. Sentindo que seu bom nome havia sido manchado e n√£o queria servir Diego, ele obteve o T√≠tulo necess√°rio para explorar as √°reas ao norte de Cuba. Segundo uma lenda, Ponce de Le√≥n descobriu a Fl√≥rida procurando a fonte da juventude. Embora as hist√≥rias das √°guas que restauravam a vitalidade de ambos os lados do Atl√Ęntico fossem conhecidas, muito antes de sua chegada, a hist√≥ria que ele procurava essas fontes n√£o lhe foi atribu√≠da at√© sua morte. Em sua Hist√≥ria Geral e Natural das √ćndias, de 1535, Gonzalo Fern√°ndez de Oviedo escreveu que o conquistador procurava as √°guas de Bimini para curar sua impot√™ncia sexual. Algo semelhante aparece escrito por Francisco L√≥pez de G√≥mara na Hist√≥ria Geral das √ćndias de 1551. Em 1575, Hernando de Escalante Fontaneda, um sobrevivente de um naufr√°gio que viveu com os amer√≠ndios na Fl√≥rida por dezessete anos, publicou sua mem√≥ria, em que localizou a fonte na Fl√≥rida e disse que Ponce de Le√≥n teria procurado por l√°. Embora Fontaneda duvidasse que o castelhano tivesse realmente ido para a Fl√≥rida em busca das √°guas, a hist√≥ria foi inclu√≠da na Hist√≥ria Geral das A√ß√Ķes dos Castellanos por Antonio de Herrera em 1615. Ponce de Le√≥n equipou tr√™s navios, ele pr√≥prio administrando as despesas , e partiu em sua jornada de descoberta e conquista em 1513. Em 27 de mar√ßo, ele avistou uma ilha, mas n√£o havia possibilidade de atracar. Em 2 de abril, chegou √† costa leste da terra rec√©m-descoberta em um ponto em disputa, mas est√° localizado em algum lugar na costa nordeste da atual Fl√≥rida. Ele reivindicou a Espanha e a chamou de "Fl√≥rida" por causa da vegeta√ß√£o florida que ele viu ou porque chegou l√° durante a P√°scoa. Ele ent√£o navegou para o sul ao longo da d

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Hernán Cortés

Hernán Cortés
Hern√°n Cort√©s Monroy Pizarro Altamirano (Medell√≠n (Badajoz), 1485 - Castela de la Cuesta, (Sevilha), 2 de dezembro de 1547), conquistador espanhol do imp√©rio asteca (hoje M√©xico central). Marqu√™s del Valle de Oaxaca, governador e capit√£o geral da Nova Espanha. Em 1511, ele participou da expedi√ß√£o para conquistar Cuba liderada pelo governador Diego de Vel√°zquez, de quem recebeu terras e escravos na ilha. Ele se tornou o prefeito de Santiago de Cuba, embora mais tarde tenha sido preso pelo governador, acusado de conspirar contra ele. Liberado, ele se casou com a cunhada de Diego Vel√°zquez, chamada Catalina Su√°rez Marcaida. No final de 1518, Vel√°zquez confiou-lhe o comando da terceira expedi√ß√£o, depois das de Francisco Hern√°ndez de C√≥rdoba e Juan de Grijalva, para continuar suas descobertas na costa de Yucat√°n. Mas Vel√°zquez logo desconfiou dele. Bernal D√≠az del Castillo, autor de A verdadeira hist√≥ria da conquista da Nova Espanha, conta que um bobo da corte de Vel√°zquez, chamado Cervantes, o louco, disse a seu senhor, √† maneira dos bobos da corte: ¬ę√Ä gala de meu mestre Diego Diego, qual capit√£o voc√™ escolheu? Quem √© de Medell√≠n de Extremadura, capit√£o do grande. Temo mais, Diego, n√£o levante o ex√©rcito, eu o considero um homem muito grande em suas coisas ¬Ľ. Hern√°n Cort√©s, no entanto, continuou com os preparativos para a expedi√ß√£o e, devido √† sua grande eloqu√™ncia, dons de persuas√£o e sugest√£o, ele logo conseguiu recrutar mais de 600 homens para sua causa. Antecipando a cessa√ß√£o de Diego Vel√°zquez, o ex√©rcito de Cort√©s deixou o porto de Santiago de Cuba de maneira abrupta em 18 de novembro de 1518. Como os suprimentos eram escassos, ele teve que estoc√°-los no porto de Trinidad e outros lugares. Finalmente, em 10 de fevereiro de 1519, a frota abandonou as costas de Cuba. Esse ex√©rcito