Os esportes bascos mais interessantes

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Os esportes bascos mais interessantes
Fonte: listas.20minutos.es

TOP 17:
CARREIRAS COM SACOS
Também chamadas de Corridas de Contrabando (Zaku lasterketa): Corridas que são realizadas com uma bolsa pesada carregada nas costas. Eles imitam o trabalho de contrabandistas e se originam da área de fronteira entre Espanha e França

TOP 16:
TROLLEY LIFT
Consiste em girar, tanto quanto poss√≠vel, um curso fixo no leme. A dist√Ęncia √© calculada na circunfer√™ncia. N√£o existem regras universais, embora em Donapaleu-Saint Palais, por exemplo, o carrinho pese 350 quilos.


TOP 15:

PERFURADORES

A broca (harri zulaketa em basco) √© um esporte rural basco que consiste em fazer furos em pedras auxiliadas por uma longa barra de a√ßo. √ćndice [ocultar] 1 Hist√≥ria 2 Recupera√ß√£o 3 Ver tamb√©m 4 Links externos Hist√≥ria [editar] Desde o final do s√©culo XIX e durante o primeiro ter√ßo do s√©culo XX, o trabalho da broca era muito comum nas opera√ß√Ķes de minera√ß√£o, onde era necess√°rio perfurar a rocha Brocas helicoidais (barras de a√ßo com cerca de 2 metros de comprimento e pesando v√°rios quilos) para introduzir os explosivos que foram posteriormente explodidos em explos√Ķes controladas e, assim, conseguir extrair as rochas que continham o min√©rio de ferro. Naqueles dias, esse trabalho era realizado por for√ßa bruta, sem o uso de qualquer m√°quina, por isso era um trabalho muito dif√≠cil e, portanto, muito apreciado, com especialistas em perfura√ß√£o recebendo sal√°rios mais altos do que o resto. Exposi√ß√£o em 2006. Essa dura atividade motivou esses profissionais a querer demonstrar sua for√ßa e habilidade no com√©rcio a outros, causando grande admira√ß√£o entre o p√ļblico. A Lei do Descanso Dominical de 1904 favoreceu as reuni√Ķes de pessoas ociosas nas pra√ßas das cidades mineiras, que logo come√ßaram a se reunir em torno do espet√°culo estrelado pelas brocas. Desde as primeiras apostas surgiram quem poderia tornar o buraco mais profundo ou em menos tempo e logo foram organizados campeonatos de broca, com a participa√ß√£o de uma multid√£o de espectadores. O dinheiro das apostas tamb√©m foi um b√īnus significativo para alguns jogadores que se destacaram acima do resto. No in√≠cio dos anos 30, antes da Guerra Civil, os campeonatos de brocas desapareceram. Com a chegada de m√°quinas (martelos demolidores e compressores hidr√°ulicos), a perfura√ß√£o manual n√£o era mais necess√°ria em pedreiras e minas. Assim, com o fim do com√©rcio, esse esporte popular terminou at√© sua recente recupera√ß√£o. Recupera√ß√£o [editar] Este esporte foi recuperado em Ortuella, nas festividades do munic√≠pio em 1998, pois antes de 1930 era bastante popular nas festividades das cidades da regi√£o mineradora de Biscaia. Deste primeiro teste em 1998, surgiram v√°rias equipes, principalmente na Margem Esquerda, que criaram uma liga de competi√ß√£o. Em 2012, foi disputada a XIV edi√ß√£o da Liga Euskal Herria de Borers.

TOP 14:

ASCENSÃO DE YUNQUE

O aumento ou a subida de bigorna (em basco Ingude altxatzea, em alavanca francesa d'enclume) √© um esporte rural basco. √Č um dos chamados Jogos de Iparralde, modalidades esportivas do esporte rural basco, que t√™m sua origem e uma tradi√ß√£o maior no Pa√≠s Basco Franc√™s. √ćndice [ocultar] 1 Hist√≥ria 1.1 Elementos de teste 1.2 Desenvolvimento esportivo 2 Veja tamb√©m Hist√≥ria [editar] A bigorna √© uma ferramenta comumente usada em ferreiros e forjas. Os ferreiros costumavam carregar bigornas nas costas quando se deslocavam de um lugar para outro para fazer algum trabalho (por exemplo, cal√ßar um cavalo ou um animal de tra√ß√£o). Do mesmo modo que outras ferramentas de trabalho, como o machado ou a foice, se tornar√£o um ve√≠culo para o cruzamento de apostas e desafios para medir a for√ßa e a resist√™ncia dos competidores; No pa√≠s basco franc√™s, as bigornas come√ßaram a ser usadas como um elemento para medir a for√ßa entre ferreiros e agricultores. Embora no passado os desafios inclu√≠ssem o levantamento de bigornas grandes e pesadas, essa pr√°tica desapareceu e o esporte atual consiste em levantar uma bigorna de dimens√Ķes e peso relativamente pequenos repetidamente de uma base para uma altura predeterminada acima da cabe√ßa do atleta. Esta modalidade esportiva teve origem no Pa√≠s Basco Franc√™s, onde tem a maior tradi√ß√£o. A partir da√≠, espalhou-se para o sul em dire√ß√£o √† parte espanhola de Euskal Herria, como outros jogos e esportes conhecidos coletivamente como Juegos de Iparralde. Elementos do teste [editar] A bigorna reguladora usada em testes de competi√ß√£o pesa 18 kg. Suas dimens√Ķes s√£o 320 +/- 20 mm de altura e 600 +/- 20 mm de comprimento. As al√ßas s√£o lisas e t√™m um di√Ęmetro aproximado de 40 mm e um comprimento m√≠nimo de 160 mm. As al√ßas s√£o geralmente revestidas com borracha. Nos testes femininos, o peso da bigorna √© geralmente inferior a 10 kg. A estrutura usada para o teste geralmente √© na forma de um "U". Um poste vertical suporta a viseira, uma placa superior de metal retangular na qual a bigorna deve ser elevada. A viseira pode ser ajustada em diferentes alturas e geralmente √© colocada 30 cm acima da cabe√ßa do atleta. As dimens√Ķes da viseira tamb√©m s√£o reguladas. Ele deve ter meio metro de comprimento e 400 mm (+ - 10 mm.) De largura. A base a partir da qual a bigorna deve ser levantada √© colocada paralela √† viseira. √Č um ret√Ęngulo de madeira maci√ßa com 1m de comprimento e 20 cm de largura. Geralmente tem uma altura de 20 cm do ch√£o. A parte superior da base √© geralmente coberta com uma placa de a√ßo em forma de U de 50 cm de comprimento, 20 cm de largura e 1 cm de espessura. A dist√Ęncia do poste at√© a ponta da base √© de 1m. Desenvolvimento esportivo [editar] Nos campeonatos, o tempo de competi√ß√£o √© geralmente predefinido em 1 minuto e 30 segundos. Durante esse per√≠odo, o atleta deve realizar o maior n√ļmero poss√≠vel de levantamentos. O competidor com o maior n√ļmero de vit√≥rias vence e, em caso de empate, o competidor que agiu primeiro √© declarado vencedor. Em Sola, a tradi√ß√£o marca que o teste √© repetido em um per√≠odo mais curto para romper o empate. O participante pode segurar a bigorna lateralmente e frontalmente. Para que uma sustenta√ß√£o seja v√°lida, o atleta deve levantar a bigorna da base ao visor. Somente se voc√™ acertar os dois elementos, a eleva√ß√£o ser√° contada como v√°lida. O elevador √© contado como v√°lido no momento em que a placa superior √© atingida. Geralmente, o atleta geralmente tem um assistente, que n√£o pode tocar no atleta durante o teste e que geralmente segura a plataforma. √Č estritamente proibido o uso de resina ou qualquer outro produto que favore√ßa a ader√™ncia nas m√£os. Em alguns campeonatos, mais de 90 elevadores foram realizados (1 por segundo). O recorde de Navarra √© de Xabier Sein, com 93 elevadores. O recorde √© mantido por Jose Lapazaran (Vizcayno) com 100 tacadas em 1 minuto e 30 segundos. Nas exposi√ß√Ķes, as condi√ß√Ķes podem variar das de competi√ß√Ķes oficiais. A t√©cnica de levantamento da bigorna exige manter as costas retas o m√°ximo poss√≠vel e exercer for√ßa com as pernas.

TOP 13:

CORRIDAS DE COZINHA

Variante de corrida com chingas que substitui os pesos por tambores ou chaleiras.


TOP 12:

COLEÇÃO DE ESPIGAS

O objetivo √© coletar em uma cesta, no menor tempo poss√≠vel, um certo n√ļmero de orelhas, colocadas em filas a 1,25 metros de dist√Ęncia.

TOP 11:

SIEGA SPORT

Trata-se de cortar o maior n√ļmero de quilos de grama, usando foices, em um prado de uma determinada superf√≠cie, durante um tempo previamente estabelecido. Atletas s√£o chamados segalaris. Este tamb√©m n√£o √© um esporte exclusivo no Pa√≠s Basco, como tamb√©m √© praticado na regi√£o dos Alpes (Su√≠√ßa, Alemanha, √Āustria, Eslov√™nia e It√°lia (Tirol do Sul) e nos Balc√£s (B√≥snia-Herzegovina))

TOP 10:

LANÇAMENTO

O arremesso de fardo é um esporte praticado no País Basco (especialmente no País Basco Francês) e na Escócia. Um forcado é usado para prender um saco cheio de palha sobre uma barra horizontal mais alta que a cabeça do arremessador e é jogado em uma superfície de 300 metros quadrados. Lançamento de fardos no País Basco. Na Escócia, o peso usual é de 16 libras (cerca de 7 quilos). Lá, cada competidor recebe três oportunidades para passar de forma limpa, sem ser tocado pelo pacote. Depois que todos os participantes fazem seus lances, a barra é elevada e todos os competidores que passaram na primeira rodada tentam novamente com a nova altura, até que todos os atletas, exceto um, sejam eliminados.


TOP 9:

ARRASTO DE PEDRA

O arraste de pedras √© um esporte rural muito difundido na Cant√°bria, no Pa√≠s Basco e em Navarra (Espanha e Fran√ßa) e √°reas de Castilla e Le√£o, especialmente na forma de arraste de pedras por bois (em idi-dema ou idi proba) , embora tamb√©m sejam realizadas competi√ß√Ķes com drag√Ķes de pedra para homens (gizon proba), burros (asto-proba), mulas (mand-proba) ou cavalos (zaldi-proba). Idi probak em Astrabudua (Erandio) em 2006. √ćndice [ocultar] 1 Transporte de pedras por bois 1.1 Origem 1.2 Bois 1.3 A pedra 1.4 A pra√ßa 1.5 Os pastores ou akullaris 1.6 O julgamento 1.7 A controv√©rsia 2 Outras especialidades 3 Veja tamb√©m 4 Refer√™ncias 5 Links externos Arrastar pedras por bois [editar] Arrastar pedras por bois √© um esporte no qual uma equipe de bois guiada por um yuntero (idi probalari) deve arrastar uma pedra ou √°rea equipada para esse fim, uma pedra que pode ter um peso vari√°vel entre 1500 Kg. e 4000 Kg. Ganhe o yuntero que conseguir que seus bois viajem uma dist√Ęncia maior em um tempo predeterminado com anteced√™ncia. Origem [editar] Pedra arraste na feira de San Blas de Abadiano (Vizcaya). Os bois t√™m sido usados como animais de tra√ß√£o em fazendas bascas por muitos anos, porque esses animais eram mais adaptados √† orografia do que mulas ou cavalos. A origem desses testes poderia ser o trabalho nas pedreiras, onde as pedras obtidas no jateamento eram trabalhadas razoavelmente no local e, em seguida, elas eram arrastadas por bois para o local de onde deveriam ser transportados. Como em muitos outros esportes rurais, o trabalho se tornou competi√ß√£o. Antigamente, os propriet√°rios de bois se enfrentavam apostando grandes somas de dinheiro, terra, gado ... Atualmente, os propriet√°rios participam de exposi√ß√Ķes em festivais populares ou em competi√ß√Ķes regionais nas quais muito dinheiro continua sendo movimentado. Os bois [editar] Os touros s√£o criados antes do ano de idade. Normalmente, os propriet√°rios bascos os adquirem j√° n√£o utilizados para procria√ß√£o. O peso do boi usado nos testes de arrasto pode variar entre 500 e 700 kg, em alguns casos estabelecendo uma sobrecarga na pedra, dependendo do peso do animal. Junto com o trabalho agr√≠cola, o boi da competi√ß√£o √© feito para caminhar diariamente pela mata. Ocasionalmente, um teste de resist√™ncia √© feito para que o boi n√£o perca o h√°bito. A pedra [editar] Diferentes tipos de pedras na pra√ßa da cidade de Astigarraga (Guip√ļzcoa). A forma das pedras √© retangular, um pouco mais estreita na parte da frente, na qual foi feito um buraco para enganchar a corrente. Seu peso varia muito, variando de 1.500 a 4.000 quilos. Por exemplo, a pedra de Tolosa pesa 4.000 quilos, a de Gernika 4.500 e a de Mungia 4.700. No alimentador municipal de Berriatua, existe um dos 5.250 quilos, que n√£o √© executado desde 1950. Nos desafios, o uso de pedras grandes √© mais frequente. Nas competi√ß√Ķes, a menor pedra √© escolhida, ganhando o espet√°culo com o caminho mais r√°pido. Geralmente, √© comum que as pedras sejam expostas em pra√ßas p√ļblicas e fa√ßam parte do mobili√°rio urbano. O quadrado [editar] A pedra √© arrastada ao longo de um piso formado por pedras, uma vez que a irregularidade do pavimento impede que os bois deslizem continuamente. O comprimento das pra√ßas varia de acordo com as localidades, variando de 22 a 28 metros. Antigamente os testes eram realizados em uma rua ou pra√ßa da cidade com caracter√≠sticas adequadas. Hoje, os desafios est√£o dando lugar a competi√ß√Ķes e campeonatos. N√£o h√° mais duas equipes competindo pelos pr√™mios, mas v√°rios casais. Portanto, locais especialmente equipados s√£o necess√°rios para acomodar o p√ļblico, como touros, front√Ķes cobertos ou locais espec√≠ficos para esses testes (chamados probaleku). Teste de arrasto de pedra em 25 de abril de 1944 em Elgueta (Guip√ļzcoa). Foto: Indalecio Ojanguren Os arreadores ou akullaris [editar] O boi solit√°rio, ou a equipe, √© auxiliado e estimulado pelos arreadores. Seu n√ļmero depende das condi√ß√Ķes estabelecidas na aposta ou, nas competi√ß√Ķes, no que √© indicado nos regulamentos. Seus m√©todos foram significativamente suavizados com a ado√ß√£o de medidas destinadas a evitar o abuso de animais. No basco, eles s√£o conhecidos como akullaris, pela haste ou akullu que eles usam. O teste [editar] Consiste em criar mais lugares em um determinado momento. Para a determina√ß√£o das condi√ß√Ķes da aposta ou disputa, o peso dos bois √© importante. Quando uma equipe excede o peso m√°ximo permitido (fixado em cerca de 1.100 quilos), a pedra √© sobrecarregada em um quilo e meio por cada quilo de excesso de peso. O juiz come√ßa a sacar. A ordem inicial √© dada com um apito. O boyero e os arreadores tentam dosar o

TOP 8:

CORTE DE LOG COM SERRA

Trata-se de cortar toras, de certas medidas, no menor tempo poss√≠vel, usando um tronco ou uma serra.√Č um esporte tamb√©m derivado da atividade de cortar madeira.

