As deusas mais famosas das diferentes mitologias

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As deusas mais famosas das diferentes mitologias
Fonte: listas.20minutos.es
As diferentes mitologias do mundo têm deusas, elas normalmente representam valores historicamente ligados ao gênero feminino, como maternidade, proteção, bondade ou fertilidade, embora também representem outros atributos, como veremos nesta série de entradas. As deusas costumam fazer parte de um longo panteão que inclui gêneros convencionais e, em alguns casos, até deidades hermafroditas. vote no seu favorito ...

TOP 40:
Mawu (mitologia africana)
Mawu (mitologia africana)
Mawu √© a deusa suprema do Fon de Abomey (Rep√ļblica do Benin). Mawu, a Lua, traz temperaturas mais frias para o mundo africano. Ela √© retratada como uma m√£e idosa que vive no Ocidente. Mawu tem um parceiro chamado Liza. Juntos, eles criaram o mundo. Seu filho Gu √© o deus forjador ou ferramenta divina. Eles o usaram para moldar o universo. A serpente Da tamb√©m os ajudou durante a cria√ß√£o. Mawu era a deusa da noite, felicidade e maternidade. Liza era o deus do dia, de calor e for√ßa.

TOP 39:
Guan Yin (mitologia budista)
Guan Yin (mitologia budista)
Guanyin √© o bodhisattva da compaix√£o e √© reverenciado pelos budistas no leste da √Āsia. Ela tamb√©m √© conhecida como o Bodhisattva chin√™s da compaix√£o. O nome Guanyin √© uma abrevia√ß√£o de Guanshi'yin, que significa "aquele que ouve o clamor do mundo". O primeiro monge budista a se referir a Kwan Yin como mulher foi Kumarajiva, traduzindo o Sutra de L√≥tus para o chin√™s em 406 dC. C. Na sua tradu√ß√£o, sete das trinta e tr√™s apari√ß√Ķes do Bodhisattva s√£o femininas. Com a introdu√ß√£o do budismo t√Ęntrico ou VajrayńĀna na China durante a dinastia Tang do s√©culo 8, a representa√ß√£o de AvalokiteŇõvara como uma bela figura feminina vestida de branco cresceu em popularidade. Guan Yin prometeu n√£o entrar nos reinos celestiais at√© que todos os seres vivos tenham completado seu processo de ilumina√ß√£o e sejam liberados do ciclo de nascimento, morte e reencarna√ß√£o. Na devo√ß√£o popular, Kuan Yin resgata aqueles que a procuram em momentos de dificuldade, especialmente diante dos perigos causados pela √°gua, fogo ou armas. O Bodhisattva entende sentimentos de medo e responde a pedidos de ajuda com sua compaix√£o. Como M√£e Misericordiosa, ou√ßa os pedidos daqueles que desejam ter filhos. A figura de Kwan Yin tem grande semelhan√ßa com outras m√£es protetoras, como a Virgem Maria no cristianismo, √ćsis no Egito antigo, TńĀrńĀ no budismo tibetano e Ňöakti, P√°rvati, SńętńĀ ou Radha no hindu√≠smo.


TOP 38:
Nerthus (mitologia nórdica)
Nerthus (mitologia nórdica)
Nerthus √© uma deusa da mitologia n√≥rdica. Nerthus era uma divindade muito popular em algumas das tribos germ√Ęnicas, principalmente no que se tornaria a Alemanha. Sua festa foi realizada na primavera, na qual uma prociss√£o foi feita com uma carro√ßa √† qual apenas o principal sacerdote do culto tinha acesso. Note-se que esse culto pode se originar da idade da pedra. Nas localidades sax√£s, ela tamb√©m era adorada como m√£e terra, mas na realidade ela n√£o era uma deusa sax√£, por isso se relacionava com Tuisto (deus nascido da terra). O papel de Nerthus na mitologia n√≥rdica tem sido muito limitado, pois como deusa pertence aos Vanir e paradoxalmente assume o papel de m√£e, irm√£ e amante de Nj√∂r√įr, que assume muitas caracter√≠sticas dela, sendo substitu√≠do por ele como deus da terra f√©rtil. J√∂rd cumpre sua posi√ß√£o como m√£e terra.

TOP 37:
Gullveig (mitologia nórdica)
Gullveig (mitologia nórdica)
Na mitologia n√≥rdica, Gullveig era uma deusa misteriosa ou gigante que iniciou a guerra entre os √Üsir e os Vanir. Em uma visita a Asgard, os ases n√£o aguentaram mais, ent√£o criaram uma fogueira no centro de Gla√įsheimr, mataram Gullveig e a jogaram na fogueira. O problema era que ela foi ressuscitada, ent√£o o √Üsir fez tr√™s tentativas, mas o resultado foi sempre o mesmo. Vendo Gullveig emergir da estaca, come√ßaram a cham√°-la de Heid.

TOP 36:
Tiamat (mitologia babil√īnica)
Tiamat (mitologia babil√īnica)
Tiamat √© uma deusa / monstro primitivo pertencente √† mitologia babil√īnica. O nome dela significa vida e amor, m√£e. Tiamat seria o princ√≠pio feminino, o mar, representando as potencialidades do caos primitivo. Monstro feminino, mal√©fico nas lendas da Babil√īnia, a √°gua salgada que em conjunto com Apsu (o princ√≠pio masculino, √°gua doce) deu √† luz deuses, e os animais come√ßando com Lahmu e Lahamu, mas logo ap√≥s cri√°-los, eles os irritaram. seu barulho, o deus da magia, Ea, conseguiu subjugar Apsu, deixando-o em um longo torpor (√© por isso que a √°gua ainda est√° fresca), mas ele n√£o p√īde fazer nada contra Tiamat que, muito enfurecido com a morte de seu marido, criou um Legi√£o demon√≠aca liderada por Kingu, que era seu amante e um de seus filhos. Os deuses decidiram dar todos os seus poderes a Marduk, ele derrotou Kingu, que ficou paralisado de medo quando o viu chegar, e ent√£o Tiamat, que o fez abrir a boca com um vendaval e lan√ßou uma flecha no est√īmago. Depois disso, do sangue de Kingu nasceram os seres humanos e do corpo de Tiamat, que Marduk acorrentou nos po√ßos do abismo e se dividiu ao meio, criado, da metade superior do c√©u e da metade inferior do continente . Suas l√°grimas se tornaram a fonte do Tigre e do Eufrates.


