Grandes inven√ß√Ķes do s√©culo XIX

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Grandes inven√ß√Ķes do s√©culo XIX
Fonte: listas.20minutos.es
Muitos deles fazem parte do nosso dia a dia. Qual você guarda?

TOP 19:
Fonógrafo-Thomas Alva Edison (1878)
Fonógrafo-Thomas Alva Edison (1878)
Quando Thomas Alva Edison anunciou a inven√ß√£o de seu primeiro fon√≥grafo, a primeira pe√ßa executada foi "Mary teve um cordeirinho" em 21 de novembro de 1877, ele mostrou o dispositivo pela primeira vez em 29 de novembro de naquele mesmo ano e ele o patenteou em 19 de fevereiro de 1878.4 O fon√≥grafo usa um sistema de grava√ß√£o mec√Ęnica anal√≥gica no qual as ondas sonoras s√£o transformadas em vibra√ß√Ķes mec√Ęnicas por um transdutor ac√ļstico-mec√Ęnico. Essas vibra√ß√Ķes movem um estilete que esculpe um sulco helicoidal em um cilindro fonogr√°fico. Para reproduzir o som, o processo √© invertido. No in√≠cio, foram utilizados cilindros de papel√£o revestido de estanho, posteriormente papel√£o encerado e, finalmente, cera s√≥lida. O cilindro de cera, de maior qualidade e durabilidade, est√° no mercado desde 1889, um ano ap√≥s o surgimento do gramofone. Em 2 de dezembro de 1889, um representante da casa de Edison, Theo Wangeman, gravou uma performance do famoso compositor Johannes Brahms. Era um fragmento das Dan√ßas H√ļngaras em uma vers√£o solo de piano. Essa grava√ß√£o ainda √© preservada, mas sua qualidade √© ruim.

TOP 18:
Vitascope-Thomas Alva Edison (1896)
Vitascope-Thomas Alva Edison (1896)
Edison n√£o desenvolveu o vitascope comercialmente at√© alguns anos depois, porque seu cinesc√≥pio ainda era lucrativo. No entanto, as exibi√ß√Ķes de filmes poderiam gerar maiores benef√≠cios, pois, diferentemente do cinetospio (que oferecia uma visualiza√ß√£o individual), poderia atingir grandes audi√™ncias. Ao mesmo tempo, houve outras tentativas de desenvolver novos sistemas de melhoramento. O eidolosc√≥pio, criado por Woodville Latham, foi apresentado publicamente em abril de 1895. Dickson aparentemente colaborou com Lathams no design da m√°quina, oferecendo conhecimento t√©cnico. Por esse motivo, em 2 de abril de 1895, Dickson deixou de trabalhar para Edison. Dickson formou a American Mutoscope Company em dezembro de 1895. Seus parceiros eram Herman Casler, Enrique Norton Marvin e Koopman El√≠as. A empresa, que ficou conhecida como American Mutoscope and Biograph Company, logo se tornou uma grande concorrente da empresa Edison. Durante o mesmo per√≠odo, C. Francis Jenkins e Thomas Armat desenvolveram um dispositivo de proje√ß√£o cinematogr√°fica, que eles chamavam de fanosc√≥pio. Foi exibido publicamente em setembro de 1895 na Cotton States Exhibition. Logo depois, os criadores se separaram, cada um reivindicando cr√©dito pela inven√ß√£o. Armat mostrou o fanosc√≥pio para Raff e Gammon, os propriet√°rios da Kinetoscope Company, que perceberam seu potencial para garantir lucros √† medida que as receitas do cinetosc√≥pio diminu√≠am. Eles negociaram com a Armat a compra de direitos de explora√ß√£o no fanosc√≥pio, com a aprova√ß√£o de Edison. A Edison Manufacturing Company concordou em fabricar a m√°quina e produzir filmes para ela, mas com a condi√ß√£o de ser anunciada como uma nova inven√ß√£o de Edison e renomear o fanosc√≥pio para vitascope. A primeira exibi√ß√£o nos cinemas foi em 23 de abril de 1896, no Koster and Bial's Music Hall, em Nova York. Outros concorrentes logo mostraram seus pr√≥prios sistemas de proje√ß√£o nos cinemas americanos, incluindo o eidolosc√≥pio, uma c√≥pia do vitascope, o Cinematogr√°fico Lumi√®re, que j√° havia sido lan√ßado na Europa em 1895; Birt Acres Kineopticon e at√© a American Mutoscope & Biograph Company produziram seu pr√≥prio projeto. O vitascope, juntamente com muitos dos projetores da competi√ß√£o, tornou-se uma atra√ß√£o popular em feiras e teatros de vaudeville nas principais cidades dos Estados Unidos. Os expositores poderiam escolher os filmes que quisessem no cat√°logo de Edison e at√© em que ordem ou sequ√™ncia para organiz√°-los. A Edison Company iniciou o desenvolvimento de seu pr√≥prio projetor em novembro de 1896, abandonando a comercializa√ß√£o de vitascopes.


