Os mais famosos instrumentos musicais do Renascimento

| MUSIC
Os mais famosos instrumentos musicais do Renascimento
Fonte: listas.20minutos.es
N√≥s chamamos instrumentos musicais do Renascimento aqueles usados ‚Äč‚Äčpara a interpreta√ß√£o da m√ļsica ocidental culta durante os d√©cimos quintos e d√©cimos sextos s√©culos. Havia instrumentos de todos os tipos, como o violino, a harpa ... Voc√™ pode votar, comentar e adicionar algum elemento.

TOP 20:
Xilofone
Xilofone
O xilofone √© um instrumento musical feito de folhas de madeira. Essas placas est√£o dentro de uma caixa de resson√Ęncia onde s√£o atingidas por um bast√£o.

TOP 19:
O Pífano
O Pífano
O fife √© um instrumento musical de sopro que consiste em uma pequena flauta muito afiada que √© tocada cruzada. Parece que foi o su√≠√ßo que introduziu o fife em seus regimentos ap√≥s a batalha de Marignan (1515). Foi mais tarde adotado pelos franceses e depois disseminado para outras na√ß√Ķes.1 Tradicionalmente, ele √© um instrumento tocado na infantaria acompanhado pela caixa. Posteriormente, seu uso levou a bandas ou bandas de lat√£o dos regimentos de infantaria, com exce√ß√£o das empresas de alabardeiros, que continuaram a us√°-lo como antes.


TOP 18:
Consort
Consort
Um consorte √© um conjunto de c√Ęmaras constitu√≠do por instrumentos de diferentes tamanhos pertencentes √† mesma fam√≠lia instrumental. √Č o conjunto protot√≠pico da m√ļsica instrumental do Renascimento. A origem do consorte, assim como a m√ļsica instrumental renascentista em geral, √© a interpreta√ß√£o da polifonia vocal. Os instrumentos tiveram que se adaptar √†s diferentes tessituras vocais, criando para ela fam√≠lias completas de instrumentos similares mas de tamanhos diferentes; tais instrumentos costumavam ser usados ‚Äč‚Äčposteriormente em grupos homog√™neos. As consortes mais comuns foram formadas, √© claro, pelos instrumentos mais difundidos, como os gravadores ou violas da gamba, mas aqueles formados por baixo, ala√ļdes etc. tamb√©m eram comuns. Cada conjunto costumava conter entre tr√™s e seis instrumentos; assim, por exemplo, um consorte de violas da gamba poderia ser formado, tipicamente, por uma viola soprano, duas violas de tenor e duas violas de baixo. O atual quarteto de cordas (formado por dois violinos, violoncelo e viola) √© um exemplo de consorte originado por volta de 1600 e sobrevive at√© hoje. A XVII Inglaterra viu um grande repert√≥rio para consorte de violas da gamba florescer, com autores como John Dowland (Lachrimae ou Sete Teares, 1604), Gibbons, Coprary, Lawes e, finalmente, as Fantasias de Henry Purcell. O consorte quebrado era um conjunto de instrumentos de diferentes fam√≠lias. Geralmente designa especificamente alguma combina√ß√£o muito usada na Inglaterra elisabetana.

TOP 17:
Cornetto
Cornetto
O cornetto, tamb√©m conhecido como clarim renascentista, clarim preto ou clarim curvo, √© um instrumento de sopro do per√≠odo medieval, renascentista e barroco. N√£o deve ser confundido com a corneta atual, que embora pare√ßa com o nome, refere-se a coisas diferentes. Este instrumento foi usado no Renascimento. A corneta (seu nome aut√™ntico em espanhol, como veremos na se√ß√£o Nomenclatura) tem a forma de um tubo, com cerca de 60 cent√≠metros de comprimento, feito de madeira, marfim ou, no caso de alguns modelos modernos reconstru√≠dos, ebonita, com dedilhado comum aos instrumentos de madeira. Normalmente, a se√ß√£o transversal do instrumento √© octogonal, e √© coberta com couro, com os orif√≠cios penetrando nessa cobertura. O cornetto √© ligeiramente curvo, geralmente √† direita, melhorando o conforto do int√©rprete que, em seguida, cava os orif√≠cios superiores com a m√£o esquerda e os inferiores com a direita. Esta posi√ß√£o √© praticamente o padr√£o para instrumentos de madeira. Na extremidade superior do instrumento h√° um pequeno bocal, do tipo usado em instrumentos de metal, onde a vibra√ß√£o √© gerada com os l√°bios. Por essa raz√£o, o cornetto √© um instrumento de constru√ß√£o incomum entre os ventos; um corpo no estilo da madeira (clarinete, flauta, fagote), com um bocal - e consequentemente a gera√ß√£o de som - no estilo dos metais (trombone, trompete, corneta). V√°rios estudiosos afirmam que o √ļltimo crit√©rio √© o mais importante, que classifica o cornetto entre os metais. Em particular, o sistema de classifica√ß√£o de instrumentos Hornbostel-Sachs coloca o instrumento entre as trombetas. Os int√©rpretes puristas do cornetto tendem a usar um bocal menor do que precisariam ser capazes de interpretar instrumentos met√°licos modernos, j√° que outra op√ß√£o √© transformar a base dos bicos atuais para que eles possam se encaixar no corpo do cornetto. Historicamente, o cornetto foi usado em conjunto com o sacabuche, muitas vezes para dobrar um coro da igreja. Isso foi particularmente popular em Veneza, na bas√≠lica de San Marcos, onde o estilo era frequentemente usado especialmente em coros antifonais. Giovanni Bassano foi um exemplo de virtuoso do cornetto, e Giovanni Gabrieli escreveu muito de sua espl√™ndida m√ļsica polif√īnica pensando nele. Heinrich Sch√ľtz tamb√©m usou o instrumento extensivamente em seus primeiros trabalhos; ele estudou em Veneza com Gabrielli, e estava ciente do virtuosismo de Bassano. Tamb√©m o cornetto, como todos os instrumentos renascentistas, foi constru√≠do em uma fam√≠lia completa; os diferentes tamanhos come√ßam com o cornetino afiado, o cornetto, o lagarto ou o tenor cornetto e o raro cornetto bajo ou serpent√≥n, que consiste em um instrumento curvo sem um bocal, usado como baixo em conjuntos de cordas ou flautas doces. O instrumento foi usado como instrumento solo, e um n√ļmero relativamente grande de pe√ßas solo de cornetto sobreviveu. O uso do instrumento declinou por volta de 1700, embora fosse comum na Europa at√© meados do s√©culo XVIII. Johann Sebastian Bach, Georg Philipp Telemann e os grandes compositores alem√£es da √©poca usaram cornetto e cornetino juntos em suas cantatas para tocar em un√≠ssono com a voz soprano do coro. Ocasionalmente estes compositores inclu√≠am uma parte de solo para o instrumento, (por exemplo na cantata BWV 118 de Bach). Alessandro Scarlatti usou os cornettos em v√°rias de suas √≥peras. Johann Joseph Fux usou um par de cornettos com mudo em um Requiem. Uma das √ļltimas composi√ß√Ķes conhecidas foi a da √≥pera Orfeo e Eurydice de Gluck, onde o soprano trombone √© sugerido como alternativa. √Č interessante saber que Gluck tamb√©m foi o √ļltimo dos compositores da √©poca a incluir uma parte para o gravador na pe√ßa. O cornet √© geralmente considerado um instrumento dif√≠cil de jogar. Representa um desenho que sobrevive em instrumentos antigos, ou seja, o tubo principal possui apenas o comprimento de um t√≠pico instrumento de madeira, mas o bocal √© do tipo metal, for√ßando o int√©rprete a produzir a vibra√ß√£o sonora com seus l√°bios. A maioria dos instrumentos met√°licos modernos √© consideravelmente mais longa que o cornetto, o que torna poss√≠vel usar a resson√Ęncia do tubo mais facilmente para controlar a afina√ß√£o. A era da m√ļsica barroca era relativamente tolerante ao brilhantismo e qualidade tonal extrovertida, como testemunhado pela m√ļsica de √≥rg√£o sobrevivente. Assim, o te√≥rico da m√ļsica barroca Marin Mersenne descreve o som da corneta como "um raio de sol perfurando as sombras". Mesmo assim, tamb√©m √© evidente que o cornetto foi muitas vezes mal tocado. Seu registro superior soa como um trompete ou clarim moderno, enquanto seu registro grave se assemelha ao sacbuche que frequentemente o acompanha. O registro