TOP 7:

CORTE DO TRONCO

Cortar ou aparar toras √© uma atividade tradicional de corte, constru√ß√£o e trabalhos dom√©sticos. Esportes tradicionais baseados nas tarefas dos lenhadores surgiram em v√°rias √°reas florestais da Europa, Am√©rica do Norte, Austr√°lia e Nova Zel√Ęndia. Por exemplo, em Castilla, Asturias e Cantabria, h√° o corte de toras ou corte de tueros nas Ast√ļrias. Tamb√©m no Pa√≠s Basco e Navarra a aizkolaritza, cortando toras com um machado, e a trontzalaritza ou simplesmente trontza, cortando toras com uma serra. O que todas essas modalidades t√™m em comum √© que voc√™ compete dividindo fragmentos de troncos de √°rvores, usando uma ferramenta aprovada, que pode ser um machado, um triturador ou um tronz√≥n (serra para duas pessoas) ou uma serra el√©trica. Existem v√°rias federa√ß√Ķes, mas elas n√£o unificaram seus regulamentos. Isso implica que, em competi√ß√Ķes internacionais, os atletas visitantes tendem a lidar com os regulamentos aos quais n√£o est√£o acostumados. Cortes com um corte nas Ast√ļrias. Al√©m das ferramentas utilizadas, existem muitas outras diferen√ßas entre as modalidades: O tipo de madeira utilizada: a faia predomina no Pa√≠s Basco, Navarra e Cant√°bria, eucalipto nas Ast√ļrias e na Austr√°lia, pinheiro em Castela, etc. Al√©m disso, no Pa√≠s Basco a casca √© geralmente removida antes da competi√ß√£o, enquanto nas Ast√ļrias s√£o cortadas com casca. A coloca√ß√£o dos toros (horizontal ou vertical): Para o corte de machados, a maneira mais comum na aizkolaritza basca √© colocar os toros pregados horizontalmente em um suporte, elevando o aizkolari no tronco. Em Castilla, eles tamb√©m s√£o posicionados horizontalmente, mas sem fixa√ß√£o. Nos casos em que o tronco √© mantido na vertical, o cortador pode fazer o corte a partir do solo a uma altura inferior a dois metros, ou pode ter que fazer v√°rios cortes sucessivos, para fixar suportes e subir v√°rios metros de altura para terminar o corte. a parte superior. A dura√ß√£o dos testes ou o n√ļmero de logs a serem cortados. Comparativamente, os testes canadenses ou australianos s√£o considerados velocidade, enquanto os testes bascos aizkolaris, que geralmente duram mais de 30 minutos (√†s vezes superiores a 60), s√£o considerados resist√™ncia. O car√°ter individual, em pares ou por equipes, e o sexo dos participantes (nos testes de corte com um cortador, os pares podem ser masculinos, femininos ou mistos). O objetivo: na maioria das variantes, √© simplesmente uma quest√£o de cortar o tronco uma ou v√°rias vezes. Na Noruega, existe uma variante em que uma cadeira ou letras s√£o esculpidas em madeira com uma serra el√©trica. Meninas praticando corte com troncos em Baracaldo, (Biscaia). √ćndice [ocultar] 1 √Āreas da Europa em que √© praticada 2 Veja tamb√©m 3 Links externos 3.1 Em espanhol 3,2 Am√©rica 3,3 Europa 3,4 Oceania 4 Veja tamb√©m √Āreas da Europa em que √© praticada [editar] Competi√ß√£o de corte de toras em Avil√©s (Ast√ļrias). Alemanha. √Āustria. Republica Checa. Na Espanha, existem duas federa√ß√Ķes importantes: uma nas Ast√ļrias e outra no Pa√≠s Basco e Navarra. √Č menos praticado na Cant√°bria, Huesca, Madri e Castela e Le√£o, especialmente em Pal√™ncia, Seg√≥via, Le√£o e Soria. Na Fran√ßa, nos Piren√©us Atl√Ęnticos e na regi√£o alpina. Pa√≠ses Baixos. Reino Unido. Noruega. Su√≠√ßa


TOP 6:

ELEVAÇÃO DE PEDRA

Harrijasotzea ou Harrijasoketa (voz composta por Euskera harri, stone e jaso, lift) √© o nome dado √† forma do levantamento de pedras, uma variante do homem forte, t√≠pica do esporte rural basco e praticada nos territ√≥rios tradicionalmente conhecidos como Pa√≠s Basco e em que dois jogadores competem para levantar um n√ļmero maior de vezes pedras de diferentes formas, dimens√Ķes e pesos determinados. Um dos mais famosos campe√Ķes harrijasotzaile √© I√Īaki Perurena, que em 1999 alcan√ßou o recorde de 1000 eleva√ß√Ķes cont√≠nuas de uma pedra de 100 kg em 5 horas, 4 minutos e 46 segundos. Ele foi o primeiro levantador a levantar pedras de 300 kg ou mais, chegando a 320 kg em 1994. Mikel Saralegi, de Leiza como Perurena, det√©m o recorde atual (329 kg), obtido em 2001.1 No in√≠cio do s√©culo XX, foi realizada a regula√ß√£o dos pesos de pedras, normalmente feitos de granito denso, para levantar quatro formas geom√©tricas distintas: cil√≠ndrica , paralelep√≠pedo c√ļbico, esf√©rico e retangular. A forma cil√≠ndrica √© reservada para os menores pesos de 100, 112,5 e 125 kg, enquanto a pedra c√ļbica e retangular varia de 125 a 212,5 kg. A pedra ou esfera esf√©rica √© trabalhada em pesos equivalentes a 112,5 e 125 kg. A pedra de cor escura ou arri beltza √© uma das mais apreciadas como material de fabrica√ß√£o, proveniente principalmente das pedreiras de Zum√°rraga e L√°stur.