consistia em 11 navios, com 518 soldados de infantaria, 16 cavaleiros, 13 vendedores ambulantes, 32 besteiros, 110 marinheiros e cerca de 200 √≠ndios e negros como auxiliares de tropas. Eles carregavam 32 cavalos, 10 canh√Ķes de bronze e 4 falcoetes. Os capit√£es eram Alonso Hern√°ndez Portocarrero (a quem a senhora indiana Marina mais tarde entregaria), Alonso D√°vila, Diego de Ord√°s, Francisco de Montejo, Francisco de Morla, Francisco de Saucedo, Juan de Escalante, Juan Vel√°zquez de Le√≥n (parente do governador) , Crist√≥bal de Olid, Gonzalo de Sandoval e Pedro de Alvarado. Muitos destes eram veteranos da guerra italiana. Ant√≥n de Alaminos, com experi√™ncia nas duas expedi√ß√Ķes anteriores de Francisco Hern√°ndez de C√≥rdoba e Juan de Grijalva, foi o principal piloto. A pior mancha no registro de servi√ßo de Cort√©s √© que ele consentiu com a tortura de Cuauht√©moc e do chefe de Tacuba, j√° que os soldados estavam sedentos por ouro, e eles acreditavam que ele tinha que saber onde estava. Ambos foram enforcados em 1525 na expedi√ß√£o infeliz a Las Hibueras, sob suspeita de trai√ß√£o. Seus inimigos ficaram intrigados com a corte do imperador Carlos V, acusando-o de pegar ouro do quinto real e de distribu√≠-lo aos conquistadores, e suspeitar que ele havia mandado envenenar sua esposa Catalina Ju√°rez (veja: Hern√°n Cort√©s e seu relacionamento sombrio com Catalina Xu√°rez) e v√°rios daqueles enviados com provis√Ķes reais. Banido do M√©xico, foi a Castilla para reivindicar o governo da Nova Espanha, mas s√≥ obteve o marquesado del Valle e deu-lhe terras perto do estado atual de Oaxaca. Hern√°n Cort√©s morreu na sexta-feira, 2 de dezembro de 1547 em Castilleja de la Custa, tentando voltar para suas posses americanas. O rei Carlos I reconheceu os fatos de Cort√©s, concedendo um bras√£o para ele e seus descendentes concedidos em Madri em 7 de mar√ßo de 1525: traga por suas pr√≥prias armas conhecidas um escudo que no meio da m√£o direita No topo, h√° uma √°guia negra com duas cabe√ßas em campo branco, que s√£o os bra√ßos de nosso imp√©rio e, na outra metade do referido meio escudo, na parte inferior, um le√£o de ouro em um campo vermelho em mem√≥ria que voc√™, disse Hernando Cortes e por sua ind√ļstria e esfor√ßo, voc√™ truxista as coisas para o estado mencionado acima e no meio da outra metade escudo da m√£o e deixou para as tr√™s principais coroas de ouro na launa de campo preto sobre os dois em mem√≥ria de tr√™s senhores da grande cidade de Voc√™ e suas prov√≠ncias derrotaram que voc√™ era a primeira muteccuma que foi morta pelos Yndios Temendole, prisioneiro e hist√≥ria do irm√£o dele que aconteceu no senhorio e se rebelou contra n√≥s e eu os expulso da cidade. e o outro que aconteceu no referido senhorio guauctemncin e manteve a revela√ß√£o acima mencionada at√© voc√™ derrot√°-lo e agarr√°-lo e na outra metade do referido meio escudo da m√£o esquerda e √† parte de abaxo voc√™ poderia trazer a cidade de tenustitan armada sobre a √°gua em lembran√ßa de que, pela for√ßa das armas, voc√™ a conquistou e a submeteu ao nosso senhorio e pela fronteira do referido escudo em campo amarelo sete capit√£es e senhores de s

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Francisco Pizarro

Francisco Pizarro