TOP 17:
Fotofone-Alexander Graham Bell (1880)
Fotofone-Alexander Graham Bell (1880)
O Photophone era um dispositivo que permitia a transmiss√£o de som por meio de uma emiss√£o de luz, inventada por Alexander Graham Bell em colabora√ß√£o com Charles Sumner Tainter. O dispositivo usava c√©lulas sens√≠veis √† luz feitas de vidro de sel√™nio, uma de suas propriedades √© que a resist√™ncia el√©trica varia inversamente com a ilumina√ß√£o. O princ√≠pio b√°sico do fotofone era modular uma emiss√£o de luz diretamente no receptor, feito de Selenium, que era onde um telefone estava conectado. A modula√ß√£o foi feita por um espelho vibrat√≥rio ou por um disco rotativo que obscurecia periodicamente o feixe de luz. A id√©ia n√£o era nova: Selenium havia sido descoberto por J√∂ns Jakob Berzelius em 1817, e suas propriedades peculiares na forma de cristais ou gr√Ęnulos foram apontadas por Willoughby Smith em 1873. Em 1878, um escritor com as iniciais JFW publicado em 13 de junho uma coluna na Nature, perguntando se alguma experi√™ncia foi feita. Este artigo √© creditado a Bell. Em seu papel no fotofone, Bell creditou √† AC Browne de Londres a descoberta independente em 1878. Mas Bell e Tainter foram os primeiros a desenvolver um procedimento bem-sucedido, o que n√£o foi considerado uma tarefa f√°cil, porque as c√©lulas precisavam ser fabricadas. sel√™nio com as caracter√≠sticas exigidas em resist√™ncia. Em um experimento em Washington DC, o emissor e o receptor estavam localizados em diferentes edif√≠cios, a cerca de 700 p√©s de dist√Ęncia. O emissor consistia em um espelho que direcionava a luz solar para ser modulada por um espelho vibrat√≥rio e focada por uma lente que a direcionava para o receptor. O receptor consistia em um refletor parab√≥lico com c√©lulas de sel√™nio em foco e um telefone embutido. Com esse arranjo, Bell e Tainter conseguiram se comunicar com clareza. O fotofone foi patenteado em 18 de dezembro de 1880, mas a qualidade da comunica√ß√£o permaneceu ruim e a investiga√ß√£o n√£o foi continuada por Bell. Mais tarde, esta inven√ß√£o serviu de base para o desenvolvimento de comunica√ß√Ķes usando fibra √≥tica e lasers.

TOP 16:
Gramophone-Emile Berliner (1888)
Gramophone-Emile Berliner (1888)
Ambos usam grava√ß√£o mec√Ęnica (um dos tr√™s sistemas de grava√ß√£o anal√≥gica), mas √© a √ļnica coisa que eles t√™m em comum. O fon√≥grafo usava cilindros, como caixas de m√ļsica. O gramofone usava discos, embora n√£o fossem feitos de acetato de vinila. Thomas Edison patenteou o fon√≥grafo em 1877, Berliner the Gramophone quase uma d√©cada depois. O gramofone come√ßou a ser comercializado em 1893 pela empresa "The United States Gramophone Company" que Berliner fundou. Em 1899, a inven√ß√£o de Emile Berliner estava nas m√£os de tr√™s empresas: "The Berliner Gramophone Company" (Filad√©lfia) que fabricava gramofones e registros, "The Seaman National Gramophone" (Nova York) que realizava a comercializa√ß√£o e "Companhia de Gramofone dos Estados Unidos" (Washington) que ele possu√≠a. Em 2 de janeiro de 1900, a Berliner come√ßou a fabricar em Montreal os discos de um ou dois lados de sete polegadas. No in√≠cio do mesmo ano, a segunda das empresas mencionadas negociou um acordo com o "American Gramophone and Columbia Phonograph" para fabricar o zonophone, um dispositivo semelhante. Berliner considerou uma trai√ß√£o ao contrato de exclusividade que tinha, que foi agravado quando, por meio de um teste comercial, o "Seaman National Gramophone" conseguiu proibir a empresa berlinense de vender sua inven√ß√£o nos Estados Unidos. Por esse motivo, Berliner mudou sua empresa para Montreal (Canad√°), que foi renomeada como "Berliner Gram-O-phone Company". Em 16 de julho de 1900, Berliner registrou o logotipo de sua empresa: um cachorro ouvindo um gramofone. Em 1924, a empresa foi comprada pela "Victor Talking Machine Company", que em 1929 foi renomeada para RCA Victor, depois de adquirida pela Radio Corporation of America (RCA). Emile Berliner morreu em 3 de agosto de 1929, como consequ√™ncia de um ataque card√≠aco.

TOP 15:

Lente Fresnel-Augustin Fresnel (1819)

Lente Fresnel-Augustin Fresnel (1819)
A lente Fresnel, nomeada por seu inventor Augustin Fresnel, √© um design de lente que permite a constru√ß√£o de lentes de grande abertura e dist√Ęncia focal curta, sem o peso e volume de material que voc√™ deve usar em uma lente de design convencional. Quando as lentes s√£o grandes, sua espessura pode se tornar excessiva, tornando a lente muito pesada e cara. Em vez disso, os raios de curvatura das lentes podem ser mantidos separando-os em an√©is circulares. A espessura da lente em cada anel √© diferente, eliminando a enorme espessura que a lente teria se fossem suas superf√≠cies cont√≠nuas, enquanto a superf√≠cie tem uma apar√™ncia escalonada. Eles s√£o usados em lupas planas no formato de cart√£o de cr√©dito, lanternas de far√≥is, far√≥is de carros, indicadores de dire√ß√£o, etc.


TOP 14:

Term√īmetro cl√≠nico-Thomas Clifford Allbutt (1866)

Term√īmetro cl√≠nico-Thomas Clifford Allbutt (1866)
Sir Thomas Clifford Allbutt (20 de julho de 1836 em Dewsbury, Yorkshire - 22 de fevereiro de 1925, Cambridge, Cambridgeshire) foi um inventor m√©dico brit√Ęnico do term√īmetro cl√≠nico. Antes desta inven√ß√£o, os pacientes tinham que manter um term√īmetro nas m√£os por cerca de uma hora para uma medi√ß√£o aceit√°vel da febre. Thomas Clifford Allbutt era um abor√≠gine de Dewsbury, Yorkshire, filho do Rev. Thomas Allbutt, vig√°rio de Dewsbury e Mary Anne Wooler (1801-1843). Ele foi educado na St Peter's School, York e Caius College, Cambridge, onde obteve seu BA em 1859, com um diploma de Primeira Classe em hist√≥ria natural em 1860.