TOP 5:

SOKATIRA

O rebocador é um esporte popular. Diferentes membros dos dois grupos se formaram em ambos os lados da corda, cada corda para puxá-la na direção deles. Esporte, a fim de elevar a outra equipe está no lugar ou uma determinada marca. Há 8 pessoas em cada grupo, com uma delas liderando o grupo. Por peso são diferentes os testes, levando em consideração a soma do peso de cada grupo de participantes. 525, 560, 640 e 720 kg de categorias, por um lado, e os pesos. Olimpíadas de [mudar | editar fonte] Os Jogos Olímpicos competiram nesta área de 1900 a 1920.

TOP 4:

POINT BASKET

A ponta da cesta √© um esporte de origem basca. O nome vem do idioma basco zesta-punta, 'tip basket'. √Č tamb√©m chamado de jai alai (festival alegre em basco). Esta √© uma classe de jogo de bola basca que √© jogada com uma cesta de vime. Na ponta do cesto, voc√™ pega a bola com o cesto, ganha impulso e se joga em dire√ß√£o ao front√£o. Nesse modo, o cesto usado tem um peso que varia entre 200 e 600 g, com comprimento entre 62 cm para a frente e 68 cm para as costas (se for levada em considera√ß√£o a curvatura das linhas, essas dimens√Ķes variam entre 90 e 110 cm) e, a profundidade da cavidade do cesto de 15 cm. O cesto √© feito de madeira de castanheiro, tecido de vime, mas atualmente s√£o utilizados materiais sint√©ticos. A forma curvada, c√īncava, alongada e estreita da cesta √© aparentemente uma modifica√ß√£o da velha cartola. Ele cabe na m√£o como uma luva (amarrada com uma corda) e √© fornecido com uma bolsa que ajuda a reter a bola. Esporte de origem basca, praticado em front√Ķes, geralmente entre 54 e 60 m. A principal caracter√≠stica da cesta √© lan√ßar a bola com maior for√ßa e efici√™ncia depois de peg√°-la e deix√°-la deslizar at√© o fim, de onde ser√° jogada contra o front√£o, tentando fazer "muito" para obter o m√°ximo de pontos. A modalidade usual √© o jogo em pares, com os pa√≠ses mais destacados sendo Fran√ßa, Espanha, M√©xico, Filipinas e Estados Unidos. √ćndice [ocultar] 1 Cesto superior nas Copas do Mundo Basca de Pelota 1.1 Classifica√ß√£o hist√≥rica de medalhas 2 Cesto superior nos Jogos Ol√≠mpicos 2.1 Suporte de medalha hist√≥rica 3 Bibliografia Cesto superior nas Copas do Mundo Basca de Pelota [editar] N¬ļ Ano Sede Ouro Prata Bronze Campe√Ķes I 1952 San Sebasti√°n Bandeira de Spain.svg Espanha Bandeira de Spain.svg Espanha Bandeira de Mexico.svg M√©xico M. Balet - J. Balet II 1955 Montevid√©u Bandeira de Uruguay.svg Uruguai Bandeira de Mexico.svg M√©xico Bandeira de Spain.svg Espanha R. Montes - A. L√≥pez III 1958 Biarritz Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Bandeira da Espanha.svg Espanha Azcue - Jos√© Hamui IV 1962 Pamplona Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Bandeira da Espanha.svg Espanha Adri√°n Zubikarai - Jos√© Hamui V 1966 Montevid√©u Bandeira do Uruguai.svg Bandeira do Uruguai.svg Bandeira do M√©xico da Espanha.svg Espanha Adri√°n Zubikarai - Jos√© Hamui VI 1970 San Sebasti√°n Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa Bandeira da Espanha .svg Espanha Bandeira do M√©xico .svg M√©xico Camy - Fourneau VII 1974 Bandeira de Montevid√©u do Uruguai.svg Bandeira do Uruguai da Fran√ßa.svg Bandeira da Fran√ßa do M√©xico.svg Bandeira do M√©xico da Espanha.svg Espanha J. Abeberry - J. Irazoqui VIII 1978 Biarritz Bandeira da Fran√ßa.svg Bandeira da Fran√ßa of Spain.svg Espanha Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Bandeira do France.svg Fran√ßa Aperribay - Totorica IX 1982 M√©xico Bandeira do Mexico.svg M√©xico Bandeira do France.svg Fran√ßa Bandeira dos Estados Unidos.svg Estados Unidos Bandeira do Spain.svg Espanha D. Michelena - J. Inchauspe X 1986 Vitoria Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira dos Estados Unidos.svg Estados Unidos Etxeverria - Inchauspe XI 1990 Cuba Bandeira de Cuba.svg Bandeira de Cuba de Spain.svg Espanha Bandeira de France.svg Fran√ßa Bandeira de Mexico.svg M√©xico A. Compa√Ī√≥n - Mugartegui XII 1994 San Juan de Luz Bandeira de France.svg Fran√ßa Bandeira de Spain.svg Espanha Bandeira de Mexico.svg M√©xico Bandeira de Fran√ßa. svg Fran√ßa Lander - Osa XIII 1998 Bandeira do M√©xico.svg Bandeira do M√©xico France.svg Fran√ßa Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Bandeira da Espanha.svg Espanha L. Garcia - E. Irastorza XIV 2002 Pamplona Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Garc√≠a - Inza XV 2006 M√©xico Bandeira do M√©xico.svg Bandeira do M√©xico da Fran√ßa.svg Francia Bandeira da Espanha.svg Espanha Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Garc√≠a - Inza XVI 2010 Pau Bandeira da Fran√ßa.svg Francia Bandeira da Fran√ßa.svg Francia Bandeira da Mexico.svg Bandeira do M√©xico da Espanha.svg Espanha Tambourindeguy - Etcheto XVI 2014 Guadalajara Bandeira do M√©xico.svg Bandeira do M√©xico da Espanha.svg Espanha Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa Bandeira do M√©xico.svg M√©xico Suso - Alberdi Medalhista hist√≥rico [editar] Ouro Prata Bronze Total 1 Bandeira da Fran√ßa.svg Fran√ßa 8 2 2 12 2 Bandeira da Espanha.svg Espanha 5 8 4 17 3 Bandeira do M√©xico.svg M√©xico 4 6 5 15 4 Bandeira dos Estados Unidos.svg Estados Unidos 0 1 1 2 TOTAL 16 16 11 43 Ponta do cesto nos Jogos Ol√≠mpicos [editar] N¬ļ Ano Local Ouro Prata Bronze Campe√Ķes I 190 0 Paris Bandeira de France.svg Fran√ßa Bandeira de Spain.svg Espanha Bandeira de France.svg Fran√ßa Jos√© de Am√©zola e Francisco Villota II 1924 (esporte de exibi√ß√£o) Paris Bandeira de France.svg Fran√ßa Bandeira de Spain.svg Espanha Bandeira de Fran√ßa. svg Francia Sagrana, Garate, Santamar√≠a III 1968 (esporte de exibi√ß√£o) M√©xico DF Bandeira do Mexi