TOP 16:
Violone
Violone
Uma violona √© um grande instrumento de corda atritado. Atualmente, o termo √© reservado para instrumentos hist√≥ricos ou reprodu√ß√Ķes deles, encadeados com tripa e usados ‚Äč‚Äčpara a interpreta√ß√£o da m√ļsica com crit√©rios historicistas, e podem at√© designar o contrabaixo quando ele √© usado de acordo com tais crit√©rios. Um uso mais restritivo do termo especificamente designa instrumentos da fam√≠lia da viola da gamba, equipados com trastes, existindo duas variantes b√°sicas: o Violone no Sol, o Sol afinado, -Do-Fa-La-re-sol, isto √©, um quinto baixo da viola da gamba bajo convencional. O Violone em Re, sintonizado Re, -Sol, -Do-Mi-la-re, isto √©, uma oitava baixa da viola da gamba sob convencional, e usado para dobrar a oitava para as linhas de baixo. No entanto, agora √© poss√≠vel encontrar outras afina√ß√Ķes e instrumentos de menos de seis cordas. Finalmente, a palavra "violone" tamb√©m designa um registro de √≥rg√£o, embora em espanhol o termo violon seja freq√ľentemente usado para isso. O uso hist√≥rico da palavra "violone" deu origem a duras pol√™micas entre os estudiosos sobre seu significado exato, devido, por um lado, √† imprecis√£o com que o termo em si tem sido usado desde o s√©culo XVI e, por outro, ao enorme variabilidade de tamanhos, modelos e afina√ß√Ķes que foram (e ainda s√£o) entre os instrumentos s√©rios de cord√£o atritado, sempre longe da padroniza√ß√£o. Os primeiros violonis j√° s√£o usados ‚Äč‚Äčno s√©culo XVI, e o Praetorius, em sua Syntagma Musicum, registrou, j√° em 1619, uma grande variedade de afina√ß√Ķes. Durante o s√©culo XVII a palavra foi usada principalmente para nomear o violone em Sol e o violoncello (termo italiano que significa literalmente pequena violone), por exemplo Arcangelo Corelli assinalando o acompanhamento de seu Op. V (Sonate a Violino e Violone ou Cimbalo, Roma, 1700). Ao longo do s√©culo XVIII, o violone em Sol gradualmente cai em desuso, a palavra sendo finalmente reservada para instrumentos que dobram o baixo na oitava, como o contrabaixo.


TOP 15:

Baixo

Baixo
O fagote √© um instrumento musical de madeira e√≥lica criado no Renascimento. Consiste em um longo tubo de madeira curvada com uma se√ß√£o c√īnica, em uma de cujas extremidades √© inserido um tudel de cobre de forma curva no qual, por sua vez, √© inserida uma palheta ou haste dupla com a qual o instrumento √© feito para soar. Tem furos e um par de chaves para facilitar o dedilhado. Apesar de ter sido fabricado em diferentes tamanhos formando toda uma fam√≠lia instrumental, que inclu√≠a os pequenos bajoncillos para as tessituras mais n√≠tidas, o modelo mais t√≠pico refor√ßou a linha de baixo da polifonia nas capelas renascentistas (fun√ß√£o da qual deriva seu nome1) , soando junto com o resto dos instrumentos de sopro dos menestr√©is (cornetto, chirim√≠a, sacabuche, flauta do pico) e acompanhando os salmistas nos escrit√≥rios eclesi√°sticos. Atingiu o seu pico por volta de 1600, com int√©rpretes proeminentes como Bartolom√© de Selma e Salaverde. Embora durante o s√©culo XVII suas fun√ß√Ķes tenham sido assumidas em quase toda a Europa por seu sucessor natural, o fagote, na m√ļsica eclesi√°stica hisp√Ęnica conservadora o baj√≥n teve uma longa perman√™ncia, coexistindo mesmo durante s√©culos com ele. De acordo com a defini√ß√£o obsoleta da Enciclop√©dia Espasa, talvez refletindo uma tradi√ß√£o ainda n√£o completamente desaparecida em torno do ano de 1900, o fagote tinha "pavilh√£o de metal", "foi inventado por Rigibo em 1780 e foi usado para acompanhar a can√ß√£o simples" No entanto, devemos esperar at√© a segunda metade do s√©culo XX para que o instrumento seja recuperado no contexto da interpreta√ß√£o da m√ļsica antiga com instrumentos originais. A palavra bash tamb√©m designa um registro do √≥rg√£o.

TOP 14:

Cromorno

Cromorno
O cromorno ou cromchorno √© um instrumento musical de aerofone que foi popular durante a Renascen√ßa. Durante o s√©culo XX, houve um renovado interesse pela m√ļsica antiga, de modo que o instrumento come√ßou a ser usado novamente. Seu nome vem do alem√£o Krummhorn, 1 que significa "chifre (chifre) curvado (Krumm-)". O cromorno √© um instrumento de l√≠ngua encapsulado. Sua estrutura √© semelhante ao tubo de uma gaita de foles. Uma dupla l√≠ngua √© montada dentro de uma c√Ęmara dentro da extremidade de um tubo longo e fino. Soprando dentro da c√Ęmara expelindo o ar forte produz um som. A altura ou frequ√™ncia do som pode ser modificada abrindo ou fechando os orif√≠cios ao longo do tubo com os dedos. Uma caracter√≠stica incomum do Chromorno √© sua forma; o fim curva-se para cima, de modo que o instrumento se assemelha a uma banana ou, para ser mais prosaico, uma letra "J". O som do instrumento √© muito movimentado. Tem um alcance limitado, geralmente uma oitava mais uma nota. Embora teoricamente seja poss√≠vel obter at√© 12 tons na nota fundamental, isso √© extremamente dif√≠cil, pois a l√≠ngua n√£o est√° ao alcance da boca. Na pr√°tica, portanto, todos os instrumentistas est√£o limitados √† oitava fundamental. Modelos maiores estendem seu alcance para o registro grave por meio de furos e chaves adicionais, ou controlando a press√£o do ar. Por causa da limitada tessitura, a m√ļsica para o cromorno √© geralmente tocada por um consorte de instrumentos2 de tamanho e tonalidade diferentes.

TOP 13:

Sacabuche

Sacabuche
O Sacabuche, √© um instrumento de sopro do per√≠odo renascentista e barroco, ancestral do moderno trombone de varas. O nome deriva do franc√™s "sacquer" e "bouter" (puxar ou puxar e empurrar) e o termo sobrevive com in√ļmeras varia√ß√Ķes em ingl√™s ("sacbut, sagbut, shagbolt, shakbusshe"), em alem√£o ("Posaune"), em Italiano ("Trombone"), em franc√™s ("Sacqueboute") O termo "sacabuche" √© usado para diferenciar o instrumento hist√≥rico de sua contraparte moderna. O crescente interesse na interpreta√ß√£o com os instrumentos originais ligou muitos m√ļsicos ao sacabuche. O sacabuche deriva da fam√≠lia medieval das trombetas. Originalmente da Idade M√©dia, a primeira refer√™ncia ao instrumento remonta a 1468, no casamento de Carlos el Valiente e Margaret of York em Bruges, durante o qual foi usado um trompete saicqueboute. O movimento do tubo permite interpretar toda a escala crom√°tica, de modo que em seu tempo foi considerado o instrumento mais refinado e completo do bocal. O instrumento evoluiu para o que hoje conhecemos como um trombone, mas geralmente √© descrito com um som mais suave. Foi usado principalmente em tamanhos altos, tenores e baixos. Foi um dos instrumentos mais importantes nas obras da escola polif√īnica veneziana do barroco, junto com a corneta e o √≥rg√£o. Comparado a um trombone tenor atual, o sacbuche √© consideravelmente menor, com um tubo de menor di√Ęmetro e um sino menor. Os sacabuches v√™m em v√°rios registros. De acordo com Michael Praetorius, havia o alto, o tenor, o quarto e o quinto baixo, assim como o contrabaixo. O mais usual atualmente √© o alto em E plano, tenor em D plano, baixo em F (quarto) ou Mi B plano (quinto). Os baixos, devido ao seu comprimento, t√™m uma al√ßa na barra fixa, que √© usada para permitir a posi√ß√£o mais aberta. Os conjuntos de vento da Renascen√ßa tinham tipicamente um tom de La = 415 Hz., Meio tom abaixo da afina√ß√£o moderna. Os tenores que sobrevivem em Si bemol est√£o sintonizados com o = 415 Hz. Outras fontes do tempo descrevem um alto no tenor no baixo e em mim. Alguns grupos come√ßaram a usar posi√ß√Ķes dentro e sobre mim para interpretar obras medievais com maior precis√£o, em vez de transpor os meios-tons para cima. O som do sacabuche √© caracterizado por um tom mais vocal, mais delicado que os instrumentos modernos. Sua flexibilidade din√Ęmica permite um estilo vocal de interpreta√ß√£o e facilita a articula√ß√£o mais eficaz do fraseado. O sacbuche substituiu o trompete de cachimbo no s√©culo XV, com conjuntos que eram comuns em cidades por toda a Europa. Ele tamb√©m tem sido usado na m√ļsica sacra, tanto para m√ļsica instrumental (trazida para uma bela arte pela fam√≠lia Gabrieli no final do s√©culo 16 em Veneza) quanto para dublar a polifonia coral. Neste caso, as partes de soprano e contralto eram tocadas frequentemente por cornetas ou por shawms (obo√© medieval), com a corneta frequentemente substitu√≠da por violinos na m√ļsica italiana do s√©culo XVII. Os sacabuches tamb√©m tocavam nos tribunais (dance music). No s√©culo XVII havia um repert√≥rio consider√°vel de m√ļsica de c√Ęmara para sacabuche, em v√°rias combina√ß√Ķes com violinos, cornetas, dulzainas, muitas vezes com continuo. Alguns dos compositores foram Dario Castello, Giovanni Battista Fontana, Johann Heinrich Schmelzer, Giovanni Paolo Cima e Andrea Cima. Giovanni Martino Cesare escreveu "La Hyeronima", a mais antiga pe√ßa conhecida para trombone solo com acompanhamento. Daniel Speer (1636-1707), um compositor alem√£o, escreveu importantes tratados sobre teoria musical e como tocar os instrumentos de seu tempo. Sua sonata para trompete e tr√™s anz√≥is, a sonata para tr√™s panos de saco, a sonata para quatro panos e a sonata para duas trombetas e tr√™s sapadores mostram sua maestria em compor perfeitamente para metais. O organista e compositor alem√£o Johann Rudolf Ahle, em 1674, publicou uma s√©rie de cole√ß√Ķes especificando o uso de instant√Ęneos (at√© sete em uma composi√ß√£o), cornetas e trompetes, bem como violinos e violas. Johann Sebastian Bach comp√īs sua Cantata n ¬ļ 4 "Christ lag in Todes Banden" (1707) com corneta, saco, cordas e baixo cont√≠nuo. Provavelmente, a melhor pe√ßa de Bach que usa cornetas e anz√≥is de saco √© sua Cantata n ¬ļ 118 "O Jesu Cristo, mein Lebens Licht", com corneta, dois lituii (semelhante ao trompete) e tr√™s sackboys. Ele recusou o uso do sacbuche ou trombone na m√ļsica formal ap√≥s o s√©culo XVIII, mas permaneceu constante nas bandas da cidade.


TOP 12:

Espineta

Espineta
O espinete √© um instrumento de teclado. √Č muito parecido com a chave. Como na chave, cada ordem (chave) corresponde a uma √ļnica string. Seu mecanismo consistia de uma s√©rie de alavancas verticais providas de plectro (pontos de caneta), que pressionavam as cordas sob a press√£o dos dedos nas teclas. As cordas s√£o curtas e dispostas diagonalmente dentro da caixa. O spinet √© nomeado ap√≥s o construtor italiano Giovanni Spinetti, que viveu em Veneza durante a segunda metade do s√©culo 13 e que foi um dos primeiros fabricantes (desde instrumentos semelhantes s√£o conhecidos na It√°lia no s√©culo XII). Seu esplendor m√°ximo est√° localizado no S. XVI e S. XVII. Existem espinetes de dois teclados, que s√£o colocados um abaixo do outro (como no √≥rg√£o).

TOP 11:

Virgem

Virgem
O virginal √© um tipo de chave, cravo ou espineta, mas menor, diferente (oblongo ou retangular) e com um √ļnico teclado ao longo do instrumento, n√£o em uma extremidade. Foi revivido no s√©culo XX para tocar m√ļsica antiga. Espalhou-se na Holanda (em 1500) e na Inglaterra (em 1600). Suas cordas corriam paralelas ao teclado ou, √†s vezes, na diagonal. O nome provavelmente vem do latim virga, palo, verga, vara ou martinete; poderia tamb√©m vir do latim virginalis (virginal) que indicaria o fato de que geralmente era tocado por meninas; em vez disso, a teoria que derivou da Rainha Virgem foi descartada porque era conhecida como virginal de muitos anos atr√°s. O termo italiano spinetto ou spinet √© usado tanto para o virginal quanto para um instrumento similar na forma de uma asa de p√°ssaro.

TOP 10:

Clavicordio

Clavicordio
O clavic√≥rdio √© um instrumento musical europeu de teclado, cordas de percuss√£o e som muito fraco. Este instrumento n√£o deve ser confundido com a chave (cravo, cravo, cravo, cravo), a espineta ou o virginal.As chaves de cravo s√£o alavancas simples; quando uma delas afunda, a corda √© perfurada com um pequeno pino de metal ("tangente") inserido na extremidade oposta da chave. Essa tangente determina o pitch (pitch) da string, dividindo-a pelo seu comprimento. O comprimento da corda entre a ponte e a tangente determina o tom do som. Uma das duas partes da corda dividida n√£o soa porque est√° em contato com uma faixa de feltro afiada. O int√©rprete pode fazer um pequeno vibrato (varia√ß√£o r√°pida e quase impercept√≠vel da afina√ß√£o) realizando um efeito com o dedo, chamado em alem√£o Bebung ("tremor"): ele varia a for√ßa com a qual ele segura a chave enquanto a tangente est√° em contato com a corda. Quando o martelo sai da corda, ele p√°ra de tocar e tem uma r√°pida curva de extin√ß√£o. O cravo, ao contr√°rio do cravo, tem uma "resposta ao toque": dependendo da for√ßa do ataque, a intensidade pode ser variada, embora sempre seja muito fraca. A partir do mecanismo de cravo - que permite brincar com diferentes din√Ęmicas entre o piano (suave) e o forte (forte) -, os italianos criaram o piano (o piano atual), que deslocou seus dois antecessores, o cravo e o cravo . Em Barcelona, ‚Äč‚Äča oficina de "MANUEL BORDAS" se destacou na habilidade de Clavicordios.Como as cordas vibram da ponte apenas para onde o martelo foi aplicado, v√°rias chaves com seus respectivos martelos podem ser atribu√≠das √† mesma corda (como no monoc√≥rdio) . Este sistema √© chamado de "clavic√≥rdio desgastado" (clavic√≥rdio desgastado). Essa t√©cnica simplifica a constru√ß√£o (devido ao fato de que menos strings s√£o necess√°rias), mas limita as habilidades do instrumento, pois em cada string apenas uma altura (nota) pode ser executada por vez. √Č por isso que era muito raro receber mais de duas notas para cada string. Geralmente, para compartilhar a mesma string, foram escolhidos pares de notas que nunca foram ouvidas juntas naquele momento (por exemplo, o do e o do #, na sua falta, o trine era preferido, isto √©, varia√ß√£o muito r√°pida da nota). qualquer m√ļsica escrita para chave, piano ou √≥rg√£o pode ser tocada com cravo, seu som √© muito fino para tocar em conjuntos de c√Ęmara. Carl Philipp Emmanuel Bach (filho de Johann Sebastian Bach) foi um grande compositor de obras para o clavic√≥rdio. O clavinete, que era usado em m√ļsica funk e rock desde os anos cinquenta, era basicamente um cravo el√©trico que usava uma c√°psula magn√©tica para gerar um sinal el√©trico amplific√°vel.