Francisco Pizarro Gonz√°lez, Marqu√©s (Trujillo, C√°ceres, 16 de mar√ßo de 1478 [1] - Lima, 26 de junho de 1541) foi o explorador e conquistador espanhol do Peru, governador de Nueva Castilla (atual territ√≥rio peruano) com sede do governo em A cidade dos reis (Lima). Ele √© lembrado por ter conseguido impor-se ao Imp√©rio Inca com a ajuda de v√°rias chefias locais, conquistando o mencionado estado imperial cujo centro de governo estava localizado no atual Peru e estabelecendo uma depend√™ncia espanhola dele. Embora ele tivesse o t√≠tulo de marqu√™s, ele era "marqu√™s sem marqu√™s"; [3] seus descendentes tinham o t√≠tulo de marqu√™s da Conquista. No entanto, √© bem poss√≠vel que ele tenha sido agraciado com o t√≠tulo de Marqu√™s de Los Atavillos, sendo este o t√≠tulo usado pelo cronista Don Francisco L√≥pez de Gomara em sua Hist√≥ria Geral das √ćndias, cap√≠tulo CXXXII. Por seus anfitri√Ķes ind√≠genas, era conhecido como Apu (chefe, senhor, general) ou Machu Capit√°n (antigo capit√£o). Em 1531, ele chegou ao Peru, que estava passando por uma guerra civil devido √† sucess√£o do imperador inca Huayna C√°pac, morto por var√≠ola. Houve um confronto entre seus sucessores, Atahualpa e seu irm√£o, a Sapa Inca Hu√°scar. Francisco Pizarro foi convidado pelo Inca Atahualpa para se encontrar em Cajamarca, atrav√©s de um emiss√°rio muito pr√≥ximo a ele. O emiss√°rio encontrou os espanh√≥is em Cajas e, al√©m de lhe trazer presentes (patos de pele, navios em forma de fortaleza, etc.), mediu as for√ßas dos espanh√≥is e o convidou a continuar sua marcha pelo vale de Chancay, perto da cidade de Chongoyape para Cajamarca para se encontrar com Atahualpa. Pizarro aceitou e enviou uma bela camisa da Holanda e dois copos de vidro ao Inca como presente. Assim, ele entrou no territ√≥rio inca com 168 soldados e 37 cavalos; foi para Cajamarca, onde fez prisioneiro de Atahualpa (16 de novembro de 1532). Algum tempo depois, apesar de ter recebido o maior resgate da hist√≥ria, ele ordenou que ele fosse executado pelos crimes de levante e por ter ordenado a execu√ß√£o de Hu√°scar, embora Pizarro se recusasse a queimar o Inca vivo. Pizarro manteve uma estreita alian√ßa com a nobreza de Cuzco, partid√°ria de Hu√°scar, o que lhe permitiu concluir a conquista do Peru. Depois de nomear Inca como irm√£o de Atahualpa, T√ļpac Hualpa, ele foi para Cuzco, capital do Imp√©rio Inca, que ocupou em novembro de 1533. Seu irm√£o Juan foi nomeado governante da cidade. O conquistador contratou casamento sob o rito cat√≥lico com a filha do imperador Inca Huayna C√°pac, Quispe Sisa, batizada como In√©s Huaylas. Com ela, ele teve dois filhos: uma primeira filha que chamou como seu pai, Francisca Pizarro Yupanqui e Gonzalo, que morreu jovem. Francisco Pizarro ordenou a execu√ß√£o de Atahualpa, apesar de seu aparente afeto por ele enquanto estava preso. Em 18 de janeiro de 1535, ele fundou na costa a Cidade dos Reis, logo conhecida como Lima, e Trujillo, com a qual come√ßou a efetiva coloniza√ß√£o dos territ√≥rios conquistados. Enquanto isso, seu irm√£o Hernando, que partiu para a Espanha para entregar o quinto rei √† coroa, voltou com o t√≠tulo de marqu√™s de seu irm√£o Francisco e o t√≠tulo antecipado de Almagro, que recebeu 200 l√©guas ao sul do territ√≥rio atribu√≠do a Pizarro. Almagro, considerando que Cuzco estava sob sua jurisdi√ß√£o, demitiu Juan Pizarro e o prendeu junto com seu irm√£o Gonzalo. Francisco veio de Lima e assinou um acordo com a Almagro em Cuzco, ap√≥s o que a Almagro partiu para o Chile. No retorno de sua fracassada expedi√ß√£o, Almagro tenta ocupar Cuzco novamente, que, defendido por seu governante Hernando Pizarro, estava resistindo a um longo cerco pelos rebeldes incas sob o comando de Manco Inca, que havia conseguido fugir do local. Espanhol Enquanto isso, Pizarro, em Lima, tamb√©m sofreu o cerco dessa cidade por Quizu Yupanqui, general e parente de Manco Inca, que depois de estar prestes a tomar a capital foi morto em batalha. A vit√≥ria de Pizarro em Lima foi devido √† sua alian√ßa estrat√©gica com os senhores √©tnicos inimigos dos incas. Nesse caso em particular, destacou-se