TOP 13:

Método de pasteurização-Louis Pasteur (1864)

Método de pasteurização-Louis Pasteur (1864)
Alguns de seus contempor√Ęneos, incluindo o eminente qu√≠mico alem√£o Justus von Liebig, insistiram que a fermenta√ß√£o era um processo qu√≠mico e que n√£o exigia a interven√ß√£o de nenhum organismo. Com a ajuda de um microsc√≥pio, Pasteur descobriu que dois organismos - duas variedades de levedura - estavam realmente envolvidos e que eram a chave do processo. Um produzia √°lcool e o outro √°cido l√°tico, o que tornava o vinho azedo. Ele usou um novo m√©todo para remover microorganismos que podem degradar vinho, cerveja ou leite, depois de colocar o l√≠quido em cubas bem fechadas e elevar sua temperatura para 44 graus Celsius por um curto per√≠odo de tempo. Apesar da rejei√ß√£o inicial da ind√ļstria √† id√©ia de aquecer o vinho, um experimento controlado com lotes de vinho aquecido e n√£o aquecido demonstrou a efic√°cia do procedimento. Nasceu a pasteuriza√ß√£o, processo que atualmente garante a seguran√ßa de muitos produtos aliment√≠cios no mundo.

TOP 12:

Barra de sab√£o - William Hesketh Lever (1884)

Barra de sab√£o - William Hesketh Lever (1884)


TOP 11:

Dirigível-Solomon Andrews (1863)

Dirigível-Solomon Andrews (1863)
Solomon Andrews (1806-1872) foi um m√©dico e inventor americano que construiu o primeiro dirig√≠vel. A diferen√ßa entre o peso espec√≠fico do bal√£o e a atmosfera circundante levou-o a criar um sistema de planos inclinados que permitiam governar o aparelho, sem a necessidade de um motor. Sua primeira cria√ß√£o, chamada "Aereon", sobrevoou Perh Amboy, Nova Jersey, em 1¬ļ de junho de 1863. Era um bal√£o de 24m de comprimento, em forma de charuto, ao qual acrescentou leme e g√īndola. No ver√£o seguinte, Andrews escreveu a Abraham Lincoln oferecendo-lhe o "Aereon" para a Guerra Civil Americana. Ap√≥s v√°rias discuss√Ķes, foi acordado realizar uma manifesta√ß√£o no in√≠cio de 1864 na Smithsonian Institution. Cerca de um ano depois, ele foi informado da falta de interesse do governo em sua inven√ß√£o e, ent√£o, a guerra estava quase no fim. Mais tarde, Andrews organizou a Companhia de Navega√ß√£o A√©rea para construir aeronaves comerciais e estabelecer uma linha regular entre Nova York e Filad√©lfia. O "Aereon 2", equipado com um bal√£o esf√©rico, sobrevoou a cidade de Nova York em 25 de maio de 1865. A segunda viagem, realizada em 5 de junho do mesmo ano, chegou a Oyster Bay, em Long Island. Nesse ponto, o colapso econ√īmico do p√≥s-guerra e a subsequente fal√™ncia destru√≠ram a empresa, que nunca mais funcionou.

TOP 10:

Fotografia-Nicéphore Niepce (1816)