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Catraca

A catraca (trinket em basco, trinquet em franc√™s) √© um dos campos aprovados para a pr√°tica de bola basca e uma das modalidades desse esporte. Na Am√©rica Latina, especialmente na Argentina, tamb√©m √© conhecido sob o nome de tribunal fechado, distinguindo-o dos outros tipos de front√£o, que geralmente recebem o nome de tribunal aberto. H√° tamb√©m um tipo de quadra chamada trinquete (trinquet em valenciano) usada em v√°rias especialidades da bola valenciana. Esse tribunal, al√©m de seu nome, compartilha uma origem comum e certas semelhan√ßas com as catracas bascas. √ćndice [ocultar] 1 Caracter√≠sticas da quadra e do jogo 2 Especialidades do modo catraca 3 Hist√≥ria da catraca 3.1 Especialidade da bola de m√£o na catraca 3.2 Especialidades com ferramentas 4 Bibliografia Caracter√≠sticas da quadra e do jogo [editar] Catraca em Elizondo ( Navarra). O Wikimedia Commons hospeda conte√ļdo multim√≠dia no Ratchet. A catraca tem alguns aspectos b√°sicos em comum com os front√Ķes restantes: uma parede frontal, chamada front√£o, onde os jogadores devem devolver a bola a cada jogada. Essa parede possui uma chapa de metal a 80 cm de sua base que define a altura m√≠nima acima da qual a bola deve ser devolvida para a frente. Uma segunda chapa met√°lica, a 8,5 metros do solo, marca o limite superior da √°rea de retorno. A frente geralmente tem uma altura um pouco maior que esta segunda folha, cerca de 10 metros. A largura tamb√©m costuma ser de cerca de 10 metros. Uma parede rebote localizada paralela √† parede frontal a uma certa dist√Ęncia que delimita o comprimento da quadra. Esta parede √© geralmente de uma altura mais baixa, em torno de 5 ou 6 metros. Uma parede esquerda que une a frente √† parede de rejei√ß√£o, onde √© v√°lido que a bola bata durante a partida. Tamb√©m √© mais baixo que a frente, em torno de 5 ou 6 metros. No entanto, a partir da√≠, as catracas t√™m diferen√ßas not√°veis em rela√ß√£o √†s outras quadras de bola bascas: h√° uma parede direita que une a frente e a parede de rebote, fechando completamente a quadra (da√≠ o nome que as catracas de quadra fechada geralmente recebem. ), sendo delimitado por quatro paredes. √Č l√≠cito que a bola bata nessa parede durante o jogo, como geralmente acontece com a parede esquerda. Atualmente, as paredes certas s√£o geralmente feitas de materiais transl√ļcidos para permitir que os jogos sejam seguidos da contra-arena. A frente √© unida √† parede direita com a coloca√ß√£o de um plano vertical inclinado (um chanfro), chamado frade na Espanha e tambor ou tambur na Argentina e tambul no Uruguai, que tamb√©m √© totalmente v√°lido para o jogo e tem a caracter√≠stica de modificar a trajet√≥ria da bola. O frade √© considerado parte da frente, ou seja, se um jogador devolve a bola ao frade, √© considerado um bom retorno, mesmo que a bola bata embaixo da placa ou n√£o atinja a frente. Ao longo da parede esquerda, da frente √† parede de ressalto, um teto plano inclinado se estende totalmente v√°lido para o jogo. O pote no telhado n√£o √© considerado um pote v√°lido, ou seja, a bola pode ser devolvida mesmo se quicar ou rolar pelo telhado. Sob o teto, geralmente h√° uma galeria onde os espectadores s√£o acomodados. Sob o teto, no plano vertical, h√° uma rede ou grelha de metal ou madeira, chamada sare ou xare. Se um dos pelotaris conseguir jogar a bola na rede depois de ter saltado na quadra, ele recebe as duas. Ao longo da parede de ressalto, entre a parede esquerda e direita, tamb√©m costuma haver outro teto com um plano inclinado. A caixa ou xilo. √Č um orif√≠cio localizado no lado direito da frente, 40 cm acima da folha inferior da frente. Na parte externa, √© mais largo do que no interior, tornando imprevis√≠vel a dire√ß√£o de sa√≠da da bola que entra no interior. Tradicionalmente semelhante em comprimento ao front√£o curto (cerca de 30m), os tribunais aprovados para competi√ß√Ķes internacionais t√™m um comprimento um pouco menor (28,50 m). A exist√™ncia do teto e o menor comprimento da quadra geralmente fazem com que a bola alcance o rebote com mais frequ√™ncia do que nas mesmas especialidades jogadas em front√£o curto. As mesmas especialidades s√£o praticadas nas catracas e no front√£o curto, ou seja, geralmente s√£o tocadas com as mesmas ferramentas, mas a exist√™ncia desses elementos da quadra: copa, parede direita, rede, tambor, caixa, etc. Eles participam como elementos indiretos no jogo, fazem com que as mesmas especialidades tenham uma concep√ß√£o diferente do jogo na catraca e nas demais quadras. Especialidades do modo catraca [editar] No t