a alian√ßa com o chefe de Huaylas. Estes foram para Lima com cinco mil homens, que lutaram com os hisp√Ęnicos na defesa de Lima contra o cerco e ataque de Quizu Yupanqui. Ap√≥s a chegada de Almagro em Cuzco, Manco Inca levantou a cerca, da qual Almagro aproveitou para aprisionar Hernando e Gonzalo Pizarro. Depois de derrotar o tenente de Pizarro, Alonso de Alvarado, em Rota de Abanday, ele chegou a um novo acordo com Pizarro em Mala (1537), pelo qual Hernando foi libertado. A paz foi curta e os dois lados se encontraram novamente na Batalha de Las Salinas (1538), perto de Cuzco. As almagristas s√£o derrotadas e Diego de Almagro processado, condenado √† morte e executado por Hernando Pizarro, na Plaza Mayor de Cuzco (8 de julho de 1538). Ap√≥s a morte de Almagro, Pizarro se dedicou


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Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin E. Aldrin

Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin E. Aldrin
Neil Alden Armstrong (Wapakoneta, Ohio, EUA, 5 de agosto de 1930) √© um ex-astronauta da NASA e o primeiro ser humano a pisar na Lua em 21 de julho de 1969, na miss√£o Apollo 11. Como comandante da Apollo 11, a primeira miss√£o pilotada na Lua, Armstrong ganhou a distin√ß√£o de ser a primeira pessoa a pousar na superf√≠cie lunar. Em 16 de julho de 1969, Armstrong, Michael Collins e Edwin E. Aldrin come√ßaram sua jornada para a Lua. Collins foi o piloto do m√≥dulo de comando. Aldrin, um especialista em sistemas, foi o piloto do m√≥dulo lunar e se tornou o segundo ser humano a andar na Lua. Como comandante da Apollo 11, Armstrong pilotou o m√≥dulo lunar e pousou com sucesso na superf√≠cie lunar. √Äs 2:56:20 (hor√°rio universal coordenado) em 21 de julho de 1969, Neil Armstrong pisou na Lua e proferiu sua famosa frase: "√Č um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade" ("Isso √© um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade "). Aldrin e Armstrong passaram cerca de duas horas e meia caminhando na Lua, coletando amostras, fazendo experimentos e tirando fotografias. Em 24 de julho de 1969, os tr√™s homens desembarcaram no Oceano Pac√≠fico e foram apanhados pelo porta-avi√Ķes USS Hornet. Os tr√™s astronautas da Apollo 11 foram homenageados com um desfile na cidade de Nova York assim que retornaram √† Terra. Armstrong recebeu a Medalha da Liberdade, a distin√ß√£o mais importante oferecida a um civil dos Estados Unidos. Outras honras de Armstrong recebidas ap√≥s a conclus√£o de sua miss√£o inclu√≠am a Medalha de Servi√ßo da NASA, a Medalha de Servi√ßo Excepcional da NASA, 17 medalhas de outros pa√≠ses e a Medalha de Honra do Congresso Espacial. No in√≠cio dos anos 70, Armstrong tornou-se Vice-Administrador Associado da Divis√£o de Aeron√°utica da Sede da NASA em Washington, DC. Nessa fun√ß√£o, ele era respons√°vel pela coordena√ß√£o e administra√ß√£o do trabalho geral de pesquisa e tecnologia. NASA relacionada √† aeron√°utica. Depois de deixar a NASA em 1971, ele come√ßou seu trabalho como professor de engenharia aeroespacial na Universidade de Cincinnati, de 1971 a 1979. Durante os anos 1982-1992, Armstrong foi presidente da Computing Technologies for Aviation, Inc., em Charlottesville, Virginia. Ap√≥s esses trabalhos, Armstrong tornou-se presidente do conselho de administra√ß√£o da AIL Systems, Inc., uma empresa de sistemas eletr√īnicos em Deer Park, Nova York. Introvertido, Neil Armstrong tem sido o mais esquivo da tripula√ß√£o da Apollo 11, embora continue a palestrar sobre o futuro dos voos espaciais e apare√ßa publicamente ao comemorar algum anivers√°rio da viagem √† Lua. Atualmente, ele mora em sua casa de campo localizada no L√≠bano, Ohio.