TOP 35:
Virgens negras
Virgens negras
Virgens negras s√£o ef√≠gies da Virgem Maria que a representam como de pele escura ou mesmo completamente negra. As representa√ß√Ķes modernas nas quais a Virgem foi deliberadamente dotada de um aspecto √©tnico negro n√£o se enquadram nessa categoria. A origem dessas imagens √© explicada como a ado√ß√£o pelo culto crist√£o popular em seus primeiros s√©culos de elementos e atributos iconogr√°ficos das antigas divindades de fertilidade feminina, cujo culto se estendeu por todo o final do Imp√©rio Romano, como √ćsis, Cibele e Artem√≠sia. Por causa disso, exemplos dessas virgens podem ser encontrados em toda a Europa.A venera√ß√£o das virgens negras tamb√©m tem numerosos exemplos nos Estados Unidos, impulsionados pela conquista espanhola. L√°, as virgens negras do Velho Mundo surgidas do sincretismo religioso crist√£o-pag√£o, em alguns casos, passariam por uma identifica√ß√£o com deidades amer√≠ndias ou africanas, como Pachamama ou Yemay√°.

TOP 34:
Samovila (cultura da vinca)
Samovila (cultura da vinca)
Deusa da Europa Oriental, que se dizia viver nas profundezas das florestas, agindo como um protetor de animais. Se algu√©m danificava alguma de suas criaturas protegidas, Samovila, ele dan√ßava em seu c√≠rculo m√°gico, induzindo o insulto √† sua vontade de morrer, fazendo-as cair de um barranco ou cair no rio. Samovila, √© capaz de mudar de forma, podendo se transformar em um Falc√£o, um pato, uma cobra, um cavalo ou at√© um turbilh√£o ou furac√£o. Ela ensinou aos seres humanos como fazer cerim√īnias corretamente em luas cheias, para que o Sol continue subindo. √Č uma figura que aparece recorrentemente no Kosovska-Mitrovica (fafos II) da Iugosl√°via na cultura Vinca (5300 - 4000 aC).

TOP 33:
Renenutet (mitologia egípcia)
Renenutet (mitologia egípcia)
A deusa da serpente chamada Renenutet, Renenet ou Ernutet. No Egito, as cobras são divindades protetoras e más. Mas Renenutet, uma divindade com cabeça de serpente, tem um caráter de caridade; Ela é protetora do filho real e também deusa da sorte. Está ligado à fertilidade e às colheitas. A primeira gota de água, vinho, cerveja e o primeiro pão foram dedicados a ela. Com seu olhar, ele poderia matar inimigos e ao lado de Seb estava a mãe de Nehebkau. Sua adoração estava centrada em Terenuthis.


TOP 32:
Oya (mitologia iorub√°)
Oya (mitologia iorub√°)
Oy√°, √© a deusa das tempestades e o forte vento que as precede. Dizem que ela √© Efuele ti 'da gi l'oke-l'-oke (o vento que varre e rasga as √°rvores do alto). Ele governou junto com Chango. Ela √© uma das guerreiras Orichas e a √ļnica que pode dominar os Eggunes (esp√≠ritos dos mortos). Foi o grande amor de Oggun at√© que ela o deixou por Chango. Ela √© autorit√°ria, mas sensual, com um temperamento muito forte, dominante e impetuoso. Ela √© uma das esposas de Chango, a quem ele acompanhou em todas as suas batalhas. Ela tamb√©m √© a dona do cemit√©rio, em cuja porta ou arredores ela mora. Juntamente com Eleggu√° Orula e Obatala, ele domina os quatro ventos. Ela chega na frente, guerreira e agressiva e ao mesmo tempo feliz. Essa deusa tamb√©m √© conhecida pelo nome de Yansan, e ela √© a √ļnica oricha que tem o poder de dominar os mortos. Oy√° representa um ideal feminino fora da cultura iorub√°. Entre os iorub√°s, as mulheres n√£o faziam parte do ex√©rcito, como foi o caso de outros povos da √Āfrica Ocidental equatorial. Segundo as tradi√ß√Ķes, Oy√° √© nativa do norte do pa√≠s iorub√°. √Č poss√≠vel que em algum lugar nessa √°rea, as mulheres tenham sido usadas na cavalaria real como no Daom√©, uma na√ß√£o onde ela √© conhecida como uma divindade relacionada aos fen√īmenos atmosf√©ricos. Parece que foi no Daom√©, onde a deusa adquiriu seu car√°ter como uma amazona intr√©pida e violenta, j√° que em iorub√° as realidades ambientais parecem n√£o justificar a fun√ß√£o do culto a uma divindade feminina t√£o interessada em atividades que em sua cultura s√£o caracter√≠sticas dos homens. .

TOP 31:
Erzulie (mitologia do Caribe)
Erzulie (mitologia do Caribe)
Erzulie √© a deusa haitiana do amor, cujas ra√≠zes remontam √† √Āfrica Ocidental. Ela √© a personifica√ß√£o da beleza, do√ßura, amor e sensualidade, al√©m de generosidade, artes e dan√ßa. Todos os rios, lagos, nascentes e cachoeiras fazem parte de seu dom√≠nio e diz-se que voc√™ pode us√°-lo para transferir seu poder nas √°guas mais frias. Em muitas ocasi√Ķes, ela carrega uma f√£ m√°gica de Osgobo, na Nig√©ria, que √© carregada pela sacerdotisa de Oshun, mediadora entre o divino e o natural no mundo humano.¬ī

TOP 30:
Ceridwen (cultura galesa)
Ceridwen (cultura galesa)
Ceridwen ou Cerridwen √© uma deusa galesa (muitas vezes considerada uma bruxa) que possu√≠a o caldeir√£o da Inspira√ß√£o e da Sabedoria. Ela era casada com Tegid Foel e tinha tr√™s filhos, a criada Creawy e dois meninos: Mofan e Morvran. Cerridwen √© uma das deusas mais frequentemente encontradas nos ritos neopag√£os. Embora os tr√™s arqu√©tipos femininos (donzela, m√£e e bruxa) possam ser encontrados em seu mito, ele est√° relacionado principalmente ao da "bruxa", que representa a lua minguante dentro do ciclo lunar. Entre os elementos comumente associados a suas representa√ß√Ķes est√° o caldeir√£o e uma grande cerda ou dardo branco. O caldeir√£o √© um s√≠mbolo do princ√≠pio feminino, como o c√°lice ou a caverna e √© comumente associado ao √ļtero, bem como aos processos de transforma√ß√£o e renascimento. A porca √© um s√≠mbolo de fertilidade e sensualidade. Ela √© considerada uma deusa padroeira dos ciclos de vida, morte e renascimento, bem como de inspira√ß√£o, criatividade e adivinha√ß√£o.


TOP 29:
Deví (mitologia hindu)
Deví (mitologia hindu)
Devńę √© uma palavra s√Ęnscrita que significa 'deusa'. Dev√≠ √© sin√īnimo de Shakti, o aspecto feminino da divindade. √Č a parte feminina sem a qual o aspecto masculino, que representa a consci√™ncia, √© impotente e vazio. A adora√ß√£o da deusa √© parte integrante do hindu√≠smo. Dev√≠ √©, essencialmente, o cora√ß√£o de todas as deusas hindus. Como manifesta√ß√£o feminina de Deus, tamb√©m √© chamada Prakriti ou Maia.