TOP 9:

Chirimia

Chirimia
A chirim√≠a √© um instrumento musical de junco duplo de madeira de vento, anteriormente trabalhado rudemente e esculpido por nove buracos laterais, seis apenas, destinados a serem cobertos por dedos, afiados, altos e baixos.1 √Č o ancestral direto do obo√© e muito parecido com o dulzaina. O nome vem do franc√™s ¬ęchalemie¬Ľ, que por sua vez vem do latim ¬ęcalamus¬Ľ, cana, e este, por sua vez, do grego ¬ęaul√≥s kalamitńďes¬Ľ, flauta da cana.2 Era comumente usado na Europa desde o s√©culo XIII. e levado para as col√īnias hispano-americanas a partir do final do s√©culo XV. 1. Chirim√≠a (Col√īmbia, Guatemala); 2. Ghaita (Marrocos); 3. Mizmar (Tun√≠sia); 4. Sib (Egito); 5. Zumari (Qu√™nia); 6. Kaba Zurna (Turquia); 7. Zurna (em A-flat) (Turquia); 8. Sorna (Ir√£); 9. Sharnai (Paquist√£o); 10. Rgya-Gling (Tibete); 11. Pi nai (Tail√Ęndia); 12. So-na (China); 13. Vombard (Bretanha); 14. Ciaramella, Cialamedda (Sul da It√°lia); 15. Piffero (Norte da It√°lia), Col√īmbia (Diferentes setores como o popay√°n) √Č usado em celebra√ß√Ķes populares, profanas e religiosas. Durante o s√©culo XVI, a chirimia da Espanha chegou √†s Am√©ricas. No M√©xico, entre os Nahuas da regi√£o ocidental, adotou-se uma das antigas vers√Ķes da chirimia, cuja caracter√≠stica particular √© o uso de quatro l√≠nguas feitas de palmeira real em vez de junco, amarradas ao tubillo ou tudel como rolha. O conjunto de chirimia em Jalisco e Oaxaca √© composto por dois m√ļsicos: um que toca a chirim√≠a (um aerofone barbudo) e outro que empoleira um tambor (duplo membranophone). Em Tlaxcala e no estado do M√©xico, o grupo que toca chirimia √© conhecido como a banda asteca, e carrega hu√©huetl e tambor baterista. No M√©xico tamb√©m se chama chirim√≠a a certas flautas e tamboril music. Na Guatemala, v√°rias celebra√ß√Ķes maias e mesti√ßas usam a chirim√≠a e a tum (tambor) como acompanhamento. No Peru, a chirimia tamb√©m √© conhecida como "chirisuya"; e na Bol√≠via, como "chirituya".

TOP 8:

Tri√Ęngulo (instrumento musical)

Tri√Ęngulo (instrumento musical)
O tri√Ęngulo √© um instrumento de percuss√£o de a√ßo, pertencente ao grupo dos idiofonos, porque o som resultante √© o resultado da vibra√ß√£o do metal depois de ser atingido com o bast√£o. O tri√Ęngulo √© uma barra ou estrutura cil√≠ndrica de a√ßo dobrada na forma de um tri√Ęngulo, como o nome sugere, com a particularidade de que um de seus v√©rtices est√° aberto. Normalmente, o int√©rprete n√£o suporta diretamente o instrumento, fazendo-o em um de seus lados, mas por uma corda que, amarrada ao topo do v√©rtice, serve para suspend√™-lo. O som do tri√Ęngulo √© muito bom e de altura indefinida, o que n√£o significa que n√£o gere certas notas. O m√ļsico pode fazer o som do tri√Ęngulo abrir ou fechar dependendo de como ele o segura. O tri√Ęngulo tem uma grande sonoridade, o que permite que seja ouvido acima da orquestra. √Č usado na m√ļsica cajun na Louisiana e no forr√≥ brasileiro. Os tri√Ęngulos musicais medem aproximadamente de 16 a 20 cm. Na m√ļsica cl√°ssica, tem sido usado na orquestra desde meados do s√©culo XVIII. Mozart, Haydn e Beethoven usaram isso frugalmente. A primeira pe√ßa a destacar o tri√Ęngulo foi o "Concerto para Piano No.1" de Liszt, onde √© utilizado como instrumento solo no terceiro movimento. Tamb√©m √© visto no terceiro movimento da Sinfonia N¬ļ 4 de Brahms, no terceiro movimento da Sinfonia do Novo Mundo de Dvorak e na "Marcha Nupcial" da √≥pera "Lohengrin" de Wagner. O tri√Ęngulo √© tratado extensivamente na sinfonia em mi maior de Hans Rott e no terceiro movimento do Concerto para violino de vidro.

TOP 7:

Clavecín

Clavecín
O cravo (tamb√©m chamado de cravo, cembalo, gravic√©mbalo, clave ou clavic√≠mbalo) √© um instrumento musical com um teclado e cordas dedilhadas, como a harpa e a guitarra. A chave, conhecida e usada durante o barroco, estava caindo no esquecimento, e a maioria das pe√ßas escritas para ele come√ßou a ser interpretada no novo piano, ancestral do nosso piano moderno. Como o pr√≥prio nome sugere, permite altera√ß√Ķes de volume simplesmente variando a intensidade do toque de tecla. Acredita-se que derivou do Salt√©rio grego (psalterion), embora sua inven√ß√£o ocorra durante a Renascen√ßa, em meados dos s√©culos XV e XVI. Mecanismo de chave de fenda de uma chave. Sua estrutura b√°sica √© um ou dois teclados ou manuais, nos quais, ao pressionar cada tecla, uma pena de ganso, corvo ou pena de condor (chamada de plectro), que √© encontrada em uma pequena estrutura de madeira chamada bate-estacas ou saltador, Levante a corda correspondente, perfurando-a. Isso produz um certo som (nota). O volume do instrumento n√£o varia, pelo menos notoriamente, de acordo com suas teclas pressionadas suavemente ou com for√ßa, somente uma altera√ß√£o de volume √© obtida adicionando registros ou acoplando-os. A arte de embelezar uma linha mel√≥dica tamb√©m sugere efeitos din√Ęmicos. No final do s√©culo XIX e in√≠cio do s√©culo XX, o instrumento foi revivido, em parte, gra√ßas √† pianista Wanda Landowska, que foi a primeira professora interessada na chave nos tempos modernos (na cidade de Berlim), e n√£o apenas tocava obras antigas escritas para o instrumento, mas tamb√©m encomendou novas obras para diferentes autores, incluindo o compositor espanhol Manuel de Falla. Landowska n√£o estava interessado no som das teclas antigas, mas encorajou a constru√ß√£o de chaves modernas, com estruturas derivadas da constru√ß√£o do piano (como os cravos de Pleyel). Com o excelente progresso de restaura√ß√£o e fabrica√ß√£o de c√≥pias dos instrumentos antigos, por mais de quarenta anos o interesse na chave hist√≥rica ressurgiu. A clareza de seu timbre e a extraordin√°ria riqueza em harm√īnicos fazem com que seja insubstitu√≠vel para a performance da m√ļsica polif√īnica. A chave tem variantes menores, como a espineta e a virginal, que n√£o devem ser confundidas com o clavic√≥rdio. A chave desempenhou um papel importante na m√ļsica acad√™mica europ√©ia do s√©culo XVI ao XVIII e, mais tarde, no s√©culo XX, seja como solista, como companheira ou como solteira, tendo sua idade de ouro no barroco e depois caindo Esquecimento no Romantismo e ressurgimento com for√ßa no s√©culo XX. As contribui√ß√Ķes de m√ļsicos italianos, como Girolamo Frescobaldi, alem√£es, como Johann Jakob Froberger e Johann Sebastian Bach, franceses, como Fran√ßois Couperin ou Jean-Philippe Rameau, e Domenico Scarlatti, que compuseram a maior parte de seu trabalho de teclado na Espanha, criando um A pr√≥pria escola, entre cujos seguidores figuram autores como Sebasti√°n de Albero ou Antonio Soler, criou um repert√≥rio cl√°ssico para este instrumento durante os s√©culos XVII e XVIII. O interesse em compor m√ļsicas espec√≠ficas para o instrumento remonta √† Idade M√©dia, uma etapa da qual datam manuscritos an√īnimos com trabalhos para solista. O interesse por instrumentos pr√≥ximos, como o clavic√≥rdio, o virginal ou o spinet, crescer√° at√© o final do Renascimento, quando os primeiros grandes compositores aparecer√£o no campo da m√ļsica de teclado. Os espanh√≥is Antonio de Cabez√≥n (1510-1566) e Antonio Valente (1520? -1580?), Juntamente com os virginais ingleses de 1560 a 1600, escrevem as obras mais interessantes da m√ļsica renascentista para este instrumento de corda mecanicamente prensado. Pouco depois, a m√ļsica para a chave de Jan Pieterszoon Sweelinck (1560-1621) compromete a transi√ß√£o para o in√≠cio do Barroco. A chave goza de mais e mais popularidade e reconhecimento, e ap√≥s as contribui√ß√Ķes de Cabez√≥n e Valente, os virginistas ingleses e o holand√™s Jan Pieterszoon Sweelinck, entre o final do s√©culo 16 e os anos 1630, v√£o abrir um momento importante na m√ļsica chave, que abrange todo o barroco, de 1600 a 1750, e reunir√° um corpus muito grande de obras compostas por m√ļsicos de toda a Europa. Mas o instigador das formas cl√°ssicas da chave barroca europeia √©, sem d√ļvida, o italiano Girolamo Frescobaldi (1583-1643), que estabeleceu um repert√≥rio de tocatas, caprichos, fantas√≠as, ricercare (nome gen√©rico para qualquer pe√ßa contrapont√≠stica) e varia√ß√Ķes ou diferen√ßas virtuosas para o cravo apenas na primeira metade do seicento. Seguindo seu rastro e influenciado por ele surgem as escolas do cravo barroco na segunda metade de seu s√©culo XVII. Inglaterra (com Henry Purcell), Alemanha (com a m√ļsica muito pessoal de Johann Jakob Froberger) ou Fran√ßa, embora no caso franc√™s permanecesse uma tradi√ß√£o pr√≥pria no s√©culo XVII,