Fotografia-Nicéphore Niepce (1816)
Ni√©pce estava interessado em litografia e iniciou suas experi√™ncias com a reprodu√ß√£o √≥ptica de imagens, fazendo c√≥pias de obras de arte, utilizando para isso os desenhos feitos em pedra litogr√°fica por seu filho. Seus primeiros experimentos, em 1813, usavam gomas resinosas expostas diretamente √† luz solar. Seu primeiro sucesso na obten√ß√£o de m√≠dia sens√≠vel √† luz veio com o uso de asfalto dissolvido em √≥leo. Quando seu filho se alistou no ex√©rcito em 1814, ele teve a id√©ia de usar uma c√Ęmera obscura junto com os sais de prata sens√≠veis √† luz para tentar obter imagens est√°ticas. Ele come√ßou a usar a pedra como suporte para consertar as imagens, embora logo desistisse devido aos grandes problemas que isso implicava. Ele ent√£o continuou com o papel, depois com o vidro e, finalmente, com v√°rios metais, como estanho, cobre e estanho. Ele obteve as primeiras imagens fotogr√°ficas da hist√≥ria em 1816, embora nenhuma delas tenha sido preservada. Eram fotografias negativas e em papel, mas, como muitos outros inventores da √©poca, ele n√£o estava interessado em obter resultados positivos, ent√£o abandonou essa linha de pesquisa. Alguns anos depois, em 1818, ele obteve imagens diretamente positivas, sacrificando as possibilidades de reprodu√ß√£o de imagens, pois as imagens eram √ļnicas. Ele chamou o procedimento de heliografia, distinguindo entre heliogravuras - reprodu√ß√Ķes de gravuras existentes - e pontos de vista - imagens capturadas diretamente da c√Ęmera pela vida. O ponto de vista da janela de Gras, datado de 1826, √© a primeira fotografia conhecida e atualmente √© preservada na Universidade do Texas. No entanto, o semi√≥logo Roland Barthes, em sua obra "La¬īc√°mara l√ļcida" (Paid√≥s, Barcelona, 1989), coleciona uma imagem posterior que o autor acompanha com a legenda "A primeira fotografia". Este √© o trabalho de La mesa, um instant√Ęneo borrado de uma mesa organizada para ser usada em uma refei√ß√£o, datada pelo autor em 1822, que √© mantida no Museu Nic√©phore Niepce. A foto anterior, tirada dez anos depois das primeiras imagens, mostra o ponto de vista de uma rua fixada em uma placa de metal. Foram necess√°rios 8 horas de tempo de exposi√ß√£o para a placa acender. Para tirar esta fotografia, ele usou um prato de estanho coberto com betume da Jud√©ia, expondo o prato √† luz, tornando a imagem invis√≠vel; as partes do verniz afetadas pela luz tornaram-se insol√ļveis. Ap√≥s a exposi√ß√£o, a placa foi banhada em um solvente de √≥leo essencial de lavanda e √≥leo de petr√≥leo branco, as partes do verniz n√£o afetadas pela quebra da luz. Foi lavado com √°gua, sendo capaz de apreciar a imagem composta da camada de betume pelas lacunas e sombras na superf√≠cie da placa de prata. Embora Ni√©pce morasse e trabalhasse na Borgonha, em um ponto de suas investiga√ß√Ķes, ele precisou de uma nova lente e pediu a um parente que estava viajando para Paris para obt√™-la da √≥tica dos irm√£os Chevalier, dando-lhe algumas evid√™ncias fotogr√°ficas de seus experimentos. Os Chevalliers conheciam Daguerre e contaram sobre Ni√©pce e suas plantas. A partir desse momento, Daguerre tenta v√°rias maneiras de se associar a Ni√©pce, at√© que em 1829 ele conseguiu assinar um contrato para a constitui√ß√£o de uma empresa, em 14 de dezembro de 1829, atrav√©s do qual Ni√©pce revela seu progresso, para o desenvolvimento e comercializa√ß√£o da inven√ß√£o. Devido a um derrame sofrido em seu est√ļdio em Saint Loup de Varennes (Borgonha), ele morreu em 5 de julho de 1833, aos 68 anos, sendo enterrado no cemit√©rio da vila. A participa√ß√£o de Ni√©pce na inven√ß√£o da fotografia, que se tornou p√ļblica em 1839 com o √ļnico papel de Daguerre, foi o resultado do desinteresse inicial de seu filho Isidore Ni√©pce, que herdou e negociou com Daguerre os benef√≠cios desse contrato (que vendeu o inven√ß√£o ao Estado franc√™s), mas n√£o reivindicou o reconhecimento da participa√ß√£o de seu pai. No entanto, em 1841, ele publicou a obra intitulada "Hist√≥ria da descoberta da inven√ß√£o chamada daguerre√≥tipo", na qual seu papel na hist√≥ria da inven√ß√£o da fotografia poderia ser esclarecido, dadas as manobras realizadas por Daguerre para ocultar seu trabalho.

TOP 9:

Anestesia-William Morton (1846)