TOP 28:
Chalchiuhtlicue (mitologia mexica)
Chalchiuhtlicue (mitologia mexica)
Na mitologia mexica, Chalchiuhtlicue é a deusa dos lagos e córregos. Ela também é a padroeira dos nascimentos e desempenha um papel importante nos batismos astecas. Ele preside o dia 5 Serpent e o triceneal de 1 Reed. Ela era uma das figuras femininas líquidas mais importantes da cultura mesoamericana. Chalchiuhtlicue também foi considerado o protetor mais importante da navegação costeira no México antigo.

TOP 27:
Cybele (cultura frígia)
Cybele (cultura frígia)
Originalmente uma deusa fr√≠gia, Cibele era a deusa da M√£e Terra que era adorada na Anat√≥lia desde o Neol√≠tico. Como Gea ou seu equivalente min√≥ico Rea, Cybele era a personifica√ß√£o de terras f√©rteis, uma deusa de cavernas e montanhas, muros e fortalezas, da natureza e dos animais. Seu equivalente romano era Magna Mater, a Grande M√£e. Seu t√≠tulo "Senhora dos Animais", que tamb√©m era da Grande M√£e Min√≥ica, revela suas ra√≠zes paleol√≠ticas arcaicas. Ele √© uma divindade da vida, morte e ressurrei√ß√£o. Seu consorte, cujo culto foi introduzido mais tarde, foi Atis. Ela √© representada com uma coroa em forma de parede e sempre acompanhada de le√Ķes e √†s vezes com uma mulher com muitos seios, aludindo √† fertilidade. Essa deusa √© representada na mitologia em uma carruagem que simboliza a superioridade da M√£e Natureza, √† qual at√© os poderosos le√Ķes que puxam a carruagem est√£o subordinados. Al√©m disso, para iniciar o culto como sacerdote de Cibele, eles foram castrados como uma contribui√ß√£o √† M√£e Terra; eles tamb√©m fizeram um sacrif√≠cio matando touros e bebendo seu sangue.

TOP 26:
Pelé (mitologia havaiana)
Pelé (mitologia havaiana)
Pel√© na mitologia havaiana, √© uma deusa do fogo, raios, dan√ßa, vulc√Ķes e viol√™ncia. Segundo a mitologia, ela √© uma das filhas de Haumea e Kane Milohai. √Č caracterizada por ser uma deusa selvagem e raivosa, que de acordo com a tradi√ß√£o dos nativos, habitaria o vulc√£o Kńęlauea. Por esse motivo, Pel√© √© considerado respons√°vel pelas erup√ß√Ķes do vulc√£o.


TOP 25:
Ceridwen (mitologia celta)
Ceridwen (mitologia celta)
Os galeses, uma das poucas na√ß√Ķes celtas, eram adoradores da deusa Ceridwen ou Cerridwen, √†s vezes associada a uma bruxa, por possuir o caldeir√£o de inspira√ß√£o e sabedoria. Ele mesmo tendo tr√™s arqu√©tipos, donzela, m√£e e bruxa. Ela tamb√©m √© a deusa que mais encontrou ritos. √Č uma deusa m√£e e uma deusa das trevas. Seu marido era Tegid Foel e seus tr√™s filhos s√£o criados, Mofan ou Afagddu e Morvan. Destas crian√ßas, pode-se dizer que Createwy √© a garota mais bonita que existe. Seu irm√£o Morvan era feio, mas ele tinha for√ßa e coragem na batalha. Agora Mofan √© um homem muito feio, t√£o feio que nem a sociedade o aceita. √Č por isso que Ceridwen queria que seu filho Mofan ajudasse por causa de sua m√° apar√™ncia. Preparando uma por√ß√£o m√°gica, da qual as tr√™s primeiras gotas podem transform√°-lo em um grande homem. Mas as seguintes gotas s√£o um veneno mortal. A prepara√ß√£o n√£o foi f√°cil, tive que colocar seis ervas m√°gicas para cozinhar por um ano e um dia. Para garantir que nada de errado aconte√ßa com a por√ß√£o, o velho cego Morda e o jovem lacaio Gwion ou Gwyon fizeram vigil√Ęncia. Ceridwen n√£o confiava tanto naqueles serenos e para garantir que preservariam a por√ß√£o, as amea√ßas de que tocar uma gota m√≠nima da por√ß√£o teria uma morte terr√≠vel e dolorosa. Mesmo com todas as suas precau√ß√Ķes, algo deu errado. Porque em um certo dia, Gwyon mexeu a por√ß√£o e tr√™s gotas saltaram em sua m√£o e ela a carregou na boca, instintivamente, dando-lhe poderes sobrenaturais. Tudo o que Ceridwen previra havia falhado e, quando soube do acidente, tentou mat√°-lo. O jovem assustou-se com a deusa que o perseguia e, gra√ßas aos poderes adquiridos, ele se transforma em uma lebre. Por nada no mundo Ceridwen admitiria que Gwyion escapou e se transmutou em um cachorro. Gwyion com o cachorro em sua rota, transmuta-se em peixes e pula no rio. Ceridwen em lontra. Gwyion no pardal, Ceridwen na √°guia. Gwyion em gr√£o de trigo e Ceridwen em frango e, finalmente, ele pega e come. Algo deu errado, quando Ceridwen retorna em sua forma humana, ela percebe que estava gr√°vida e que essa crian√ßa que ela esperava era Gwyion. Portanto, ela decidiu esperar at√© o dia de seu nascimento para poder mat√°-lo. Chegou o dia e a crian√ßa que nasceu para ele era t√£o bonita que n√£o teve coragem de faz√™-lo. Mas isso n√£o significava que ela cuidaria da criatura, ela a colocaria em um saco de peles de foca e a jogaria no mar. O garoto sobreviveu e, ao chegar √† costa, um pr√≠ncipe chamado Elphin o viu e o adotou. A partir de hoje, o garoto se chamava Talies√≠n. Quem se torna o bardo mais talentoso de todos os tempos.