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Marco Polo

Marco Polo
Marco Polo (15 de setembro de 1254 - 8 de janeiro de 1324) foi um comerciante e explorador veneziano que, junto com seu pai e tio, foi um dos primeiros ocidentais a viajar pela Rota da Seda para a China. Diz-se que ele introduziu a p√≥lvora na Europa, embora a primeira vez em que tenha sido usada no Ocidente tenha ocorrido na Batalha de Niebla (Huelva) em 1262. Os poloneses (Marco, pai e tio) supostamente viveram l√° por dezessete anos antes de retornar. para Veneza. Ap√≥s seu retorno, Marco Polo tinha 41 anos na √©poca e comandou uma galera veneziana no dia em que uma batalha naval foi travada contra o grande rival de Veneza, a Rep√ļblica de G√™nova, em 1298, antes dos muros de Korcula. eles capturaram Marco Polo, o levaram a G√™nova e l√°, na pris√£o, Polo ditou a um certo Rustichello de Pisa as lembran√ßas de sua fabulosa viagem a Catai (China) e o retorno por Malaca, Ceil√£o, √ćndia e P√©rsia. Rustichello escreveu em um dialeto Franco-Veneto o livro conhecido como Il Milione (The Million ou "Marco Polo's Travels") sobre suas viagens. O livro foi originalmente chamado Divisament du monde ("Descri√ß√£o do mundo"), mas tornou-se popular como o Livro das Maravilhas do Mundo e, mais tarde, como Il Milione. √Č uma cren√ßa geral de que esse nome veio da tend√™ncia do autor a se referir a grandes quantidades; "milh√£o", mas √© mais prov√°vel que tenha derivado de seu pr√≥prio nome "Emilione", abreviado em Milione. N√£o haveria, portanto, nessa denomina√ß√£o nenhuma alus√£o ao seu exagero. Marco Polo √© considerado um dos grandes exploradores e um narrador distinto na literatura de viagens. Na √©poca de Marco Polo, o com√©rcio na Europa seguia um sistema triangular, no qual os produtos de luxo do Oriente (seda, especiarias) ocupavam um lugar importante. Estes, na chamada Rota da Seda, atravessaram a √Āsia Central e as terras controladas pelos sarracenos, sendo comprados por comerciantes italianos (venezianos, genoveses, pisanos ...), que obtiveram grandes benef√≠cios revendendo-os posteriormente pela Europa. √Č por isso que Veneza e outros portos italianos ganharam import√Ęncia e iniciaram uma pol√≠tica comercial agressiva para explorar essas rotas comerciais. Os cronistas ap√≥s Marco Polo tra√ßaram suas origens at√© a "ilha de Curzola" no Mar Adri√°tico (hoje Curzola, na Cro√°cia), onde at√© mesmo uma casa antiga em que ele nasceu ainda est√° preservada. No entanto, a historiografia moderna tem s√©rias d√ļvidas sobre essa origem, uma vez que o sobrenome Polo (de origem veneziana) √© mencionado v√°rias vezes nas cidades do norte da It√°lia. No entanto, h√° quem afirme que seu nome e sobrenome reais eram Marc Pol, sobrenome que, de fato, teve sua primeira apari√ß√£o na Dalm√°cia. Essa √ļltima afirma√ß√£o √© dada com base nos registros que aparecem no anu√°rio veneziano Chronicon Iustiniani (1358). O bras√£o da fam√≠lia Pol cont√©m tr√™s aves aqu√°ticas, aves que receberam o nome "pol" no sul da Dalm√°cia, enquanto em Veneza eram chamadas de "pola", uma palavra da qual se acredita que os sobrenomes "Polo" tenham sido derivados e "Frango" na It√°lia. No leito de morte, sua fam√≠lia pediu a Marco que confessasse que ele havia mentido nas hist√≥rias deles. Marco recusou, insistindo: "S√≥ contei metade do que vi!" Embora a maioria dos historiadores acredite que Marco Polo tenha realmente chegado √† China, alguns propuseram recentemente