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CORRIDAS DE TREINAMENTO

Uma traineira era originalmente um barco t√≠pico da costa espanhola da Cant√°bria, dirigido por remo e algumas vezes navegando, anteriormente dedicado √† pesca, mas hoje, com modifica√ß√Ķes leves, o esporte das regatas a remo. Com linhas finas, um arco elevado e uma popa redonda, resistia muito bem √†s ondas do Mar Cant√°brico. Seu nome deriva da palavra "tra√≠na" ou "tra√≠√Īa", que √© uma rede de malha muito densa usada para capturas, principalmente de anchovas e sardinhas. √ćndice [ocultar] 1 Caracter√≠sticas 2 Regatas excelentes 3 Refer√™ncias 4 Veja tamb√©m 5 Links externos Caracter√≠sticas [editar] Os derivadores s√£o um exemplo claro de como o uso de um instrumento de trabalho desaparece com o passar do tempo, dando origem a competi√ß√£o e hoje em dia, tornando-se hoje um barco esportivo a remo de linha fixa, com regulamentos r√≠gidos em rela√ß√£o a peso, dimens√Ķes etc. O processo de fabrica√ß√£o leva pelo menos um m√™s ou um m√™s e meio. √Č feito um plano de escala do barco, com base em medidas padr√£o de 12 m de comprimento, 95 cm de proa, 75 cm de popa e 60,5 cm de escora. O peso total do barco, incluindo vara, leito e estilingue, deve ser de 200 kg. O material utilizado durante anos foi madeira em sua totalidade, de cedro e faia. Atualmente, o material usado √© fibra de carbono e kevlar para fabricar navios com t√©cnicas aeron√°uticas, semelhantes √†s aplicadas na constru√ß√£o da fuselagem da aeronave Airbus 380.1. O barco √© uma pe√ßa e tem mais resist√™ncia do que antes. A vida de um barco em um grande clube √© geralmente de dois ou tr√™s anos. Um vagabundo, em 2008, tinha um pre√ßo aproximado de 25.000 euros.1 Os remos, como os barcos, eram feitos de madeira, embora, como o vagabundo, eles evolu√≠ram para fibra de carbono. Atualmente, uma equipe de drift √© composta por 13 remadores e um capit√£o. Os remadores est√£o distribu√≠dos em seis filas de 2 remadores mais o remador avan√ßado, que passa apenas no banco anterior. Em cada banco, exceto o arco, um remador rema para bombordo e outro para estibordo, fazendo "por tr√°s", ou seja, olhando para tr√°s. O capit√£o, que geralmente fica na popa olhando para a frente, √© quem comanda o barco com o leme. Apenas representantes de toda a costa norte da Cant√°bria participam das regatas de arrasto: Galiza, Principado das Ast√ļrias, Cant√°bria, Pa√≠s Basco e Pa√≠s Basco Franc√™s; al√©m do pr√™mio em dinheiro correspondente de cada regata, o clube vencedor recebe tradicionalmente uma bandeira da cidade que hospeda a competi√ß√£o ou seu patrocinador. Regatas pendentes [editar] Atualmente, o calend√°rio consiste em: "Descensos" (geralmente de um rio ou estu√°rio), no in√≠cio da temporada. As regatas que n√£o est√£o inclu√≠das nas ligas come√ßam em junho. As regatas das ligas (Liga San Miguel-ACT, Liga ARC e Liga LNT) em julho e agosto. Campeonatos Regionais e Campeonato Espanhol de Traineira. Entre todos, destacam-se os tr√™s mais antigos do calend√°rio: a Bandeira de Santander, o Grande Pr√™mio de Nervi√≥n e a Bandeira da Concha. Essas tr√™s regatas, devido √† sua localiza√ß√£o (as tr√™s capitais provinciais, Santander, Bilbao e San Sebasti√°n), historicamente foram as melhores e mais famosas. As regatas mais importantes nas Ast√ļrias e na Galiza s√£o a Bandeira do Pr√≠ncipe de Ast√ļrias, em Castropol, a Bandeira do Conde de Fenosa e a Bandeira Teresa Herrera, na Corunha. Anteriormente, nos 36 anos entre 1941 e 1976, a Copa SE El General√≠simo foi disputada na Corunha.