TOP 24:
Ishtar (mitologia mesopot√Ęmica)
Ishtar (mitologia mesopot√Ęmica)
Ishtar era filha do deus Sin (deus da lua) ou Anu. Como filha, ela era a dama da guerra; como descendente disso, o expoente do amor, licenciosidade, intemperan√ßa e viol√™ncia caprichosa ao extremo. Como o primeiro arqu√©tipo psicol√≥gico da din√Ęmica feminina na hist√≥ria, e ao contr√°rio de sua irm√£ Ereshkigal ou Ki, a deusa da terra, Ishtar n√£o pode ser considerada dentro do grupo de deusas-m√£e, pois seu relacionamento com os humanos √© mais como inspira√ß√£o para a√ß√Ķes vitais como ref√ļgio. Com esse personagem, Isthar aparece no √©pico de Gilgamesh. Seu s√≠mbolo √© uma estrela de oito pontas. Em sua homenagem, os astr√īnomos nomearam um continente de V√™nus Ishtar Terra. Seu animal associado √© o le√£o. Ishtar foi associado ao planeta V√™nus como uma estrela da manh√£. Ela tamb√©m √© retratada em p√©, completamente nua, com as m√£os na barriga, ou segurando os seios, ou brandindo um arco em uma carruagem puxada por sete le√Ķes. Em seu aspecto de amar a divindade, Isthar √© a protetora das prostitutas e dos casos extraconjugais, que ali√°s n√£o tinham conota√ß√£o especial na Babil√īnia, pois o casamento era um contrato solene que perpetuava a fam√≠lia como ganhadora de p√£o e geradora de riqueza. , mas em que n√£o se falou em amor ou fidelidade amorosa. Ishtar n√£o √© uma deusa do casamento, nem √© uma deusa m√£e.

TOP 23:
Sarasvati (mitologia hindu)
Sarasvati (mitologia hindu)
No hindu√≠smo, S√°rasuati √© a deusa do conhecimento e uma das tr√™s principais deusas (as outras duas s√£o LakŠĻ£mńę e DurgńĀ). Ela √© a esposa (ou filha, ou ambas) do deus BrahmńĀ. S√°rasuatńę era uma deusa adorada na religi√£o v√©dica. Ela √© a deusa do aprendizado e das artes (por exemplo, m√ļsica). Ela tamb√©m √© adorada como a deusa dos pensamentos e perd√£o verdadeiros. √Č mencionado nos Rig-veda e nos Puranas. √Č prov√°vel que ela tenha come√ßado como uma deusa do rio, relacionada ao rio S√°rasuati, j√° que seu nome em s√Ęnscrito significa 'a [√°rea] que tem lagos' (S√°ras: 'algo fluido', um lago, uma lagoa, vatńę: ' aquele que possui '). Alguns "esticam" a tradu√ß√£o para significar 'a corrente', que pode ser aplicada √† mente, √†s palavras, √†s id√©ias ou √† corrente de um rio. No Rigvedaa S√°rasuatńę, ele √© creditado por destruir o deus Indra de Vritrasura, um dem√īnio gigantesco que monopolizou toda a √°gua no mundo conhecido e que representava seca, escurid√£o e caos.

TOP 22:
Oshun (mitologia iorub√°)
Oshun (mitologia iorub√°)
Oshun √© uma das divindades da religi√£o iorub√°. Em Santeria, ela sincretiza com a Virgen da Caridad del Cobre, padroeira de Cuba. Tamb√©m √© transliterado como: Oxum ou Ochun. Oshum √© o orix√° das √°guas doces, da sensualidade, do coquetel, da sexualidade feminina, do amor, da fertilidade. Voc√™ tamb√©m √© solicitado pelo homem que deseja um relacionamento s√©rio e que deseja. Dono de amor, feminilidade e rio. Seu nome significa sensualidade, amor, romantismo, delicadeza, do√ßura, felicidade, √°gua, serenidade, lua e ouro, entre outras coisas. Oshum √© muito mais. Ela √© culpada por dois homens se matando por ela. √Č o s√≠mbolo do coquetel, gra√ßa e sexualidade feminina. Ajuda mulheres gr√°vidas e em trabalho de parto. Eternamente feliz, com o tinido persistente de seus sinos.

TOP 21:
Ixtab (mitologia maia)
Ixtab (mitologia maia)
Ixtab √© a deusa do suic√≠dio e esposa do deus da morte, Chamer, na mitologia maia. Ele tamb√©m era a divindade da forca. Na tradi√ß√£o maia, o suic√≠dio era considerado uma maneira extremamente honrosa de morrer, em um n√≠vel semelhante ao das v√≠timas de sacrif√≠cio humano, guerreiros ca√≠dos em batalhas, mulheres mortas no parto ou padres. Ixtab era comumente representado como um cad√°ver parcialmente decomposto com os olhos fechados, pendurado em uma √°rvore. Seu papel como divindade era proteger os homens-bomba, acompanhando-os e guiando-os para um para√≠so especial. Esse papel √© chamado de psicopomp ou guia da alma. Devido √† sua popularidade, alguns documentos hist√≥ricos prop√Ķem a teoria de que o culto √† Ixtab levou as pessoas da Am√©rica Central nos tempos maias a cometer suic√≠dio, em vez de enfrentar humilha√ß√£o, doen√ßa ou infort√ļnio, criando uma onda de suic√≠dios entre as pessoas. casta alta, semelhante ao seppuku na tradi√ß√£o japonesa.


TOP 20:
Epona (mitologia celta)
Epona (mitologia celta)
Epona ou √Čpona √© a deusa celta dos cavalos, fertilidade e natureza, associada √† √°gua, √† cura e √† morte, compar√°vel a Cybele. Ela √© retratada sentada na parte de tr√°s de um cavalo, parada no meio de uma manada de cavalos ou alimentando potros, e na G√°lia como uma ninfa da √°gua ou ondina. Sua roupa √© longa, coberta com uma capa sobre a cabe√ßa e uma faixa para a cabe√ßa, embora √†s vezes ela possa ficar nua. O nome Epona deriva da palavra celta Epos, cavalo, e foi identificado com a divindade Iccona. Pode assumir a apar√™ncia de uma √©gua. Seus principais atributos s√£o uma patera (uma tigela rasa que era usada em sacrif√≠cios antigos), cestas de frutas ou cereais e a cornuc√≥pia ou cornuc√≥pia em abund√Ęncia nas m√£os, possivelmente uma adi√ß√£o romana √† sua iconografia. Ela se tornou a divindade preferida da cavalaria romana, e de fato s√£o conhecidas moedas mostrando a deusa com cabe√ßa de cavalo e imagens dela adornando os est√°bulos e os est√°bulos. Al√©m de ser adorada nas for√ßas armadas, ela era uma divindade dom√©stica, como uma deusa da riqueza ou prosperidade. Ela era a √ļnica deusa gaulesa do pante√£o romano.