Anestesia-William Morton (1846)
Em 1275, o m√©dico espanhol Ramon Llull obteve um l√≠quido vol√°til e inflam√°vel enquanto experimentava certos produtos qu√≠micos e o chamou de doce vitr√≠olo. No s√©culo 16, um m√©dico nascido na Su√≠√ßa, conhecido como Paracelso, fez as galinhas inalarem vitr√≠olo doce, observando que elas n√£o apenas adormeceram, mas tamb√©m perderam toda a sensibilidade √† dor. Nem ele nem Llull, seu antecessor, experimentaram seres humanos. Em 1730, o qu√≠mico alem√£o de origem alem√£ August Sigmund Frobenius deu a esse l√≠quido seu nome atual de √©ter, que em grego significa "c√©u". No entanto, levaria cento e doze anos antes que os poderes anest√©sicos do √©ter fossem totalmente apreciados. Enquanto isso, o cientista ingl√™s Joseph Priestley descobriu o √≥xido nitroso em 1772, um g√°s que inicialmente se acreditava ser letal, mesmo em pequenas doses. Mas, em 1799, o qu√≠mico e inventor brit√Ęnico Humphry Davy decidiu resolver o desconhecido tentando isso sozinho. Ele descobriu com espanto que isso o fez rir, ent√£o ele chamou de "g√°s hilariante". Davy escreveu sobre as poss√≠veis propriedades anest√©sicas do composto gasoso, mas ningu√©m naquela √©poca continuou com as investiga√ß√Ķes. Um jovem m√©dico americano chamado Crawford Williamson Long percebeu que seus amigos eram insens√≠veis √† dor, apesar de terem sido feridos quando cambaleavam sob a influ√™ncia do √©ter. Ele imediatamente pensou em sua poss√≠vel aplica√ß√£o √† cirurgia. Por acaso, James Venable, um estudante participando de uma festa do √©ter, tinha dois pequenos tumores que ele queria remover, mas sempre adiava a opera√ß√£o por medo de dor. Quando Long prop√īs submet√™-lo sob a influ√™ncia do √©ter, Venable concordou e, em 30 de mar√ßo de 1842, a interven√ß√£o foi realizada sem dor. No entanto, Long n√£o tornou p√ļblica sua descoberta at√© 1849. Foi o dentista Horace Wells que come√ßou a usar √≥xido nitroso como anest√©sico, depois de v√™-lo usar o professor e qu√≠mico Gardner Q. Colton em seus programas, que consistia em na administra√ß√£o desse g√°s a volunt√°rios do p√ļblico. Isso os colocou em estado de euforia e excita√ß√£o (√†s vezes violentos), e eles perderam suas inibi√ß√Ķes, o que encantou o p√ļblico. Em uma ocasi√£o, um dos volunt√°rios sob a influ√™ncia do g√°s ficou ferido e o Dr. Wells observou que n√£o sentia dor. Com base nisso, ele decidiu verificar se o √≥xido nitroso eliminava a dor e, em 11 de dezembro de 1844, ap√≥s sugar o g√°s, seu assistente John Riggs realizou uma extra√ß√£o dent√°ria de um molar, sem que Wells se queixasse. Ao acordar, Wells exclamou: "Uma nova era para a remo√ß√£o de √≥rg√£os dent√°rios". Mais tarde, em 16 de outubro de 1846, em Boston, foi William Morton, assistente de Wells, que fez uma demonstra√ß√£o bem-sucedida do uso da anestesia quando aplicada a um paciente do Dr. John Collins Warren. Dr. Warren conseguiu remover um tumor do pesco√ßo do paciente sem dor. Desde ent√£o, Morton se dedicou √† administra√ß√£o da anestesia, ocultando o tipo de g√°s que ele usava (que ele chamou de "letheon") para usar exclusivamente, mas foi for√ßado a revelar que era √©ter. A partir de ent√£o, o uso de √©ter se espalhou rapidamente. Em meados de dezembro de 1847, em um hospital de Edimburgo, o obstetra James Simpson e seu parceiro Dunkan praticaram o primeiro parto indolor com clorof√≥rmio, uma vez que o √©ter j√° havia sido testado em janeiro do mesmo ano, provando que, apesar de ser Adormecido, o paciente contraiu o trabalho de parto continuou normalmente. O √Čter causou efeitos colaterais que levaram Simpson a encontrar outro g√°s com efeitos semelhantes, mas sem os feiti√ßos de tosse que surgiram ap√≥s a inala√ß√£o de grandes quantidades de √©ter. A m√£e ficou t√£o agradecida que chamou a filha de "Anestesia". Em 1848, o Dr. Jonh Snow aperfei√ßoou a t√©cnica de aplica√ß√£o de clorof√≥rmio, administrando-a em pequenas doses durante o trabalho de parto. Esse fato n√£o se tornou popular at√© 1853, quando Snow aplicou clorof√≥rmio √† rainha Vit√≥ria no nascimento do pr√≠ncipe Leopoldo da Sax√īnia-Coburgo-Gotha. Ap√≥s o parto, ela chamou Dr. Sir. Apesar da introdu√ß√£o de outros anest√©sicos por inala√ß√£o (eteno, tricloroeteno, ciclopropano), o √©ter continuou sendo o anest√©sico geral padr√£o at√© o in√≠cio da d√©cada de 1960, sendo posteriormente substitu√≠do por agentes de inala√ß√£o poderosos e n√£o inflam√°veis como o halotano, seguidos posteriormente por enfluorano, e mais tarde pelo isofluorano at√© atingir, na d√©cada de 1990, o sevofluorano e o mais recente disfluorano. Para atingir seu objetivo de suprimir a dor, a anestesiologia teve que experimentar diferentes maneiras de levar o indiv√≠duo a um coma farmacol√≥gico revers√≠vel, ou seja, cancelando a atividade cortical por meio de subst√Ęncias que causam estabiliza√ß√£o da membrana.


TOP 8:

Diretor de Fotografia-Lumière Brothers (1894)

Diretor de Fotografia-Lumière Brothers (1894)
A inven√ß√£o do cinemat√≥grafo foi obra dos irm√£os Lumi√®re no final do s√©culo XIX. Em 28 de dezembro de 1895, a primeira exposi√ß√£o p√ļblica do diretor de fotografia Lumi√®re ocorreu no sal√£o indiano do Grand Caf√©, no n√ļmero 14 do Boulevard Capuchin, em Paris. O programa consistiu em dez filmes de 15 a 20 metros, cada um com uma dura√ß√£o total de 20 minutos. Estes filmes foram feitos por Louis Lumi√®re e apresentados por sua fam√≠lia e amigos. A partida dos trabalhadores da f√°brica de Lumi√®re (Sortie des Usines Lumi√®re √† Lyon) Luta infantil (Querelle de B√©b√©s) A fonte das Tulherias (Le Bassin des Tuileries) A chegada de um trem (L'arriv√©e d'Un Train) O Regimento (Le R√©giment) O Ferreiro (Le Mar√©chal-Ferrant) O Jogo de Cartas (La Partie d'Ecart√©) Destrui√ß√£o de Ervas Daninhas (Mauvaises Herbes) Demoli√ß√£o de um Muro (Le Mur) O Mar (La Mer) O pre√ßo das localidades era franco. A cole√ß√£o naquele dia foi de 35 francos. 35 espectadores espalharam a not√≠cia do tipo de milagre que haviam testemunhado pela cidade. Essa publicidade compensou efetivamente a falta de imprensa e logo multid√Ķes se reuniram para acessar as exibi√ß√Ķes. Para renovar os programas, que nos primeiros dias de janeiro de 1896 haviam incorporado El Regador Regado (L'Arroseur Arros√©), o primeiro filme narrativo e c√īmico da hist√≥ria do cinema, os irm√£os Lumi√®re tiveram que recrutar operadores encarregados do produ√ß√£o e proje√ß√£o de filmes. O diretor de fotografia deu um passo para poder projetar o cinema, com o passar do tempo, tornou-se mais avan√ßado e melhorou a qualidade dos filmes projetados.