que ele n√£o foi t√£o longe e simplesmente recontou informa√ß√Ķes que ouviu de outros. Esses c√©ticos apontam que, entre outras omiss√Ķes, seu relato deixa de mencionar a escrita chinesa, os pauzinhos, o ch√°, o curativo dos p√©s ou a Grande Muralha. Marco Polo estava apenas na regi√£o norte da China, especificamente no Pal√°cio do Grande Khan. Durante a dinastia Ming, de 1368 a 1644, foi quando o muro foi mais expandido, ou seja, na √©poca da viagem de Marco Polo, o pr√©dio defensivo n√£o foi constru√≠do na sua totalidade, o que explica a aus√™ncia de men√ß√Ķes a ele. O ch√° entra em contato com os europeus pela primeira vez na √ćndia, quando os portugueses chegaram a ele em 1497, j√° que na √ćndia o uso do ch√° era generalizado; √© f√°cil deduzir isso antes que n√£o tivesse import√Ęncia nas tabelas europ√©ias. Al√©m disso, deve-se ter em mente que as descri√ß√Ķes de Marco Polo se concentram nos membros da elite dominante mongol, que n√£o consumiam ch√° em massa diferentemente de seus s√ļditos chineses; Pelo contr√°rio, Marco Polo se refere √†s bebidas √† base de leite que s√£o tipicamente mong√≥is. Semelhante √© a pergunta sobre a pr√°tica de p√©s enfaixados de meninas, costume da aristocracia chinesa, mas n√£o mongol. Deve-se notar tamb√©m que as meninas sujeitas a essa pr√°tica permaneceram confinadas em suas casas e n√£o √† vista de estrangeiros. N√£o tem muito significado que n√£o mencione a escrita chinesa, pois muitos europeus j√° a conheciam porque em

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Cristóvão Colombo

Cristóvão Colombo
Christopher Columbus (lugar discutido, c. 1436-1456 [1] - Valladolid, Espanha, 20 de maio de 1506) foi um navegador, cart√≥grafo, almirante, vice-rei e governador-geral das √ćndias a servi√ßo da coroa de Castela, famosa por tendo feito a chamada descoberta da Am√©rica, em 1492. A origem de Colombo √© objeto de debate e v√°rios lugares s√£o postulados como sua terra natal. A maioria apoiou a tese de que ele nasceu em G√™nova, embora a documenta√ß√£o que existe a esse respeito n√£o falte em lacunas e mist√©rios; Al√©m disso, seu filho, Hernando Col√≥n, contribuiu para gerar mais controv√©rsia a esse respeito, ocultando sua proveni√™ncia no livro dedicado ao pai. Por isso, surgiram m√ļltiplas hip√≥teses e teorias sobre suas origens que o tornam catal√£o, galego, portugu√™s ou judeu. At√© a publica√ß√£o do mapa de Martin Waldseem√ľller em 1507, o territ√≥rio americano era conhecido como "√ćndias Ocidentais" e, embora Colombo possivelmente n√£o tenha sido o primeiro explorador europeu da Am√©rica, pode-se dizer que ele descobriu um novo continente para a civiliza√ß√£o europ√©ia. o primeiro a desenhar uma rota de ida e volta aproveitando as correntes marinhas do Atl√Ęntico, uma rota ainda hoje usada. Ele fez quatro viagens a terras americanas. Sua primeira expedi√ß√£o partiu em 3 de agosto de 1492 do porto de Palos de la Frontera (Huelva), chegando em Guanahani (hoje nas Bahamas) em 12 de outubro daquele ano. Esse fato promoveu decisivamente a expans√£o mundial da Europa e a coloniza√ß√£o por v√°rias pot√™ncias europ√©ias de grande parte do continente americano e de seus habitantes. O nome de Crist√≥v√£o Colombo em italiano √© Cristoforo Colombo e em latim Christophorus Columbus. Esse antrop√īnimo inspirou o nome de pelo menos um pa√≠s, Col√īmbia e duas regi√Ķes da Am√©rica do Norte: Col√ļmbia Brit√Ęnica no Canad√° e Distrito de Columbia nos Estados Unidos.