TOP 19:
Sekhmet (mitologia egípcia)
Sekhmet (mitologia egípcia)
Sekhmet diz que seu nome vem de sejem ou √© violento, ela √© uma deusa de Rehesu tamb√©m no Delta. Ela √© irm√£ de Bastet e filha de Ra (Deus do Sol) que a enviou para punir humanos por deixar de ador√°-la, mas ela foi longe demais, era muito feroz, Ra estava com medo e para par√°-la b√™bada, e em cada A festa preparava uma cerveja especial para ela. Ela √© a deusa guerreira, acompanhou o fara√≥ na batalha e o protegeu de seus inimigos. Ela tamb√©m √© "A Senhora da Montanha Westeros", soberana da C√Ęmara de Chamas e a nomeou "Aquele que para a escurid√£o", ela √© a padroeira dos m√©dicos, porque com sua feiti√ßaria ela era uma boa curandeira, curou muito bem a fraturas e a chamou de "especialista em magia". Eles o chamavam de deusa do amor, ela era a mais bonita entre os deuses, ela era "soberana do deserto", tamb√©m de le√Ķes e cobras. Ela foi retratada como uma mulher vestida de vermelho com a cabe√ßa de uma leoa ou como uma leoa.

TOP 18:
Brigit (mitologia irlandesa)
Brigit (mitologia irlandesa)
Na mitologia irlandesa, Brigid, Brigit ou Brighid (a exaltada) era filha de Dagda e uma Tuatha Dé Danann. Ela era a esposa de Bres de los Fomorianos, com quem ele teve um filho, Ruadán. Ele tinha duas irmãs, também chamadas Brigid, e é considerada uma deusa celta tripla clássica, neste caso de fogo. Ela é a deusa celta da inspiração e conjuga em si vários poderes, originários da inspiração, da arte de curar e adivinhar. Foi associado a chamas perpétuas sagradas, como as mantidas por 19 freiras em um santuário em Kildare, na Irlanda. A tradição das sacerdotisas que cuidam das eternas chamas sagradas que ocorrem naturalmente é uma característica da antiga espiritualidade indo-européia pré-cristã. Outros exemplos incluem a deusa romana Vesta e outras deusas domésticas. Giraldus Cambrensis e outros cronistas mencionaram que sua chama sagrada em Kildare estava cercada por uma cerca viva que ninguém podia atravessar. Dizem que os homens que tentaram atravessar a cerca são amaldiçoados com insanidade, morte ou impotência.

TOP 17:
Ixchel (mitologia maia)
Ixchel (mitologia maia)
Na mitologia maia, Ixchel era a deusa do amor, gravidez, trabalho t√™xtil, lua e medicina. Em algumas ocasi√Ķes, ela foi representada acompanhada por um coelho. Um de seus advogados era considerado mal√©fico, e ela era representada nos c√≥dices como uma mulher idosa, esvaziando os odres de vinho da raiva pelo mundo. Lendas mitol√≥gicas dizem que um deus todo-poderoso chamado Itzamn√°, filho do deus criador do mundo chamado Hunab Ku, casou-se com a deusa da lua Ixchel procriando os deuses Yum Kaax (deus do milho), Ek Chuah e os deuses da sacrif√≠cios e estrelas; suas filhas eram as deusas das √°guas, da noite e do para√≠so. A deusa Ixchel √© atribu√≠da aos fen√īmenos relacionados √† Lua, gravidez, tecidos e inunda√ß√Ķes. Ele foi retratado como uma velha esvaziando uma jarra cheia de √°gua no ch√£o ou tamb√©m como uma velha tecendo um tear de costas. Seu templo est√° localizado na ilha de Cuzamil (Cozumel), na prov√≠ncia de Ecab. Do porto de Pole (hoje Xcaret), as canoas de peregrino foram para o templo em Cuzamil para solicitar o or√°culo dessa deusa; Nesta peregrina√ß√£o, as mo√ßas tamb√©m vieram pedir na gravidez para produzir os filhos que seus maridos desejavam. Dizem que Ixchel levou peregrinos para visitar sua ilha sagrada, Cozumel. A Ilha Mujeres tamb√©m foi dedicada ao seu culto. Ixchel √© reverenciado como a deusa da lua, pelo car√°ter feminino da lua. Representa a fertilidade intimamente ligada √† Terra, pois s√£o os ciclos da lua que governam os tempos de plantio e colheita. Tamb√©m est√° associado √† chuva e Chaac para esse mesmo conceito.

TOP 16:
Noz (mitologia egípcia)
Noz (mitologia egípcia)
Nut, ou Nuit, "O Grande que deu √† luz os deuses", √© a deusa do c√©u, criadora do universo e das estrelas, segundo a mitologia eg√≠pcia. Filha de Shu e Tefnut, esposa de seu irm√£o Geb, e m√£e dos deuses Os√≠ris, √ćsis, Seth, Neftis e Harmakis. Em Heli√≥polis, ela era m√£e de R√° e foi identificada com uma vaca (Mehet-Urt). Porca, diariamente, deu √† luz o Sol que, percorrendo seu corpo, chegava √† boca, desaparecendo por dentro (ou no Duat), renascido no dia seguinte. Protetora dos mortos, que procuravam comida e prote√ß√£o, davam ao falecido a faculdade de renascer. Nos sarc√≥fagos, ela era representada protegendo o falecido com asas estendidas, ou por dentro, como uma mulher com os bra√ßos levantados, ajudando-o a renascer na outra vida ou como uma representa√ß√£o do c√©u. Sua habita√ß√£o era um sic√īmoro (figueira) em Heli√≥polis e seus galhos eram um ref√ļgio para almas cansadas. Segundo a tradi√ß√£o, era o sic√īmoro sob o qual a Virgem Maria se sentava para descansar em sua jornada ao Egito.


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Guan Yin (mitologia budista)

Guan Yin (mitologia budista)
Guanyin √© uma deusa da compaix√£o e √© reverenciada pelos budistas no leste da √Āsia. O nome Guanyin √© uma abrevia√ß√£o de Guanshi'yin, que significa "aquele que ouve o clamor do mundo". No Ocidente, ela √© geralmente conhecida como a "Deusa" da miseric√≥rdia, sua qualidade mais not√°vel. Na mitologia tao√≠sta, ela √© conhecida como Ci Hang Zhen Ren e √© reverenciada e considerada imortal. Guan Yin prometeu n√£o entrar nos reinos celestiais at√© que todos os seres vivos tenham completado seu processo de ilumina√ß√£o e sejam liberados do ciclo de nascimento, morte e reencarna√ß√£o. Na devo√ß√£o popular, Kuan Yin resgata aqueles que a procuram em momentos de dificuldade, especialmente diante dos perigos causados pela √°gua, fogo ou armas. A deusa entende sentimentos de medo e responde a pedidos de ajuda com sua compaix√£o. Como M√£e Misericordiosa, ou√ßa os pedidos daqueles que desejam ter filhos. A figura de Kwan Yin tem grande semelhan√ßa com outras m√£es protetoras, como a Virgem Maria no cristianismo, √ćsis no Egito antigo, TńĀrńĀ no budismo tibetano e Ňöakti, P√°rvati, SńętńĀ ou Radha no hindu√≠smo.