TOP 7:

Vacina-Edward Jenner

Vacina-Edward Jenner
A var√≠ola foi a primeira doen√ßa que os humanos tentaram prevenir, inoculando-se com outro tipo de doen√ßa.2 Acredita-se que a inocula√ß√£o tenha nascido na √ćndia ou na China por volta de 200 aC. C. Na China, pacientes que sofrem de tipos leves de var√≠ola tiveram fragmentos de p√ļstulas secas coletadas para tritur√°-las em uma mistura semelhante a p√≥ que foi ent√£o introduzida pelo nariz, esperando que isso as imunizasse. Em 1718, Lady Mary Wortley Montague relatou que os turcos tinham o h√°bito de se inocular com pus retirado da var√≠ola. Lady Montague inoculou seus pr√≥prios filhos dessa maneira. Em 1796, no auge da dissemina√ß√£o do v√≠rus da var√≠ola na Europa, um m√©dico rural na Inglaterra, Edward Jenner, observou que os coletores de leite ocasionalmente adquiriam uma esp√©cie de "var√≠ola" ou "var√≠ola" (var√≠ola). pelo contato cont√≠nuo com esses animais e que mais tarde estavam seguros de adoecer com var√≠ola. De fato, verificou-se que esta var√≠ola √© uma variante leve da var√≠ola "humana" mortal. Trabalhando nesse caso de inocula√ß√£o, Jenner pegou a var√≠ola das m√£os da agricultora Sarah Nelmes. Ele inseriu esse fluido por inje√ß√£o no bra√ßo de um garoto de oito anos, James Phipps. O menino apresentou sintomas de infec√ß√£o da var√≠ola. Quarenta e oito dias depois, depois que Phipps se recuperou completamente da doen√ßa, o Dr. Jenner injetou no menino uma infec√ß√£o por var√≠ola, mas desta vez ele n√£o mostrou nenhum sintoma ou sinal de doen√ßa.

TOP 6:

Plane-Clément Ader (1890)

Plane-Clément Ader (1890)
Cl√©ment Ader (Muret (Fran√ßa), 2 de abril de 1841 - Toulouse (Fran√ßa), 5 de mar√ßo de 1925) foi um engenheiro franc√™s que deve, entre outras inven√ß√Ķes, um microfone e as primeiras melhorias no telefone. Em 1880, ele instalou a primeira linha telef√īnica em Paris. Ele √© especialmente famoso por ser o inventor do avi√£o. Quando jovem, ele se interessou pelo v√īo dos p√°ssaros, mas tamb√©m pelas telecomunica√ß√Ķes. Ele come√ßou a se interessar pela avia√ß√£o estudando o v√īo de p√°ssaros e morcegos. Durante a Guerra Franco-Prussiana de 1870, ele construiu um bal√£o de ar quente. Em 1873, ele construiu um planador em forma de p√°ssaro coberto de penas de ganso. Isto foi seguido por um projeto mais elaborado, o √Čole, alimentado por um motor a vapor muito original. O moinho, uma esp√©cie de morcego motorizado com h√©lice e asas articuladas de 14 m de envergadura e um peso de 300 kg (incluindo o piloto), voou uma dist√Ęncia de 50 m em 1890. Em 1897, ele testou o Avion III. Embora tenha voado uma curta dist√Ęncia em um voo de teste, a aeronave se mostrou incontrol√°vel, ineficaz e caiu, sendo destru√≠da e incapaz de atender aos requisitos do Minist√©rio da Guerra da Fran√ßa para demonstrar que a inven√ß√£o era govern√°vel. Ap√≥s esse fracasso, Ader foi esquecido como o inventor do avi√£o at√© pouco antes de sua morte. O inventor come√ßou a trabalhar em motores de autom√≥veis com bom sucesso. No entanto, o nome (avi√£o) que ele deu ao prot√≥tipo serviu de base para a palavra que designa o avi√£o em alguns idiomas, como espanhol, franc√™s ou portugu√™s.

TOP 5:

L√Ęmpada incandescente-Heinrich G√∂bel (1854)

L√Ęmpada incandescente-Heinrich G√∂bel (1854)
Heinrich G√∂bel (20 de abril de 1818 - 4 de dezembro de 1893), tamb√©m conhecido como Henry Goebel, foi um mec√Ęnico e inventor alem√£o. Ele participou de uma disputa com Thomas Alva Edison sobre a inven√ß√£o de l√Ęmpadas incandescentes, embora n√£o tenha demonstrado de forma convincente sua alega√ß√£o de t√™-la inventado em 1854. Ele se casou com Sophie L√ľbke em 1844 e aos 31 anos de idade em 1849, ambos eles migraram para Nova York, onde viveram at√© a morte dele. Em 1893, quando Thomas Alva Edison estava finalizando outras disputas legais sobre a inven√ß√£o da l√Ęmpada incandescente, preparando-se para colher os benef√≠cios de sua inven√ß√£o, G√∂bel entrou com uma nova disputa legal no Escrit√≥rio de Patentes dos Estados Unidos alegando ter constru√≠do uma l√Ęmpada incandescente em 1854. teria funcionado por 400 horas. Antes disso, G√∂bel havia feito uma oferta para vender sua inven√ß√£o a Thomas Alva Edison em 1882 por alguns milhares de d√≥lares, mas Thomas Alva Edison n√£o encontrou m√©rito suficiente na inven√ß√£o e, portanto, n√£o aceitou a oferta. Ap√≥s uma revis√£o do caso, o juiz Colt deu sua opini√£o sobre o assunto: √© extremamente improv√°vel que Heinrich G√∂bel tenha constru√≠do uma l√Ęmpada incandescente pr√°tica em 1854. Isso √© evidente na hist√≥ria da arte nos √ļltimos cinquenta anos, nas leis. El√©tricos descobertos a partir daquele momento e aplic√°veis √† l√Ęmpada incandescente, a imperfei√ß√£o dos meios existentes para obter o v√°cuo, o alto grau de habilidades necess√°rias para a constru√ß√£o de todas as suas partes e os instrumentos √°speros com os quais G√∂bel trabalhava. A lei n√£o exige adivinha√ß√£o, mas certeza. √Č f√°cil quando uma grande inven√ß√£o √© tornada p√ļblica fazer com que as pessoas afirmem que haviam inventado a mesma coisa anos antes e estabelecer isso recordando testemunhas de eventos que h√° muito tempo ocorreram. Essa evid√™ncia deve ser recebida com muita cautela, e a presun√ß√£o de novidade que emana da concess√£o de uma patente n√£o pode ser negada, a menos que haja evid√™ncia clara e convincente. No entanto, um concorrente de Edison, Franklin Leonard Pope, escreveu um artigo no qual descreveu G√∂bel como um inventor n√£o reconhecido, originando um mito que persiste at√© hoje. Alguns meses depois que um tribunal estabeleceu a prioridade de Edison, G√∂bel morreu de pneumonia, sendo enterrado no Cemit√©rio Green-Wood, no Brooklyn, Nova York.