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BOLA BASCA

A bola basca (em basco: pilota) √© um esporte universal praticado no pa√≠s basco de maneira tradicional, tendo sabido salvar a contribui√ß√£o de outras civiliza√ß√Ķes. O maior m√©rito dos bascos consistiu em adaptar o jogo √†s suas pr√≥prias caracter√≠sticas, fornecendo in√ļmeras modifica√ß√Ķes, criando novas modalidades, instala√ß√Ķes e materiais de jogo.1 Os primeiros documentos a se referir ao jogo s√£o alguns textos franceses do s√©culo XIII que situam sua origem na Fran√ßa, mencionando duas variantes do jogo: courte paume ou palmeira curta, praticada pela nobreza e pelo clero, e longue paume ou palmeira longa, praticada pela popula√ß√£o em espa√ßos abertos. [nomea√ß√£o obrigat√≥ria] Esse esporte √© praticado principalmente em Espanha e Fran√ßa, embora tamb√©m existam federa√ß√Ķes de basco na Argentina, Bol√≠via, Brasil, Canad√°, Chile, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Filipinas, Gr√©cia, Guatemala, Holanda, √ćndia, It√°lia, M√©xico, Paraguai , Peru, Porto Rico, Rep√ļblica Dominicana, Su√©cia, Uruguai e Venezuela.2 Devido √† origem do jogo, muitos bons jogadores s√£o bascos. O atleta que pratica esse esporte √© chamado de "pelotari" .3 Geralmente, √© necess√°rio a participa√ß√£o de pelo menos dois jogadores ou duas equipes que, em geral, batem uma bola contra uma parede chamada "frontis", por sua vez, at√© atingir um objetivo. . O campo em que √© jogado √© chamado de front√£o e h√° uma variante chamada catraca, que √© uma quadra fechada com um telhado lateral. A Federa√ß√£o Internacional da Bola Basca (FIPV) reconhece 4 modalidades, com um total de 14 especialidades oficiais. Em dois deles, as mulheres participam.4 O tipo de quadra em que √© disputada √© considerada uma modalidade, e o que √© praticado √© uma especialidade.4 As modalidades e especialidades oficiais s√£o: Remar com uma bola de borracha (homens e mulheres), uma raquete com uma bola de couro, √† m√£o (individual e em pares) e xare (ou compartilhar). Em um front√£o de 36 metros (tamb√©m chamado de front√£o curto ou parede esquerda), s√£o jogadas uma p√° curta, uma raquete com uma bola de couro e uma m√£o (individual e em pares) e uma raquete de borracha s√≥lida. ) e remar com bola de borracha. Em um front√£o de 54 metros (tamb√©m chamado de front√£o longo ou Jai Alai), voc√™ toca a ponta do cesto. Al√©m das modalidades e especialidades reconhecidas pela Federa√ß√£o Internacional, existem outras modalidades e especialidades praticadas localmente. √ćndice [ocultar] 1 Hist√≥ria 2 Modalidades de bolas bascas 2.1 Front√£o curto de 30 metros 2.2 Front√£o curto de 36 metros 2,3 Frente frontal de 54 metros ou Jai Alai 2.4 Catraca 3 Especialidades de bolas bascas 3.1 Bola de m√£o 3.2 Raquete de borracha maci√ßa 3.3 Bola de raquete 3.4 Punta Basket 3.5 Frontenis 3.6 Sare 3.7 Outros 4 Esbo√ßo de um front√£o 5 Campeonatos Mundiais de Pelota Basco 5.1 Classifica√ß√£o de medalhas 6 Hist√≥ria nos Jogos Ol√≠mpicos 7 Pelotas pendentes 8 Retransmiss√£o de jogos na televis√£o 9 Pelota em fic√ß√£o televisiva 10 Pelota em fic√ß√£o 10 Pelota en cine 10.1 Filmes de fic√ß√£o 10.2 Document√°rios 10.3 Bola basca na literatura 11 Veja tamb√©m 12 Refer√™ncias 13 Links externos Hist√≥ria [editar] Ao longo da hist√≥ria do mundo, in√ļmeras civiliza√ß√Ķes jogaram diferentes jogos de bola. Eles costumavam competir individualmente, desenvolvendo o jogo em prados adequadamente delimitados; o jogo permitiu distra√ß√£o e desafio pessoal. A bola √©, portanto, um jogo universal; as formas mais codificadas do jogo foram encontradas na Am√©rica do Sul, Oriente M√©dio ou Europa Ocidental. O Jeu de Paume, o jogo do tambor, o jogo da peneira, s√£o manifesta√ß√Ķes vivas dos jogos de bola antigos e a bola e o t√™nis basco s√£o legados diretos desses jogos.1 O avan√ßo do Imp√©rio Romano trouxe ao territ√≥rio franc√™s o jogo chamado pilha. Sua evolu√ß√£o subsequente levaria ao Jeu de Paume. Este jogo, praticado nos prados e nas pra√ßas da cidade, manteve o nome de paume (palmeira), apesar do uso progressivo de v√°rios implementos impressionantes. Os burgueses e aristocratas usavam luvas e raquetes.1 No s√©culo 12, gradualmente, aumentam os documentos que sustentam a expans√£o do jogo da bola. Na Idade M√©dia, √© evidente que o palaciano, a nobreza e os reis tinham suas chamadas catracas. A Fran√ßa √© pioneira no jogo da bola, em rela√ß√£o √† poss√≠vel semelhan√ßa com os tempos atuais, incluindo duas modalidades: "la longue paume" e "courte paume" .1 Nos s√©culos 12 e 14, o jogo de "paume" √© generalizada em toda a Fran√ßa. A. de Luze, um estudante de evolu√ß√£o bal√≠stica, registra no ano de 1933 a exist√™ncia de mais de 300 "tr√≠podes" ou jogos de bola durante os per√≠odos que v√£o desde