TOP 14:

Coatlicue, (mitologia mexica)

Coatlicue, (mitologia mexica)
CŇćńĀtlicuńď √© uma divindade mexica, m√£e de Huitzilopochtli. Seu nome significa em Nahuatl 'Aquele com a saia de cobra'. Deusa da terra da vida e da morte. Tamb√©m foi chamado de TonńĀntzin e TeteŇćńęnńĀn. Ela foi retratada como uma mulher vestindo uma saia de cobra e um colar de cora√ß√Ķes que foram arrancados das v√≠timas de sacrif√≠cio. Tinha garras afiadas nas m√£os e nos p√©s. Coatlicue era uma deusa m√£e dos mexicas. Seu marido era Mixc√≥atl, a serpente das nuvens e deus da persegui√ß√£o. Como virgem, ela deu √† luz Quetzalc√≥atl e X√≥lotl. √Č a parte feminina da dualidade universal: Quetzalcoatl / Cihuacoatl, ou mulher serpente. Deusa da terra e da fertilidade, ela tamb√©m mostra um lado mais sombrio, em v√°rias representa√ß√Ķes a metade do rosto √© feminina e a outra metade mostra um cr√Ęnio severo, pensando na decomposi√ß√£o e degrada√ß√£o que torna o solo f√©rtil em primeiro lugar . Coatlicue, deusa m√£e, √© um exemplo claro da dualidade na qual a cosmologia pr√©-colombiana parece se basear, o relacionamento intr√≠nseco de vida e morte, dois lados do mesmo conceito. Coatlicue era a m√£e do deus Huitzilopochtli. Ela deu √† luz Huitzilopochtli depois que uma pena caiu em sua barriga enquanto ela varria o Coatepec (Cerro de la Serpent). Essa gravidez misteriosa ofendeu seus outros quatrocentos filhos (o Centzon Huitznahua) que, instigados por sua irm√£ Coyolxauhqui, decidiram matar a m√£e em desgra√ßa para vingar o pai Mixc√≥atl. Eles fizeram isso, mas Huitzilopochtli emergiu do est√īmago de sua m√£e totalmente armado e matou seus irm√£os e irm√£s. Huitzilopochtli cortou a cabe√ßa de sua irm√£ Coyolxauhqui e jogou-a no c√©u onde ele se tornou a lua. Essa hist√≥ria foi representada no Grande Templo do distrito cerimonial de Tenochtitlan, uma vez que a grande pir√Ęmide de Huitzilopochtli representava o Coatepec (era constelado com cabe√ßas de serpentes em pedra) e a seus p√©s estava o mon√≥lito dos desmembrados Coyolxauhqui.

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Yemay√° (mitologia iorub√°)

Yemay√° (mitologia iorub√°)
Yemay√° √© uma divindade que faz parte da mitologia iorub√°, ela √© uma das principais orix√°s, na verdade ela √© a m√£e de todas elas. Sincretiza com a Virgen de Regla e Stella Maris em religi√Ķes como Santeria. Ela √© uma orix√° feminina, embora sejam deuses e n√£o criaturas sejam governadas pelo sexo como qualquer ser humano. Ele √© a divindade das √°guas salgadas. Ele √© natural de Obeokuta, mas seus principais adoradores s√£o da cidade de Egbado. A rainha dos Eggun √© Onoto, que tamb√©m √© conhecido pelo nome de Obsa. Yemay√° √© t√£o velha quanto Obatal√° e t√£o poderosa que se diz ser a mais poderosa, mas devido ao seu arrebatamento, perdeu a hegemonia do mundo e recebeu o controle da superf√≠cie dos mares, que ao passar da direita para a direita esquerda representa o movimento das ondas e o car√°ter de sua personalidade. Ela √© dona das √°guas e representa o mar, fonte fundamental de vida e cren√ßas, e as proibi√ß√Ķes s√£o definidas nas cerim√īnias pelo caracol de maneira personalizada para cada iniciado. Eles normalmente t√™m a ver com alimentos que s√£o oferecidos √† divindade e que s√£o deles, principalmente peixes e frutos do mar.

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Wicca

Wicca
Na Wicca, "a deusa" ou "a dama" √© uma das divindades mais importantes, juntamente com sua consorte, o deus com chifres. Ela √© descrita como uma deusa tribal do culto √†s bruxas, que parece inspirada por Aradia, a filha messi√Ęnica de Diana descrita em Aradia por Charles Leland. Ela n√£o era considerada onipotente ou universal e reconheceu-se que existia um "Poder superior", embora as bruxas n√£o se importassem muito com esse ser. Em muitas manifesta√ß√Ķes, a Wicca, a deusa, foi considerada uma divindade universal, o que est√° de acordo com sua descri√ß√£o em The Charge of the Goddess, um texto chave da Wicca. Dessa forma, ela √© a "Rainha do C√©u" semelhante a √ćsis; ela tamb√©m abra√ßa e concebe toda a vida de maneira semelhante a Gaia. Semelhante a √ćsis e certas concep√ß√Ķes cl√°ssicas tardias de Selene, ela √© interpretada como a soma de todas as outras deusas, que representam seus diferentes nomes e aspectos em diferentes culturas. A deusa √© frequentemente representada com forte simbolismo lunar, inspirada em diferentes culturas e deidades como Diana, H√©cate e √ćsis, e √© frequentemente representada como a tr√≠ade "Virgem", "M√£e" e "Velha bruxa". Muitas representa√ß√Ķes dela levam elementos das deusas celtas. Alguns Wicca acreditam que existem muitas deusas e, em algumas manifesta√ß√Ķes da Wicca, particularmente a Wicca Diana, apenas a deusa √© adorada e o deus praticamente n√£o desempenha nenhum papel na venera√ß√£o e no ritual.