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Aspirina

Aspirina
A casca do salgueiro branco (Salix alba, com o mesmo significado, √© o nome latino da esp√©cie) tem sido usada desde tempos imemoriais para o al√≠vio da febre e da dor, mesmo por Hip√≥crates no s√©culo V aC. C., os antigos eg√≠pcios e os amer√≠ndios, tendo tamb√©m alguns exemplos poss√≠veis de seu uso e sacralidade entre os povos espanhol-romanos. Os efeitos medicinais do salgueiro branco continuaram sendo mencionados por autores antigos, como o pol√≠grafo e naturalista Pl√≠nio, o Velho, o m√©dico e farmac√™utico Dioscorides ou o famoso m√©dico Galen. Em 1763, Edward Stone, reverendo da Igreja da Inglaterra, apresentou um relat√≥rio a Lord Macclesfield, que presidia a Royal Society of English Science, sobre essas propriedades terap√™uticas da casca de salgueiro branco, destacando seu efeito antipir√©tico. Stone descreveu em seu trabalho que ele administrara o extrato na forma de ch√° ou cerveja a 50 pacientes febris, aliviando o sintoma. Pesquisas subsequentes levaram ao ingrediente ativo desta planta, que os cientistas chamaram de salicilina, um derivado do √°cido salic√≠lico e do √°cido acetilsalic√≠lico. A subst√Ęncia ativa da casca de salgueiro foi isolada em 1828 por Johann Buchner, professor de farm√°cia da Universidade de Munique; Era uma subst√Ęncia amarga e amarelada, na forma de agulhas cristalinas, que ele chamava de salicina. Dois anos antes, os italianos Brugnatelli e Fontana isolaram o mesmo extrato, mas de uma maneira muito impura, e n√£o demonstraram que a subst√Ęncia causava os efeitos farmacol√≥gicos da casca de salgueiro branco. Em 1829, um farmac√™utico franc√™s, Henri Leroux, improvisou um procedimento de extra√ß√£o a partir do qual obteve 30 gramas de salicilina a partir de 1,5 kg de casca. Em 1838, Raffaele Piria, um qu√≠mico italiano que trabalhava na Sorbonne em Paris conseguiu separar a salicina em a√ß√ļcar e um componente arom√°tico chamado salicilalde√≠do. Ele converteu esse √ļltimo composto, por hidr√≥lise e oxida√ß√£o, em cristais incolores, que ele chamou de √°cido salic√≠lico. Charles Fr√©d√©ric Gerhardt, primeiro a sintetizar uma forma purificada de √°cido salic√≠lico. O √°cido acetilsalic√≠lico foi sintetizado primeiro pelo qu√≠mico franc√™s Charles Fr√©d√©ric Gerhardt em 1853 e depois em forma de sal por Hermann Kolbe em 1859. Foi necess√°rio esperar at√© 1897 o farmac√™utico alem√£o Felix Hoffmann, da empresa Bayer, para sintetizar ao √°cido acetilsalic√≠lico com alta pureza. Suas propriedades terap√™uticas como analg√©sico e anti-inflamat√≥rio foram descritas em 1899 pelo farmacologista alem√£o Heinrich Dreser, o que permitiu sua comercializa√ß√£o. A aspirina foi o nome da marca cunhada pelos laborat√≥rios Bayer para esta subst√Ęncia, tornando-a a primeira droga no grupo anti-inflamat√≥rio n√£o ester√≥ide, os AINEs. Mais tarde, em 1971, o farmacologista brit√Ęnico John Robert Vane, ent√£o funcion√°rio do Royal College of Surgeons ("Royal College of Surgeons") de Londres, conseguiu demonstrar que o AAS suprime a produ√ß√£o de prostaglandinas e tromboxanos, o que abriu a possibilidade de O uso em doses baixas como antiagregante plaquet√°rio, expandindo bastante seu campo comercial e compensando o fato de que, atualmente, seu uso como anti-inflamat√≥rio de escolha foi substitu√≠do por outros AINEs mais eficazes e seguros. Ap√≥s a Primeira Guerra Mundial, a marca Aspirin foi expropriada nos pa√≠ses vencedores, principalmente Inglaterra, Estados Unidos e Fran√ßa; de modo que nesses pa√≠ses a aspirina se tornou o nome gen√©rico da subst√Ęncia. Desde a sua comercializa√ß√£o, mais de 350 bilh√Ķes de comprimidos foram consumidos e estima-se que o consumo di√°rio seja de cerca de 100 milh√Ķes de aspirinas. Consequentemente, √© um dos medicamentos mais utilizados no mundo, com um consumo estimado de 40.000 toneladas por ano. Em 2008, 85% da produ√ß√£o mundial de √°cido acetilsalic√≠lico √© realizada em Langreo, Espanha, em uma planta qu√≠mica da multinacional Bayer. De l√°, √© enviado para diferentes partes do mundo, onde s√£o preparados os comprimidos e as diferentes formas farmac√™uticas nas quais a aspirina √© vendida.