TOP 6:

Flauta doce

Flauta doce
O gravador ou gravador √© um instrumento de sopro muito antigo. Popular desde a Idade M√©dia at√© o final do barroco, seu uso foi relegado ao desenvolvimento da orquestra cl√°ssica, povoada por instrumentos mais sonoros. A partir do s√©culo XX retorna dos museus, em princ√≠pio pelo interesse de interpretar a m√ļsica renascentista e barroca com seus instrumentos originais, mas sua dissemina√ß√£o mundial se baseia nas possibilidades pedag√≥gicas como instrumento de inicia√ß√£o musical. A partir do Renascimento, a flauta √© constru√≠da usando e formando fam√≠lias que se assemelham √† distribui√ß√£o tonal da voz humana, atrav√©s de conjuntos (consortes, em ingl√™s) tamb√©m comuns em instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo). Por esta raz√£o, h√° flautas doces com menos de 15 cent√≠metros de comprimento, at√© modelos de mais de 2 metros e meio. Os mais difundidos e conhecidos, no entanto, s√£o o gravador de soprano, um instrumento comum nas escolas de inicia√ß√£o musical, e o gravador de contralto ou, √†s vezes, tamb√©m chamado de flauta alta. Todos eles t√™m uma melodia de duas oitavas e meia e, em geral, s√£o instrumentos afinados em C ou F: o gravador √© mantido na posi√ß√£o vertical, com a m√£o esquerda mais pr√≥xima da embocadura. Uma t√©cnica correta envolve atender a emiss√£o de som, sua articula√ß√£o e o dedilhado que permite gerar as diferentes notas. A transmiss√£o √© de natureza "natural", evitando a ideia de "soprar". A boca do instrumento √© um "bloco" (A) no qual um canal de vento (B) direciona o ar diretamente contra uma borda afiada ou l√≠ngua (C), que transmite sua vibra√ß√£o de ar para a coluna de ar dentro a flauta. Por essa raz√£o, √© relativamente simples produzir sons, embora a posi√ß√£o da boca produza varia√ß√Ķes not√°veis ‚Äč‚Äčna qualidade e no timbre do instrumento. A articula√ß√£o √© fundamental para a separa√ß√£o entre notas, permitindo a express√£o da interpreta√ß√£o. A t√©cnica de articula√ß√£o √© comum a praticamente todos os instrumentos de sopro, e consiste no chamado "toque da linguagem", cujas variantes produzem diferentes modos. O toque da linguagem √© conseguido pela articula√ß√£o de fonemas simples (sem vibrar as cordas vocais do int√©rprete), conseguindo por exemplo: estilo normal: articula√ß√£o tu-tu-tu legato: du-du-du articula√ß√£o staccato: articula√ß√£o ttt n√£o legato: pai -dad-dad articula√ß√£o staccato dupla: tu-ku-tu-ku O manuseio desta t√©cnica permite a limpeza nas passagens r√°pidas e importantes possibilidades expressivas. Tratados como "La Fontegara" de Silvestro Gannassi, publicado em Veneza em 1535, mencionam um tipo adicional de articula√ß√£o com o nome de "Lingua riversa" no sentido invertido ou "invertido". Gannassi prop√Ķe as s√≠labas le-re com variantes em todas as vogais. Um tipo semelhante de articula√ß√£o √© citado em alguns tratados posteriores, por exemplo Joachim Quantz com a s√≠laba did'll. O efeito desejado √© criar uma esp√©cie de superposi√ß√£o das notas, independentemente da dureza do ataque inicial. A flexibilidade desta t√©cnica com a qual voc√™ pode criar notas que v√£o desde quase um legato a um stacatto suave, a levou a ser considerada um dos principais tipos sen√£o a principal a articular passagens r√°pidas com eleg√Ęncia (Dalla Casa). Nas escolas modernas de flauta, principalmente do lado anglo-sax√£o, esta t√©cnica √© estudada com base no tratado de Quantz (did'll). Um crit√©rio un√≠voco sobre como abordar essa articula√ß√£o com base na lenda de Gannassi n√£o existe. No entanto, observando a tend√™ncia √† guturalidade que ainda existe hoje na pron√ļncia do r no norte da It√°lia, pode-se pensar que um r entendido como um soft g juntamente com uma compress√£o dos fonemas, uma conseq√ľ√™ncia natural da velocidade de as passagens, poderiam levar a um tipo de leglevl em forma natural, criando assim um efeito praticamente igual ao j√° mencionado. No s√©culo XVII, houve v√°rias mudan√ßas na constru√ß√£o do instrumento, resultando no que √© conhecido como "gravador". As inova√ß√Ķes permitiram esta marca em uma tessitura de duas oitavas e metade crom√°tica, obtendo um timbre mais "doce" que os modelos anteriores. Durante o s√©culo XVII, de alguma forma confusa, o instrumento √© muitas vezes referido simplesmente como "Flauta" (Flauto em italiano), enquanto a flauta transversal √© chamada "Traverso". Para esse gravador, Bach escreveu seu 4¬ļ Concerto Brandenburger em sol maior, embora Thurston Dart tenha sugerido erroneamente que ele havia sido escrito para flageolets. Na verdade, Bach escreveu este trabalho para dois "flauti d'echo", ou flautas de eco, um exemplo do qual sobrevive at√© hoje em Leipzig. √Č composto por duas flautas doces em fa, ligadas por c√≠lios de couro, de modo que um deles √© usado para t


TOP 5:

Viola da gamba

Viola da gamba
A viola da gamba √© um arco cord√≥fono, equipado com trastes, amplamente utilizado na Europa entre o final do s√©culo XV e as √ļltimas d√©cadas do s√©culo XVIII. O modelo mais difundido tem seis cordas sintonizadas por quartos (com uma terceira maior entre as centrais), um aspecto similar ao do violoncelo, uma extens√£o do reflexo ", e √© tocada ao se levantar a palma do arco. O int√©rprete √© conhecido como Seu nome, de origem italiana, significa "viola de leg". √Č assim oposto ao da viola convencional, chamado de braccio (bra√ßo), e √† viola de uma m√£o. √Č devido ao modo de ser mantido por O m√ļsico, entre as pernas Embora a express√£o "viola da gamba" tenha sido imposta nos pa√≠ses de l√≠ngua espanhola, o instrumento foi chamado em espanhol em muitas outras formas ao longo da sua hist√≥ria, como "vihuela de arco" ( Cerone, 1613), "vig√ľela de arco" (Covarrubias, 1611) ou "viol√≥n" (Ortiz, 1553) Em franc√™s chama-se viole, em ingl√™s viol e em alem√£o Gambe H√° uma grande variedade de modelos hist√≥ricos de viola da gamba No entanto, podemos apontar uma s√©rie de caracter√≠sticas Pr√°ticas t√≠picas de constru√ß√£o que geralmente coincidem na maioria delas: escala curva com sete trastes. Caixa com ombros ca√≠dos e fundo plano, com inclina√ß√£o para o cabo. Mesa harm√īnica esculpida. Entalhes pronunciados. Orelhas em forma de ponte C. Curved. Cordas de tripa (a ferida mais s√©ria com metal), em n√ļmero entre cinco e sete. Sintonia por quartos com um terceiro maior intercalado. Headstock esculpido com motivos figurativos. Da mesma forma, as maneiras de tocar o instrumento geralmente coincidem em: segurar o instrumento entre as pernas, mesmo as menores (com exce√ß√£o das violas muito grandes, apoiadas no ch√£o) e segur√°-las verticalmente, com uma ligeira inclina√ß√£o. da al√ßa para a esquerda do m√ļsico. Pegue o arco de palma com o dedo em contato direto com as cerdas, uma t√©cnica semelhante √† tradicional em instrumentos de corda folcl√≥ricos. Quanto ao tamanho e, consequentemente, √† tessitura, as violas da gamba constituem uma ampla fam√≠lia. Os tamanhos mais utilizados s√£o os de soprano, tenor e (sobretudo) baixo, mas existe uma grande variedade de modelos. De menor para maior, podemos encontrar: O quinton franc√™s, instrumento de sintonia mista entre o violino e o pardessus de viole: sol-re'-la'-re "-sol". O pardessus de viole franc√™s, sintonizado sol-do'-fa'-la'-re "-sol". A viola soprano, sintonizada re-sol-do'-mi'la'-re. "A viola alto, raramente usada, sintonizada La-re-sol-si-mi'-la." O tenor viola, de afina√ß√£o id√™ntica ao violino renascentista em Sol: sol-do-fa-la-re'-sol. "A lyra viol, modelo ingl√™s do s√©culo XVII de tamanho um pouco maior que o viola tenor e ao qual foram aplicadas v√°rias afina√ß√Ķes para interpretar m√ļsica por The viol division, um instrumento ingl√™s descrito entre outros por Christopher Simpson (Simpson, 1659), de uma afina√ß√£o semelhante √† da viola bajo, por√©m menor em tamanho, adequado para uso solo, a viola bastarda, nome italiano que poderia ser identificado com A viola bajo, sintonizada Re-Sol-do-la-re '√Č, de longe, o modelo mais usado da fam√≠lia, de Diego Ortiz (S. XVI) a Abel (S. XVIII) , e √© hoje o modelo b√°sico no ensino regulamentado do instrumento, Sainte-Colombe imp√īs na Fran√ßa do s√©culo 17 uma variante de sete cordas, acrescentando outra seq√ľ√™ncia s√©rio (La,). Pelo agudo sua extens√£o no repert√≥rio geralmente alcan√ßa o re ". A violona no Sol, sintonizada Sol, -Do-Fa-La-re-sol. A violona em Re, sintonizada Re, -Sol, -Do-Mi-la-re. No entanto, sempre houve um grande n√ļmero de afina√ß√Ķes alternativas coletadas em tratados hist√≥ricos: por exemplo, na Fran√ßa do s√©culo XVI as violas costumavam ser tocadas em conjuntos compostos de instrumentos de cinco cordas afinados inteiramente por quartos, como acontece com muitos violinos posteriores. Devemos tamb√©m notar a not√°vel confus√£o de termos entre lyra viol, division viol e viola bastarda. Atualmente, pesquisas est√£o sendo realizadas sobre a produ√ß√£o de novos modelos de viola da gamba, alguns deles el√©tricos. J√° na Idade M√©dia h√° representa√ß√Ķes de instrumentos de cordas, como vihuelas de arco e rabeles, que s√£o tocados com la√ßos e mantidos entre as pernas dos m√ļsicos. √Č necess√°rio esperar at√© o final do s√©culo XV para registrar os primeiros instrumentos com as caracter√≠sticas da viola da gamba, como o bra√ßo da guitarra com trastes e os recessos. Testemunhos iconogr√°ficos abundantes de ca. 1500 apoiar a hip√≥tese de que este instrumento foi criado nos dom√≠nios da Coroa de Arag√£o (Reino de Val√™ncia, Ilhas Baleares, Sardenha, sul da It√°lia) como a evolu√ß√£o da m√£o vihuela, a ser atingido com arco seguindo a t√©cnica mourisca de rabel, mesmo assim muito difundido em V

TOP 4:

Ala√ļde

Ala√ļde
O ala√ļde (do √°rabe ōßŔĄōĻŔąōĮ al-`Ňęd) √© um instrumento de cordas arrancado, cuja origem remonta √† Idade M√©dia e cuja introdu√ß√£o na Europa foi atrav√©s da Espanha Isl√Ęmica (Al-Andalus). Por extens√£o, ala√ļde pode designar qualquer instrumento no qual as cordas s√£o colocadas em um plano paralelo √† caixa, ao longo de um mastro de sa√≠da. Foi amplamente utilizado entre os s√©culos XIV e XVIII, e tamb√©m ressurgiu no s√©culo XX. Os ala√ļdes encontrados nos lutes leste e medieval, renascentista e barroco t√™m uma caixa de resson√Ęncia saliente, feita com varetas ou nervuras longitudinais, ou esculpida em um bloco de madeira (cano, ala√ļde medieval). O instrumento de tessitura de tenor, normalmente usado no atum e nos rondallas, chamado de ala√ļde espanhol, tem um fundo plano e an√©is laterais e, apesar de seu nome, n√£o est√° relacionado com os antigos ala√ļdes, mas sim com os bandurria. Consiste nas seguintes partes: Estacas: s√£o peda√ßos de madeira alongados, com uma ligeira conicidade, em que a corda √© enrolada para apertar. Trastes: eles s√£o cordas de tripa amarradas ao redor do mastro. Eles encurtam a corda at√© o comprimento desejado quando o executor caminha entre dois desses trastes. Mastro: √© o cabo alongado que emerge do corpo do instrumento no qual as cordas s√£o colocadas e as posi√ß√Ķes da m√£o que √© usada s√£o executadas. Escala: √© a folha que cobre o pesco√ßo para proteg√™-lo do desgaste e dar rigidez, porque nele os dedos do performer s√£o apoiados ao pisar nas cordas. Geralmente √© √©bano. Caixa de resson√Ęncia: inchada, constru√≠da a partir de nervuras longitudinais, em forma de meia p√™ra. Boca: no velho ala√ļde mostra uma roseta decorativa finamente esculpida. Cordas: s√£o de intestino as agudas, e de n√ļcleo de intestino e retorcido de metal, as graves; h√° seis cordas duplas sintonizadas em un√≠ssono em pares, como as do bandurria. Bridge: tamb√©m chamado de bar-cordal, nele as cordas vibram diretamente do n√≥, sem se apoiar em nenhuma folha, como as guitarras atuais. Cordal: apenas alguns ala√ļdes medievais tinham uma pe√ßa separada para amarrar as cordas, porque a partir de ent√£o at√© o s√©culo XVIII a ponte e o cord√£o coincidiam em uma √ļnica pe√ßa, a barra-cordal. O int√©rprete leva o instrumento de maneira semelhante ao viol√£o. Com a m√£o com a qual ele escreve, no caso dos instrumentos orientais medievais e do ala√ļde espanhol, ele amarra as cordas com uma palheta ou plectro. Desde a era medieval o uso da pena foi abandonado, e o int√©rprete brincou com as pontas dos dedos ou com as pr√≥prias unhas. Esta t√©cnica proporcionou maior liberdade expressiva e √© a√≠ que a t√©cnica da m√£o habilidosa do viol√£o atual vem; os recursos da farpa s√£o menores que os dos dedos. Com a m√£o oposta, ele pisa nas cordas permitindo a forma√ß√£o de acordes e a execu√ß√£o de melodias. No caso do theorbo, do archilaud, do ala√ļde barroco etc., tamb√©m existem cordas graves, chamadas cordas graves, que n√£o s√£o pisadas, pois n√£o passam pelo bra√ßo da guitarra, mas tocam com a m√£o h√°bil. produz notas graves em um determinado momento de uma pe√ßa solo ou para acompanhar instrumentos mais agudos. Grandes compositores e int√©rpretes do per√≠odo barroco e renascentista foram John Dowland, Giovanni Girolamo Kapsberger ou Robert de Vis√©e. A palavra ala√ļde deriva da voz √°rabe `Ňęd (ōĻŔąōĮ), cujo significado √© 'madeira'. O ala√ļde usado nos pa√≠ses √°rabes e em todo o Oriente M√©dio carece de trastes, pois estes impediriam a realiza√ß√£o de quartos de tom, necess√°rios nas escalas orientais. Tem um mastro ligeiramente mais curto, comparado ao ala√ļde europeu, e uma caixa de resson√Ęncia maior. Geralmente tem apenas uma bordona e quatro cordas duplas, embora haja ala√ļde de at√© sete ordens. Seu registro √© geralmente duas oitavas e meia. Este instrumento √© usado na m√ļsica cl√°ssica e popular de todos os pa√≠ses √°rabes, assim como na Turquia, Ir√£, Paquist√£o, Arm√™nia, Ge√≥rgia. O corpo tem a forma de uma p√™ra esmagada, esculpida em um bloco de madeira e quatro cordas. H√° refer√™ncias que datam de sua exist√™ncia no s√©culo II aC. C. Geralmente acompanha o canto de poemas, muitas vezes √©picos, que descrevem batalhas ou eventos hist√≥ricos relevantes. Embora seja tamb√©m utilizado em grupos musicais, o pipe ou ala√ļde chin√™s √© usado principalmente para a interpreta√ß√£o de solos. O repert√≥rio de tubos consiste de obras chinesas tradicionais, a maioria an√īnimas, e m√ļsica contempor√Ęnea de compositores com influ√™ncias chinesas e ocidentais. √Č jogado por uma t√©cnica com destreza espetacular de dedos, para conseguir sons caracter√≠sticos. Liu Fang √© um int√©rprete realizado deste instrumento. O ala√ļde desfrutou de um renascimento com o despertar do interesse pela m√ļsica hist√≥rica ao redor