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Gea (mitologia grega)

Gea (mitologia grega)
Gea ou Gaya √© a deusa primordial que personifica a Terra na mitologia grega. Ela √© uma divindade primordial e ct√īnica no pante√£o grego antigo, considerada a M√£e Terra. Seu equivalente no pante√£o romano era Terra Mater ou Tellus. Os romanos, diferentemente dos gregos, n√£o distinguiram sistematicamente um Tit√£ da Terra de uma deusa dos gr√£os, Ceres. Gea √© a m√£e Terra, de onde todas as ra√ßas divinas surgem. Ela nasceu depois do Caos e antes de Eros (Amor). S√≥ ela era pai de Urano (C√©u), que a cobre como Ponto (o mar). Ent√£o ele se une a Urano e d√° √† luz os seis tit√£s: Oceano, CEO, Crio, Hyperion, Japetus e Chronos. Ele tamb√©m tinha os seis titan√≠deos: tia, Rea, Themis, Mnemosin, Phoebe e Thetis (m√£e do her√≥i Aquiles). Mais tarde nasceram os ciclopes (monstros gigantes com um olho), divindades relacionadas a raios e trov√Ķes. Finalmente nasceram os hecatonchires, seres com cem armas, gigantescos e violentos. A maioria das teogonias atribui a Gea a maternidade de v√°rios monstros, como Charybdis, Harpias, Python, o Drag√£o Guardi√£o do Velo de Ouro e at√© a Fama. Com o tempo, Gea tornou-se a m√£e universal e, √† medida que o mundo hel√™nico personificava seus deuses, a terra encarnava em divindades como Dem√©ter ou Cibele, e a terra como um elemento abandonava a mitologia. Gea tamb√©m foi considerada, como inspiradora de muitos or√°culos, possuidora dos segredos dos Destinos, e suas previs√Ķes eram mais antigas e mais certas do que as do pr√≥prio Apolo.


TOP 10:

Scatha (mitologia celta)

Scatha (mitologia celta)
Scatha ou Sc√°thach, uma deusa tamb√©m considerada um grande guerreiro, cujo nome significa "aquele que causa medo", que tamb√©m √© chamado "a sombra". Ela viveu na Ilha de Skye, na Esc√≥cia, e ensinou muitos dos lend√°rios her√≥is celtas todas as suas habilidades, incluindo magia no campo de batalha. Eles viajaram grandes dist√Ęncias para estudar com ela e ela os instruiu em movimentos estrat√©gicos e tamb√©m em artes marciais. Durante a estada de um ano e um dia, ela ensinou-lhes gritos de batalha ferozes e pulos e golpes aterrorizantes, tornando-os invenc√≠veis em combate. Ela √© descrita como professora de Cuchulainn no Cualgne T√°in B√≥. Depois que os alunos terminavam de aprender, ela os enviava de volta ao seu povo para fazer grandes obras. H√° uma tumba / altar celta em Ciumesti, Rom√™nia, s√©culo III aC, e tamb√©m em Snettisham (Norfolk), Inglaterra, em meados do s√©culo I aC, dedicado a essa deusa. Nessas altera√ß√Ķes, ela √© vista em p√© em uma colina com vista para o c√≠rculo de pedra de Callanish. Existem numerosas est√°tuas da figura da deusa √† esquerda em Dinguault de Kerguilly, Finistere, Fran√ßa, datadas do s√©culo I aC. Durante a Idade do Ferro, os celtas usavam capacetes com imagens de alguns p√°ssaros ou animais para imitar uma apar√™ncia mais amea√ßadora e, como a deusa Scatha exigia, a galinha ou o galo no capacete eram muito frequentes, pois simbolizava o guerreiro desde ent√£o. a galinha √© agressiva, alerta e excelente guardadora.

TOP 9:

Amaterasu (xintoísmo)

Amaterasu (xintoísmo)
Amaterasu era a deusa do sol na religi√£o japonesa mais antiga chamada xinto√≠smo. Quando seu irm√£o Susanowo a tratou mal, ela se escondeu na caverna do c√©u e fechou a entrada com uma pedra enorme. Isso tornou o mundo sombrio e esp√≠ritos malignos sa√≠ram de seus esconderijos. Desesperados, os deuses em uma confer√™ncia decidiram engan√°-lo e fizeram uma festa perto da caverna. Eles colocaram um espelho enorme em frente √† caverna e j√≥ias preciosas em uma √°rvore. Uzume, o deus do riso, come√ßou uma dan√ßa acompanhada por m√ļsica alta. Ouvindo a m√ļsica e as risadas, Amaterasu ficou t√£o curiosa que olhou para fora para saber o que estava acontecendo. Ela ficou t√£o fascinada por seu pr√≥prio reflexo brilhante no espelho que saiu da caverna. Finalmente, a luz cobriu e coloriu o mundo mais uma vez.

TOP 8:

Bastet (mitologia egípcia)

Bastet (mitologia egípcia)
Bastet √© uma deusa da mitologia eg√≠pcia, tamb√©m chamada Bast, cuja miss√£o era proteger o lar e simboliza a alegria de viver, pois √© considerada a divindade da harmonia e da felicidade. √Č a personifica√ß√£o dos raios quentes do Sol e exerceu seus poderes ben√©ficos. Ele incorporava os aspectos pac√≠ficos de deusas perigosas como Sekhmet, que expressava as m√°s qualidades do Sol. Como olho de Atum, ela estava associada √† Lua e protegia nascimentos e mulheres gr√°vidas de doen√ßas e esp√≠ritos malignos. Ela √© uma deusa pac√≠fica, mas, quando irritada, se transforma em uma mulher com cabe√ßa de leoa, assimilando-se √† deusa Sekhmet e, √†s vezes, muito mais violenta do que isso. Como o animal tot√™mico que a representa, Bastet era uma deusa imprevis√≠vel que podia ser tenra ou feroz a qualquer momento. √Äs vezes, ela aparece como filha de R√° ou Atum, tendo Hathor ou Tefnut como m√£e. Em outras ocasi√Ķes, ele forma uma tr√≠ade com Atum ou Mahes "O Le√£o com uma apar√™ncia feroz" como maridos e com Horhekenu como filho. Do Reino Antigo, ela √© a m√£e do rei, a quem ajuda e protege para alcan√ßar o c√©u. Ela foi identificada com a estrela Sirius, que era considerada Lady, e com a divindade sum√©ria Inanna. Segundo alguns estudiosos, como M. Oldfield Howey, seu nome significa comovente, apesar de seu car√°ter principalmente benigno.

TOP 7:

Xochiquétzal (mitologia mexica)

Xochiquétzal (mitologia mexica)
XŇćchiqu√©tzal seu nome significa Xochitl, flor e Quetzal, bonito; 'p√°ssaro florido', 'rica flor e pena' ou 'bela flor', e √© a jovem deusa da beleza, flores, amor, prazer amoroso e artes. Ela √© uma das duas deusas relacionadas √† fertilidade da natureza e da beleza, talvez por isso seja representada como filha ou esposa de Cent√©otl. Xochiqu√©tzal, "flor preciosa", nasceu dos cabelos da deusa m√£e.