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Telefone-Antonio Meucci (1854)

Telefone-Antonio Meucci (1854)
Por volta do ano de 1857, Antonio Meucci construiu um telefone para conectar seu escrit√≥rio ao quarto, localizado no segundo andar, devido ao reumatismo de sua esposa. No entanto, ele n√£o tinha dinheiro suficiente para patentear sua inven√ß√£o, ent√£o a apresentou a uma empresa (Western Union, que promoveu a "inven√ß√£o" de Graham Bell)) que n√£o prestou aten√ß√£o nela, mas tamb√©m n√£o devolveu os materiais. Aparentemente, e isso n√£o est√° comprovado, esses materiais ca√≠ram nas m√£os de Alexander Graham Bell, que os usou para desenvolver seu telefone e o apresentou como seu. Em 1876, tendo descoberto que apenas a corrente direta poderia ser usada para transmitir a voz humana, o inventor americano escoc√™s Alexander Graham Bell construiu e patenteou algumas horas antes de seu compatriota Elisha Gray o primeiro telefone capaz de transmitir e receber voz humana. com toda a sua qualidade e timbre. Tamb√©m n√£o deve ser encontrado Thomas Alva Edison, que introduziu melhorias not√°veis no sistema, incluindo o microfone de gr√Ęnulos de carbono. Em 11 de junho de 2002, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a resolu√ß√£o 269, reconhecendo que o inventor do telefone havia sido Antonio Meucci e n√£o Alexander Graham Bell. Na resolu√ß√£o, aprovada por unanimidade, os representantes americanos consideram que "a vida e a obra de Antonio Meucci devem ser legalmente reconhecidas e que seu trabalho na inven√ß√£o do telefone deve ser admitido". De acordo com o texto desta resolu√ß√£o, Antonio Meucci instalou um dispositivo de telecomunica√ß√Ķes rudimentar entre o por√£o de sua casa em Staten Island (Nova York) e o quarto de sua esposa no primeiro andar. A patente de Bell ainda era discut√≠vel porque havia rumores de que Bell tinha um confidente no escrit√≥rio de patentes que o avisou antecipadamente de que, devido ao caso espec√≠fico, as duas patentes seriam comparadas para descartar o pior e o mais caro dos dois Diz-se que Bell teve acesso para comparar a patente de Gray com a sua e, depois disso, adicionou uma nota manuscrita propondo um design alternativo ao dele, id√™ntico ao de Gray. Alexander Graham Bell, em 1876, registrou uma patente que realmente n√£o descreve o telefone, mas que se refere a ele como tal. (Mais tarde, emergiu que havia um acordo pelo qual Bell pagaria √† WUTC 20% dos benef√≠cios derivados da comercializa√ß√£o de sua inven√ß√£o por 17 anos consecutivos).

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Coca-Cola-John Stith Pemberton (1886)

Coca-Cola-John Stith Pemberton (1886)
A princípio, querendo encontrar a cura para dores de cabeça e estresse, Pemberton experimentou cola e coca-cola. A bebida, que combinava limão, canela, folhas de coca e sementes de mato brasileiro, foi chamada por alguns como "o elixir medicinal". Foi seu contador, Frank Robbinson, quem lhe deu o nome e desenhou o logotipo e o traço da carta original. Além disso, ele vendeu uma parte da The Coca-Cola Company para Asa Griggs Candler e, quando morreu, foi ele quem adquiriu a empresa por US $ 23.300. A verdade é que, como muitos grandes inventores, Pemberton não sabia como lucrar muito com sua invenção. Em vez disso, com Candler, a empresa aumentou as vendas em 4000% entre 1890 e 1900. A publicidade foi um grande sucesso e, no início do século 20, a bebida foi vendida nos Estados Unidos e no Canadá, e também começou a vender xarope para as empresas. engarrafadores independentes. Por muitas pessoas, considerado um grande inventor da invenção da Coca-Cola.

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Locomotiva-Richard Trevithick (1804)

Locomotiva-Richard Trevithick (1804)
Trevithick construiu uma m√°quina de alta press√£o em 1802 para uma f√°brica de a√ßo em Merthyr Tydfil, Pa√≠s de Gales. Ele o prendeu a uma estrutura e a transformou em uma locomotiva. A patente foi vendida em 1803 a Samuel Homfray, o propriet√°rio da sider√ļrgica, que ficou t√£o impressionado que fez uma aposta com outro industrial que a locomotiva poderia transportar dez toneladas de ferro por algumas trilhas at√© Abercynon, a uma dist√Ęncia de 15,7 metros. km. A aposta foi feita em 21 de fevereiro de 1804. A locomotiva Trevithick rebocou cinco vag√Ķes com as dez toneladas e 70 homens, e levou quatro horas e cinco para percorrer toda a dist√Ęncia, o que equivale a uma velocidade de 3,8 km / h. Parece que a m√°quina sozinha estava atingindo 25 km / h. O mais impressionante foi o volante grande que havia sido adotado pelas m√°quinas estacion√°rias, bem como o bico comprovado. Embora funcionasse, essa locomotiva n√£o teve √™xito porque era muito pesada para trilhos de ferro fundido, projetada para vag√Ķes puxados a cavalo. Ap√≥s cinco meses, parou de funcionar e foi novamente utilizado como m√°quina estacion√°ria.