TOP 3:

√ďrg√£o (instrumento musical)

√ďrg√£o (instrumento musical)
Um √≥rg√£o √© um instrumento musical de teclado. Os sons s√£o gerados pela passagem de ar por tubos de diferentes comprimentos (de alguns cent√≠metros a v√°rios metros). √Č classificado como um instrumento de sopro ou aerofone na categoria de instrumento do teclado e tamb√©m dentro do ar soprado da subcategoria, ao lado do acorde√£o e do harm√īnio. Consiste em diferentes registros ou sons, cujo timbre depender√° da forma, tamanho, material ou mecanismo de produ√ß√£o do som. √Č gerido por um ou mais teclados para brincar com as m√£os e outro composto por pedais na parte inferior. Os diferentes registros s√£o ativados por meio de alavancas ou bot√Ķes ao alcance da m√£o de quem toca o instrumento. No passado, o ar era fornecido por foles manuais. Atualmente, tamb√©m √© fornecido por compressores. O √≥rg√£o √© tocado com as m√£os e os p√©s, o que torna aconselh√°vel estudar outros instrumentos de teclado para poder estudar como instrumento.O √≥rg√£o tubular originou-se na Gr√©cia pelo antigo inventor Ctesibio, que inventou v√°rias engenhocas que trabalhavam com √°gua e ar, tal √© o caso de hydraulis. O √≥rg√£o era conhecido pelos romanos e foi adotado pela Igreja Cat√≥lica Romana e outras igrejas como um acompanhamento aos servi√ßos religiosos no s√©timo s√©culo. Ao longo da hist√≥ria, os √≥rg√£os foram port√°teis e fixos, dependendo de estarem ou n√£o prontos para serem movidos. hidr√°ulico ou pneum√°tico, dependendo se o ar √© gerado pela tens√£o ou press√£o da √°gua (fria ou quente), ou pelo fole manual ou el√©trico (que √© o sistema atualmente em uso). A inven√ß√£o dos foles atualmente em uso parece remontar ao s√©culo IV no Oriente, como eles s√£o desenhados em um baixo-relevo do obelisco de Teod√≥sio, em Istambul. At√© o s√©culo XII, os dois sistemas foram utilizados, sendo sempre muito embara√ßosos e, no s√©culo XIII, a hidr√°ulica foi completamente abandonada. Desde ent√£o, este instrumento foi generalizado nas igrejas, ganhando lentamente sua perfei√ß√£o at√© o s√©culo XVI. No s√©culo XIV, o jogo dos foles foi simplificado, o que antes exigia a for√ßa de muitos homens e o teclado se tornava crom√°tico antes de ser diat√īnico. No s√©culo XV, √≥rg√£os de dimens√Ķes maiores e fixas foram constru√≠dos, os port√°teis e pequenos para igrejas menores continuaram, e pedais foram adicionados. No s√©culo XVI, o tamanho dos √≥rg√£os foi aumentado, eles foram colocados em uma caixa, como os conhecemos hoje e os teclados sobrepostos foram inventados. No s√©culo XIX, a extens√£o de dez oitavas com cinco teclados foi aperfei√ßoada a ponto de atingir um √ļnico √≥rg√£o. Nas √ļltimas d√©cadas, com a aplica√ß√£o de eletricidade aos √≥rg√£os, foi poss√≠vel simplificar os sistemas de alavancagem e dar mais velocidade a todos os movimentos. Na m√ļsica acad√™mica europ√©ia, o √≥rg√£o, como solista e solista, teve grandes compositores que lhe deram obras famosas, especialmente no per√≠odo barroco, a idade de ouro do instrumento, destacando a contribui√ß√£o de Johann Sebastian Bach no s√©culo XVIII e Olivier Messiaen no s√©culo XX. J√° na meia idade havia cole√ß√Ķes de pe√ßas para √≥rg√£o sozinho, levando, no Renascimento, a primeira idade de ouro. Antonio de Cabez√≥n (1510-1566) √© um dos melhores organistas do seu tempo e um dos mais destacados no campo espanhol. Para o √≥rg√£o ele escreveu tientos, desfiles, varia√ß√Ķes, etc. No barroco o √≥rg√£o teve seu apogeo e idade de ouro, tanto em int√©rpretes como em compositores e organeros. Na It√°lia destaca-se a figura de Frescobaldi (1585-1641), onde sua obra Fiori musicali (1635) √© uma das obras mais importantes no campo dos tecl√≠sticos. Na Holanda, h√° outro exemplo ilustre com Jan Pieterszoon Sweelinck (1560-1621), que junto com Frescobaldi s√£o os dois primeiros g√™nios da literatura de teclado barroco. Na Fran√ßa o √≥rg√£o teve muito papel na vida musical, havendo inclusive uma escola, a escola francesa do √≥rg√£o, que teve seu apogeu m√°ximo entre 1660 e 1720. Os expoentes mais ilustres da escola s√£o F. Couperin (1668-1733) entre outros. Depois da escola, junto com a escola da chave, perde prest√≠gio e a m√ļsica francesa do instrumento desaparece ante a indiferen√ßa dos grandes compositores, como JP Rameau (1683-1764). Em 1790 a escola j√° est√° em decl√≠nio, com apenas pequenos compositores. Na Espanha, h√° muitas figuras not√°veis ‚Äč‚Äčao longo do per√≠odo, de Francisco Correa de Arauxo, Juan Cabanilles a Antonio Soler (1729-1783), onde a produ√ß√£o de seu organismo √© a mais importante do s√©culo XVIII a n√≠vel nacional. Na Inglaterra, os dois representantes mais ilustres s√£o Purcell (1659-1695), que comp√īs pe√ßas de tema livre e H√§ndel (1685-1759), que compuseram concertos para √≥rg√£o e orquestra. Na Alemanha, o √≥rg√£o tinha uma import√Ęncia

TOP 2:

A harpa

A harpa
A harpa1 √© um instrumento de corda pulsada composto de uma estrutura ressonante e uma s√©rie vari√°vel de cordas esticadas entre a se√ß√£o inferior e a se√ß√£o superior. As cordas podem ser pressionadas com os dedos ou com uma palheta ou plectro. Al√©m da harpa cl√°ssica, atualmente usada em orquestras, existem outros tipos, como a harpa celta e a harpa paraguaia. A harpa √© o instrumento musical nacional da Irlanda, Paraguai e Peru. Embora existam instrumentos muito antigos, semelhantes √† harpa, √© preciso levar em conta que a classifica√ß√£o de Hornbostel e Sachs distingue entre os cordofones do tipo harpa (com um pesco√ßo que fecha o arco) e o tipo de arco (que n√£o tem esse mastro). Assim, v√°rias das harpas primitivas que s√£o descritas na hist√≥ria do instrumento s√£o literalmente arcos musicais. Houve diferentes formas, em diferentes partes do mundo, como em tempos diferentes. Pertence ao grupo de cordofones. J√° era conhecido na antiga Ass√≠ria, em Israel e no Egito, de onde passava para a Gr√©cia. Eles usam o termo grego ki‚Äßth√°‚Äßra para traduzir a palavra kin‚Äßn√≥hr mais ou menos metade das quarenta e duas vezes que aparecem no texto hebraico. O ki‚Äßth√°‚Äßra era um instrumento similar √† lira (em grego l√Ĺ‚Äßra), mas com uma tabela de resson√Ęncia mais plana.2 Foi um instrumento muito de casamento durante a Idade M√©dia, sendo abandonado durante a Renascen√ßa. Foi recuperada no s√©culo XVIII, quando os pedais foram adicionados.A harpa europ√©ia pode ser dividida em dois modelos: "harpa medieval", de origem irlandesa, tamb√©m conhecida como harpa b√°rdica. N√£o mais que 75 cm de altura e afina√ß√£o diat√īnica, cordas de metal, ornamentalmente ricas em talhas, desenhos e incrusta√ß√Ķes de metal. Atualmente ainda temos dois exemplos claros, um √© a harpa do rei Brian Boru (falecido em 1014) que pode ser encontrado no Museu de Dublin, e outro √© a harpa da Rainha Maria da Esc√≥cia, no Museu Nacional da Esc√≥cia. Edimburgo. A "harpa celta" (de origem galesa), pode ter at√© 105 cm de altura, 34 cordas e com a possibilidade de incorporar sistemas semitons. Ambos t√™m o pilar curvo e sua caixa de resson√Ęncia foi ampliada nas cordas graves.A harpa medieval era diat√īnica, e a harpa moderna, ao contr√°rio, nasceu com as primeiras tentativas de cromatismo que a evolu√ß√£o da m√ļsica ocidental exigia. As primeiras tentativas surgiram das oficinas de luthiers irlandeses no s√©culo XVI, que forneceram √† harpa uma fileira dupla de cordas. No s√©culo XVII, uma terceira linha foi incorporada, a 1¬™ a 3¬™ linha foi diat√īnica (29 cordas cada linha), enquanto a segunda linha, com 20 cordas, foi reservada para os semitons. Em meados do s√©culo XVII, alguns construtores tiroleses inventaram a harpa, com a qual era poss√≠vel esticar a corda e elev√°-la em semitom. Neste momento, havia muitos mecanismos internos para aumentar o tom, mas todos operados manualmente, por isso tinha que ser feito antes de iniciar a interpreta√ß√£o. No final do s√©culo XVII, o luthier da Baviera fez a primeira harpa com pedais que estavam localizados em ambos os lados do suporte de instrumento, foram anexados aos ganchos fixos do console por um sistema de transmiss√£o. Havia sete pedais, correspondentes aos sete graus da escala musical e para cujo instrumento Mozart escreveu seu Concerto para flauta e harpa em 1778. Como resultado da descoberta, in√ļmeras id√©ias foram inspiradas, que foram mais estranhas para expandir as possibilidades da harpa (como era a coloca√ß√£o de n√ļmero duplo de pedais e silenciadores), mas o maior sucesso foi obtido por S. Erard em 1811. Erard apresentou o chamado modelo de "dupla a√ß√£o" que, com leves modifica√ß√Ķes posteriores, √© o normalmente usado atualmente. Os pedais s√£o ligados a tiras de a√ßo que s√£o introduzidas na coluna, estas terminam em um mecanismo localizado no console que, por sua vez, √© formado por v√°rias camadas de sic√īmoro e rowan. Este mecanismo, muito elaborado, tem dois conjuntos de garfos, discos fornecidos com parafusos ajust√°veis ‚Äč‚Äčentre os quais a corda passa. Quando um pedal - chamado de a√ß√£o dupla - √© liberado (posi√ß√£o de repouso no entalhe superior), o cabo passa livremente entre os parafusos (plano); enganchado no entalhe do meio, o pedal imprime os discos uma revolu√ß√£o parcial que produz o primeiro semitom (becuadro); enganchado no entalhe inferior, o pedal causa a continua√ß√£o do movimento, o que resulta no 2¬ļ semitom (sustentado). Cada um dos sete pedais atua em todas as oitavas de uma mesma escala, podendo ser atuado duas vezes, elevando sucessivamente um semitom em todas as notas da mesma tonalidade. Agora, o n√ļmero de strings aumenta para 47 e elas s√£o de classes diferentes. S√£o 26 no registro m√©dio que s√£o de intestino de carneiro, 10 ou 11 no registro agudo que s√£o de n√°ilon, enquanto os 12 restantes s√£o de alpaca ou cobre (enrolados em a√ßo) para registro s√©rio. O

TOP 1:

Violino

Violino
O violino (etimologia: violino italiano, viola diminutiva ou viella) √© um instrumento de cordas que tem quatro cordas. As cordas s√£o sintonizadas por intervalos de quintas: sol re mi (O n√ļmero √© indicado de acordo com o √≠ndice ac√ļstico internacional, que √© usado em todo o mundo, de acordo com o qual a parte central do piano √© um d√≥). Mais grave √© o de sol3, e depois segue, em ordem crescente, o re, oe o meu. No violino, a primeira corda a ser afinada √© a de la; √© comumente sintonizado em uma frequ√™ncia de 440 Hz, usando como refer√™ncia um bra√ßo de instrumentos de metal bifurcado cl√°ssico ou, desde o final do s√©culo XX, um diapas√£o eletr√īnico. Em orquestra e agrupamentos, o violino √© geralmente sintonizado em 442 Hz, uma vez que as condi√ß√Ķes do meio, como a temperatura, ou a libera√ß√£o progressiva das cordas fazem com que elas se desafinem e, para compens√°-las, sintonizem-se um pouco acima. O corpo do violino tem uma forma abaulada, com uma silhueta estilizada determinada por uma curvatura superior e inferior com um estreitamento at√© a cintura na forma de um C. As capas de violino s√£o modeladas com curvas suaves que fornecem a caracter√≠stica de abobadadas. Os aros, que circundam o violino que d√° a silhueta, s√£o de baixa altura, o mastro tem um certo √Ęngulo de inclina√ß√£o para tr√°s em rela√ß√£o ao eixo longitudinal vertical e √© encimado por uma espiral chamada voluta. A estrutura interna do violino s√£o dois elementos fundamentais na produ√ß√£o sonora do instrumento dado pela barra harm√īnica e pela alma. A barra harm√īnica corre ao longo do topo logo abaixo das cordas graves e a alma est√° localizada logo abaixo do p√© direito da ponte onde as cordas altas est√£o localizadas. As partituras de violino quase sempre usam a clave de sol, antigamente chamada de "violino clave". O violino n√£o tem trastes, ao contr√°rio do viol√£o. √Č o menor e mais agudo da fam√≠lia de instrumentos cl√°ssicos de cordas, que inclui a viola, o violoncelo e o contrabaixo, que, com exce√ß√£o do contrabaixo, s√£o todos derivados das violas medievais, especialmente da f√≠dula. Nos velhos violinos as cordas eram de intestino. Hoje eles tamb√©m podem ser feitos de metal ou intestino enrolado com alum√≠nio, prata ou a√ßo; a corda em mim, o cantino mais agudo - √© diretamente um fio de a√ßo e, ocasionalmente, ouro. Atualmente, est√£o sendo fabricadas cadeias de materiais sint√©ticos que tendem a reunir a sonoridade obtida pela flexibilidade do inv√≥lucro e pela resist√™ncia dos metais. O arco √© um bast√£o estreito, curva suave, e idealmente constru√≠do em madeira dura de pau-brasil ou "Pernambuco" (Caesalpinia echinata), com cerca de 77 cm de comprimento, com uma fita de 70 cm constitu√≠da por entre 100 e 120 (com um peso de cerca de 60 gramas de acordo com o comprimento e calibre) crina de crina de cavalo, sendo a melhor qualidade chamada "Mong√≥lia", que v√™m de climas frios, onde o cabelo √© mais fino e mais resistente. Essa fita vai de uma ponta √† outra do arco. Para que as cordas vibrem e soem eficientemente, a fita de rabo de cavalo do arco deve ser esfregada de forma adequada e regular com uma resina chamada breu (na Espanha √© chamada "perrubia", de "peixe-loira"). Al√©m disso, hoje em dia - muitas vezes para reduzir custos - a crina branqueada √© substitu√≠da por fibras de vinil. O arco do violino tem na parte pela qual √© levado um sistema de parafuso que ao fazer mover a pe√ßa pela qual agarra uma extremidade da fita de crina faz com que esta fique tensa ou distendida. O violino √© o instrumento mais barato de sua fam√≠lia, mas √© tamb√©m o que atinge os pre√ßos mais exorbitantes. Os violinos s√£o classificados de acordo com seu tamanho: o 4/4 - cujo comprimento √© geralmente de 14 polegadas ou 35,5 cm e sua largura m√°xima de 20 cm, e uma altura de 4,5 cm - √© o maior e √© o usado por adultos; Seguem-se violinos de menor tamanho, destinados a jovens e meninos, denominados 3/4, 2/4 e 1/4. H√° tamb√©m um violino de tamanho 7/8, tamb√©m chamado de "Lady", que √© usado por algumas mulheres ou por homens adultos com m√£os pequenas. No entanto, a genealogia que leva ao violino atual √© mais complexa. Encontra-se no atrito das cordas do ala√ļde e do rebab - e de sua vers√£o europ√©ia, os instrumentos de rabel - espalhados pela Europa mediterr√Ęnea durante a expans√£o medieval dos √°rabes. Na It√°lia, da lira bizantina ou do rebab, surgem os antecedentes mais √≥bvios, tanto do violino quanto da chamada viola de gamba; tais precedentes s√£o a viola de arco (nome que foi usado para qualquer instrumento de cordas abatidas, como rebec ou rabel, e que tamb√©m recitam as denomina√ß√Ķes de viela, vihuela, vihuela de arco, f√≠dula e giga) e a lira ou viola da braccio, j√° √© muito semelhante a um primitivo violino ou viola, embora com o bra√ßo que separa o bordon