TOP 6:

Selene (mitologia grega)

Selene (mitologia grega)
Na mitologia grega, Selene era uma deusa da lua antiga, filha dos titãs Hyperion e Tea. Seu equivalente na mitologia romana era a deusa Luna, que tinha um templo no Monte Aventine construído no século VI aC. C. que foi destruído no grande incêndio de Roma no tempo de Nero. O da deusa da lua é invariavelmente um papel importante. Se o nome é grego, ele está conectado com selas, "luz". Selene acabou sendo amplamente substituída por Artemis, de modo que escritores posteriores a descreveram como filha de Zeus ou Palas. No hino homérico a Hermes, com sua patrilinearidade caracteristicamente insistente, ela é a "brilhante Selene, filha de Pallas, filho de Megamedes". Na genealogia divina tradicional, Helios, o sol, é seu irmão: depois de completar sua jornada pelo céu, Selene começa a dela quando a noite cai na terra. Sua irmã Eos é a deusa do amanhecer, que também tinha um amante humano, Cefalus.


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√ćsis (mitologia eg√≠pcia)

√ćsis (mitologia eg√≠pcia)
√ćsis √© o nome grego para uma deusa da mitologia eg√≠pcia. Seu nome eg√≠pcio era Ast, que significa trono, representado pelo hier√≥glifo em sua cabe√ßa. Ela foi chamada de "Grande Mago", "Grande deusa m√£e", "Rainha dos deuses", "For√ßa fertilizante da natureza", "Deusa da maternidade e do nascimento". Os√≠ris, irm√£o e marido de √ćsis, reinou no Egito antigo com paz, harmonia e sabedoria. O Nilo fertilizou a terra e as colheitas foram abundantes. Seus s√ļditos eram felizes. Um dia Os√≠ris partiu para conhecer outras civiliza√ß√Ķes e deixou o reino sob o comando de sua esposa √ćsis. Seth, seu irm√£o invejoso, foi humilhado porque acreditava que deveria governar e n√£o √ćsis. Quando o deus Os√≠ris retornou, Seth quis dar uma grande festa de boas-vindas e desafiou os convidados: quem entrou no ba√ļ que Seth havia trazido, ele o entregou como prova de fidelidade e respeito. Muitos tentaram, mas o peito era pequeno ou grande. Os√≠ris, curioso, queria tentar e combinava perfeitamente com ele. Seth sabia o tamanho do irm√£o e foi por isso que o peito o serviu como uma luva. Imediatamente, o irm√£o, juntamente com 72 c√ļmplices, selou a caixa de metal com for√ßa e jogou-a no Nilo. √ćsis, com amor e confian√ßa, come√ßou sua jornada para recuperar o corpo do marido. Depois de longas e dolorosas caminhadas pelo Egito, a deusa encontra o ba√ļ com os restos de Os√≠ris. Mas o drama continua quando Seth, em seu mal sem fim, roubou o cad√°ver e o cortou em quatorze peda√ßos que, novamente, ele espalhou por todo o reino. √ćsis n√£o desiste e, na companhia de sua irm√£ Neftis, esposa de Seth, viaja por todo lugar no reino. Finalmente, eles conseguem encontrar todas as pe√ßas, exceto o p√™nis. No entanto, √ćsis reconstruiu Os√≠ris, auxiliado por An√ļbis e Neftis, e engravidou com ele concebendo o garoto H√≥rus "Harp√≥crates", que mais tarde vingaria seu pai lutando contra Seth.

TOP 4:

Lilith (mitologia mesopot√Ęmica)

Lilith (mitologia mesopot√Ęmica)
Lilit (ou Lilith) √© uma figura lend√°ria do folclore judeu, de origem mesopot√Ęmica. Ela √© considerada a primeira esposa de Ad√£o, antes de Eva. Ele deixou o √Čden por sua pr√≥pria iniciativa e se estabeleceu no Mar Vermelho, juntando-se l√° com Asmodeus, que seria sua amante, e com outros servos. Mais tarde, ela se tornou uma bruxa que sequestra crian√ßas em seus ber√ßos √† noite e se junta a homens como um s√ļcubo, gerando filhos (os lilim) com o s√™men que os homens derramam sem querer quando est√£o dormindo (polui√ß√£o noturna) . Ela √© representada como uma mulher muito bonita, com longos cabelos encaracolados, geralmente ruivos e √†s vezes alados.

TOP 3:

√Ārtemis (mitologia grega)

√Ārtemis (mitologia grega)
Artemis ou Artemis (mitologia), na mitologia grega, uma das principais deusas, equivalente à deusa romana Diana. Ela era filha do deus Zeus e Leto e irmã gêmea do deus Apolo. Ela era a governante dos deuses e deusas da caça e dos animais selvagens, especialmente os ursos; Artemis também era a deusa do parto, da natureza e das colheitas. Como deusa da lua, às vezes era identificada com a deusa Selene e Hécate. Embora tradicionalmente um amigo e protetor da juventude, especialmente meninas, Artemis impediu que os gregos partissem de Tróia durante a Guerra de Troia, até que lhe ofereceram o sacrifício de uma donzela. Segundo alguns relatos, pouco antes do sacrifício, ela resgatou a vítima, Ifigênia. Como Apolo, Artemis estava armado com um arco e flecha, armas com as quais ela frequentemente punia os mortais que a ofendiam. Em outras lendas, ela é elogiada por proporcionar uma morte doce e plácida às meninas que morrem no parto.

TOP 2:

Freya (mitologia nórdica)

Freya (mitologia nórdica)
Freya, a bela deusa n√≥rdica da beleza e do amor, era irm√£ de Frey e filha de Nj√∂rd e Nerthus, ou Skadi. Ela era a mais bela e a mais amada de todas as deusas, e enquanto na Alemanha se identificava com Frigg, na Noruega, Su√©cia, Dinamarca e Isl√Ęndia, era considerada uma divindade diferente. Freya, nascido em Vaneheim, tamb√©m era conhecido como Vanedis, a deusa dos Vanes, ou Vanebride. Quando ele chegou a Asgard, os deuses ficaram t√£o cativados por sua beleza e eleg√Ęncia que lhe concederam o reino de Folkvang e o grande pal√°cio de Sessrymnir (o assento espa√ßoso), onde garantiram que ele poderia acomodar facilmente todos os seus convidados.

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Athena (mitologia grega)

Athena (mitologia grega)
Na mitologia grega, Athena ou Athena √© a deusa da sabedoria, estrat√©gia e guerra justa. Ela era considerada uma mentora de her√≥is e adorada desde os tempos antigos. A deusa Atena √© intelig√™ncia, e √© por isso que ela nasceu da cabe√ßa de Zeus. Ela √© a deusa conselheira e protetora da cidade e de institui√ß√Ķes pol√≠ticas. Ele introduziu a oliveira em √Ātica como um s√≠mbolo da civiliza√ß√£o e tamb√©m √© o santo padroeiro dos artes√£os qualificados. Sua cidade √© Atenas e seu templo √© o Parthenon. Deusa da guerra justa. Seu car√°ter d√ļctil se encaixa perfeitamente com o astuto Odisseu, aquele her√≥i de v√°rios recursos, o trapaceiro.